O legado de bispos metodistas em países de língua espanhola

 

Odilon Massolar Chaves

 

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Art. 184 do Código Penal e Lei 96710 de 19 de fevereiro de 1998. 

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Livros publicados pelo autor: 817

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Toda gloria a Deus! 

Odilon Massolar Chaves é pastor metodista aposentado, doutor em Teologia e História pela Universidade Metodista de São Paulo.

Filho do rev. Adherico Ribeiro Chaves e Roza Massolar Chaves.

É casado com RoseMary.

Tem duas filhas: Liliana e Luciana.

Sua tese tratou sobre o avivamento metodista na Inglaterra no século XVIII e a sua contribuição como paradigma para nossos dias.

Teologia.

 

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Índice

 

·       Introdução

·       Destaques dos capítulos do livro

·       Primeiro bispo da igreja autônoma cubana em Cuba

·       Profeta dos Direitos Humanos na Argentina

·       Um bispo fundamental na organização do protestantismo na América Latina

·       Primeiro bispo metodista no Paraguai

·       Líder do avivamento metodista em Cuba

·     Legado pela renovação da missiologia latino-americana e pela defesa da missão integral

·    Bispo da Igreja Metodista e Superintendente da Igreja Metodista Global no Peru

·       Bispo que supervisionou o metodismo no México

·       Ajudou na consolidação da presença da Igreja Episcopal Metodista do Sul no México durante o final do século XIX 

 

 

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Introdução

 

“O legado de bispos metodistas em países de língua espanhola” é um livro de 27 páginas que relata a história de bispos que tiveram uma importância grande no desenvolvimento do metodismo na América de língua espanhola.

“O legado dos bispos metodistas na América de língua espanhola é caracterizado por um forte compromisso com a missão, a educação, a justiça social e a inculturação da fé, adaptando a tradição metodista à realidade latino-americana”. [1]

Os capítulos estão assim divididos: Primeiro bispo da igreja autônoma cubana em Cuba; Profeta dos Direitos Humanos na Argentina; Um bispo fundamental na organização do protestantismo na América Latina; Primeiro bispo metodista no Paraguai; Líder do avivamento metodista em Cuba; Legado pela renovação da missiologia latino-americana e pela defesa da missão integral; Bispo da Igreja Metodista e Superintendente da Igreja Metodista Global no Peru; Bispo que supervisionou o metodismo no México; Ajudou na consolidação da presença da Igreja Episcopal Metodista do Sul no México durante o final do século XIX

Histórias que nos edificam.

 

O Autor

 

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Destaques dos capítulos do livro

 

Primeiro bispo da igreja autônoma cubana em Cuba

Reverendo Armando Rodríguez foi a figura central que impediu o fechamento total da Igreja Metodista em Cuba após a Revolução de 1959, tornando-se o primeiro bispo da igreja autônoma cubana. Em um período em que missionários americanos foram embora e muitos pastores locais deixaram o país, Rodríguez decidiu permanecer e organizou laicos para manter os templos abertos e proteger as propriedades contra confisco. [2]

Profeta dos Direitos Humanos na Argentina

O bispo Federico José Pagura (1923–2016) deixou um legado profundo na Argentina e na América Latina como uma das vozes mais resilientes na defesa dos direitos humanos, no fortalecimento do ecumenismo e na renovação da hinologia cristã. [3]

Um bispo fundamental na organização do protestantismo na América Latina

O legado de Sante Uberto Barbieri (1902–1991) como bispo é definido por sua liderança ecumênica global, sua vasta produção literária e seu papel fundamental na organização do protestantismo na América Latina. Imigrante italiano que se converteu ao metodismo no Brasil, ele se tornou uma das figuras mais influentes da Igreja Metodista no século XX. [4]

Primeiro bispo metodista no Paraguai 

O legado do Bispo Pablo Mora, como figura central da Igreja Metodista no Paraguai, é marcado pela defesa dos direitos humanos, ação missionária ativa e combate a práticas culturais prejudiciais em comunidades indígenas. [5]

Líder do avivamento metodista em Cuba

O bispo Ricardo Pereira Díaz é reconhecido como um dos líderes religiosos mais influentes de Cuba, tendo presidido a Igreja Metodista em Cuba (IMCP) por mais de duas décadas. Eleito bispo em março de 1999, seu legado é marcado por um crescimento institucional sem precedentes e pela defesa ativa de valores conservadores no cenário político-social cubano. [6]

Legado pela renovação da missiologia latino-americana e pela defesa da missão integral

O legado do bispo Mortimer Arias (1924–2016) é definido pela renovação da missiologia latino-americana e pela defesa da missão integral, unindo a evangelização tradicional ao compromisso com a justiça social. Uruguaio de nascimento e líder metodista global, Arias foi um dos principais articuladores do pensamento protestante na Teologia da Libertação. [7] 

Bispo da Igreja Metodista e Superintendente da Igreja Metodista Global no Peru 

Na estrutura metodista, o termo "Superintendente" costuma referir-se à liderança de distritos específicos, mas o título de Bispo que ele carregou na denominação nacional indica uma jurisdição sobre todo o país durante seu mandato. [8] 

Bispo que supervisionou o metodismo no México

7Warren Akin Candler (1857-1941) foi um influente bispo da Igreja Metodista Episcopal do Sul (M.E. Church, South) que desempenhou um papel fundamental na expansão e supervisão do metodismo na América Latina, incluindo o México). [9]

Ajudou na consolidação da presença da Igreja Episcopal Metodista do Sul no México durante o final do século XIX

Episcopal Metodista do Sul no México durante o final do século XIX

Charles Betts Galloway (1849-1909) foi um bispo proeminente da Igreja Episcopal Metodista do Sul (Methodist Episcopal Church, South). Sua conexão com a Igreja Metodista no México destaca-se por sua liderança missionária e supervisão episcopal naquela região. [10] 

 

 

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Primeiro bispo da igreja autônoma cubana em Cuba

 

Reverendo Armando Rodríguez foi a figura central que impediu o fechamento total da Igreja Metodista em Cuba após a Revolução de 1959, tornando-se o primeiro bispo da igreja autônoma cubana. Em um período em que missionários americanos foram embora e muitos pastores locais deixaram o país, Rodríguez decidiu permanecer e organizou laicos para manter os templos abertos e proteger as propriedades contra confisco. [11]

 

Armando Rodriguez Borges nasceu em Cuba. Foi criado na fazenda de sua família, que cultivava cana-de-açúcar, e trabalhou numa empresa de açúcar como contador. O metodismo se firmou em Cuba a partir de 1893.  

Homens e mulheres da Flórida, sob a direção do bispo Warren Candler, chegaram a Cuba para pregar o Evangelho e organizar a Igreja Metodista. 

Em 1959, foi a maior Igreja em Cuba. No entanto, nos anos 1960 e 1970 muitas pessoas deixaram a ilha. 

O governo de Fidel Castro assumiu o poder na revolução de 1959 e tentou destruir a Igreja e a fé cristã. Diariamente, a propaganda afirmava, através de rádio, televisão e jornais, que a fé cristã era algo do passado. 

Os novos tempos em Cuba seriam para o trabalho científico, educação, cultura. As décadas de 1960 e 1970 foram muito difíceis para os metodistas. Fidel declarava a religião irrelevante e exilou muitos de seus líderes. Outros fugiram. Apenas cinco dos 140 pastores permaneceram. A Igreja decresceu. 

Apesar de toda a opressão, o metodismo permaneceu vivo. Armando viu que a Igreja precisava de um pastor e decidiu ficar em Cuba. Pediu que as portas dos templos ficassem abertas. Reagrupou e restabeleceu a verdadeira Igreja. 

Na década de 1980, a Igreja começou a se despertar pela oração e jejum. O Espírito Santo fez um movimento na Igreja. Armando foi bispo metodista de Cuba por 22 anos até 1991. Ele se aposentou e vive em Lakeland, na Flórida, EUA. Seu filho, Armando Jr., é pastor da Igreja Metodista Unida John Wesley em Tallahassee, Flórida, no condado de Leon. 

Segundo seu filho, Armando salvou as igrejas metodistas em Cuba de serem fechadas pelo governo. Armando sempre foi um homem nobre, de bondade comprovada e decente, vivendo entre uma matilha de lobos.[12]

 

 

Profeta dos Direitos Humanos na Argentina 

 

O bispo Federico José Pagura (1923–2016) deixou um legado profundo na Argentina e na América Latina como uma das vozes mais resilientes na defesa dos direitos humanos, no fortalecimento do ecumenismo e na renovação da hinologia cristã. [13]

Federico José Pagura (1923-2016) nasceu em Arroyo Seco, Santa Fé, Argentina. Na adolescência, converteu-se na Igreja Metodista.

Foi professor da Escola Normal e se graduou na Faculdade Evangélica de Teologia em Buenos Aires. Casado com Rita com quem teve três filhos.

Doutor Honoris Causa pela Universidade de Toronto, Canadá, e pela Universidade de Pauw, Indiana, EUA. Ordenado pastor metodista em 1950.

Foi escritor, poeta e compositor. Foi presidente do comitê editorial que publicou em 1962 um hinário interdenominacional, Cântico Nuevo. Eleito bispo em 1969, serviu na Costa Rica e Panamá até 1973. Foi um dos fundadores do Movimento Ecumênico para os Direitos Humanos em 1976.

Foi eleito bispo da Igreja Metodista Evangélica da Argentina (1977-1989). Na ditadura argentina (1976-1983), participou das vigílias silenciosas das Mães da Plaza de Mayo, protestando contra o rapto de crianças.

Ajudou os refugiados na perseguição política. Foi presidente do Conselho Latino-Americano de Igrejas e do Conselho de Bispos Metodistas na América Latina e no Caribe. Em 1998, foi eleito um dos dez copresidentes do Conselho Mundial de Igrejas.

O Conselho Nacional das Igrejas de Cristo dos Estados Unidos lhe outorgou o Prêmio Mauricio López de Direitos Humanos.

Em 2003, o Congresso argentino incluíu Pagura entre os “mais notáveis” do país.

Em 2012, foi lançada sua biografia Alvorada de Esperança – Vida e testemunho de um profeta latino-americano. É um ícone da resistência contra as ditaduras militares e da profética defesa dos direitos humanos. Muitos o consideram um herói latino-americano.[14]

 

Um bispo fundamental na organização do protestantismo na América Latina

 

O legado de Sante Uberto Barbieri (1902–1991) como bispo é definido por sua liderança ecumênica global, sua vasta produção literária e seu papel fundamental na organização do protestantismo na América Latina. Imigrante italiano que se converteu ao metodismo no Brasil, ele se tornou uma das figuras mais influentes da Igreja Metodista no século XX. [15]

Sante Uberto Barbieri (1902-1991) nasceu em Dueville, província de Vicenza, Norte da Itália, e chegou ao Brasil com oito anos. Filho de Maria Luigia Zanzotto e Sante Barbieri. Seus antepassados eram anarquistas italianos, amantes da liberdade.

Na infância, enfrentou a doença e o preconceito étnico. Foi idealizador da Academia Passo-Fundense de Letras.

Quando jovem, escrevia para o jornal A Época, em Passo Fundo (RS), quando achou um recorte de jornal, em 1921, no qual um padre católico atacava os metodistas. Ele não conhecia os metodistas, mas escreveu para defendê-los. Foi chamado de “monstro” pelo pároco, mas foi assim que ele conheceu e se tornou um metodista.

No primeiro domingo de abril de 1923, foi recebido como membro da Igreja Metodista em Passo Fundo. Ele se formou bacharel em Artes e Teologia, em Porto Alegre. Mais tarde, obteve grau de mestre em Antigo e Novo Testamento, na Southern Methodist University e na Emory University, EUA.

Voltou ao Brasil em 1933 para dirigir a Faculdade de Teologia do Concílio Regional do Sul. Foi o primeiro reitor da Faculdade de Teologia da Igreja Metodista, em 1938. No ano seguinte, foi servir à missão metodista no Uruguai e Argentina.

Em Buenos Aires, foi reitor do Union Theological Seminary. Casou-se com Odette de Oliveira.

Em 1949, foi eleito bispo na Conferência Central da América Latina para a Argentina, Uruguai e Bolívia. Em 1954, foi um dos seis presidentes eleitos para o Conselho Mundial de Igrejas.

Em 1969, presidiu as primeiras sessões para a constituição do Ciemal. Escreveu na coluna “Lendo a Bíblia hoje”, no jornal Expositor Cristão. Escreveu diversos livros, entre eles Aspectos da pobreza humana, Poemas Y Prosa e Uma estranha estirpe de audazes.[16]

 

 

Primeiro bispo metodista no Paraguai 

 

O legado do Bispo Pablo Mora, como figura central da Igreja Metodista no Paraguai, é marcado pela defesa dos direitos humanos, ação missionária ativa e combate a práticas culturais prejudiciais em comunidades indígenas. [17]

Pablo Mora nasceu em Assunção, Paraguai. Seu pai era pastor e vários dos seus 13 irmãos foram pastores. Algumas das irmãs se casaram com pastores. [18]

Em 1968, sua irmã casada com um missionário indígena, o convidou e ele foi com eles para a fronteira em Pedro Juan Caballero (Paraguai) e Ponta Porã (Brasil).

Posteriormente, a Missão Norueguesa o convidou para trabalhar como missionário junto aos indígenas. Ele foi consagrado evangelista. Mais tarde, a Igreja Metodista de Campo Grande o convidou para vir ao Brasil e Pablo passou a ajudar nas congregações. [19]

Pablo foi convidado e estudou na Faculdade de Teologia da Universidade Metodista em Rudge Ramos, São Paulo.

Ele foi pastor metodista na 5ª região. Sua primeira nomeação foi em 1972 para Rondonópolis. Depois pastoreou Fátima do Sul, Nova Andradina e foi o primeiro pastor em Rondonópolis, RO. Foi pastor ainda em Porto Velho e o primeiro pastor em Cuiabá, MT, e no campo missionário de Ji-Paraná, RO.[20]

Em 1976, ele se casou com Claudete. Tiveram dois filhos: Thiago e Rebeca. 

Após um culto de avivamento na Igreja Metodista de Londrina, onde ele ministrou, foi convidado pelo Dr. Norival, para ser missionário no Paraguai. Ele aceitou e o primeiro culto foi realizado no dia 9 de abril de 1988.

Como advogado, dr. Norival fez a gestão de toda a parte administrava e o Pablo a parte pastoral e espiritual. Como educadora especializada, Claudete organizou o Instituto Bíblico Metodista.

O reverendo e Sra. Virgil Maybray de Wilmore, Kentucky (EUA) foram também como missionários juntamente com outros.

Dr.Norival triundade foi o primeiro presidente da Comunidade Evangélica Metodista do Paraguai. Posteriormente, por eleição, Pablo Mora foi eleito substituido Norival Trindade. O sistema episcopal foi instituido.

Dentre suas posições teológicas, estão:

“Para Obispo do Paraguay, Pablo Mora, a Igreja precisa assumir seu papel. “As Igrejas Metodistas tem uma voz profética em favor dos injustiçados, dos empobrecidos. Já está tudo na mão, basta assumir essa responsabilidade ainda mais. O Presidente do meu país está pedindo que as Igrejas Metodistas se pronunciem denunciando as injustiças”, declara”.[21]

Numa reunião do Conselho de Bispos e Comissão Diretiva do Ciemal em 2012, na Sede Nacional, em São Paulo, Brasil, para tratar sobre o discipulado, bispo Pablo foi entrevistado.

Destacamos parte dessa entrevista.

O repórter perguntou:

Há alguma parceria com o Paraguai? Isso pode provocar algumas mudanças?

Bispo Pablo respondeu: O mais relevante para nós é o tema do discipulado. Isso tem mexido em nossos corações. Vamos colocar isso em prática agora. Vai haver mudança sim, e isso será notado.

A Igreja do Paraguai é muito grata pelas orações e apoio que nos tem dado.

Gostaria que a Igreja Metodista brasileira continuasse sendo nossa parceira. A 1ª Região tem nos ajudado com um grupo; assim como a 6ª que nos apoia com um casal de missionários que estão praticamente há uns 21 anos no Paraguai.

A 5ª Região a qual servi e passei um tempo maravilhoso do pastorado no Brasil, tem sido nossa parceira muito de perto. Esperamos que outras regiões possam participar também. Gostaríamos de ter uma parceria muito maior já que Brasil e Paraguai têm fronteiras muito grandes, começando no sul do Mato Grosso indo até o Paraná. Esperamos trabalhar mais juntos. Somos 42 Igrejas Metodistas no Paraguai em 24 anos completados dia 9 de abril. Temos 27 pastores paraguaios, três missionários americanos e um casal de missionários brasileiros e, além dessas pessoas, temos também os seminaristas que estão no trabalho da Igreja”.[22]

Um talento de Pablo Mora é cantar hinos tocando violão.

Foi Superintendente da Igreja Metodista de Honduras.[23] Mora em Tegucigalpa, Honduras.

Depois de 55 anos de ministério pastoral foi jubilado.

 

Líder do avivamento metodista em Cuba

 

O bispo Ricardo Pereira Díaz é reconhecido como um dos líderes religiosos mais influentes de Cuba, tendo presidido a Igreja Metodista em Cuba (IMCP) por mais de duas décadas. Eleito bispo em março de 1999, seu legado é marcado por um crescimento institucional sem precedentes e pela defesa ativa de valores conservadores no cenário político-social cubano. [24] 

Ricardo Pereira Díaz nasceu em 9 de junho de 1956, em Rancho Veloz, Las Villas, Cuba, que atualmente é conhecida como província de Villa Clara.

Ricardo cresceu em Potrerillo, província de Holguin, onde frequentou a escola primária.

“Frequentou o ensino médio em Rafael Freyre, província de Holguín, e o Ensino Médio na província de Camagüey, onde começou a trabalhar como pastor assistente. Ele recebeu sua educação teológica através dos cursos oferecidos pela Conferência Anual Cubana. Ele se formou em Teologia; ele recebeu um PhD e um Doutorado em Divindade no Latin American College na sede de Miami”. [25]

Ricardo Pereira começou a trabalhar como “Pastor Assistente em 1973 em Camagüey. Ele foi nomeado Pastor da Conferência Anual Cubana em 1975 na província de Las Tunas. Ele serviu em Las Tunas, Pilon e Niquero, que ficam na região leste de Cuba, e mais tarde serviu como assistente do bispo Armando Rodriguez em El Vedado, Havana”. [26]

“Trabalhou como Superintendente Distrital em Pinar del Rio por doze anos. Durante sua jornada de fé, ele serviu como presidente da Juventude Nacional e da organização Nacional de Homens Metodistas. Ele presidiu a Área de Evangelismo para a Conferência e o Discipulado. Ele foi eleito bispo em março de 1999. Atualmente, ele é o pastor sênior da Igreja Metodista em Marianao, Havana, a maior igreja da Conferência, com 3700 membros”. [27]

O impacto sob a liderança do bispo

“A Igreja Metodista em Cuba tem crescido de 5 a 10 por cento ao ano. Novas missões e igrejas foram abertas em municípios e territórios onde não havia presença da Igreja Metodista. Sob a liderança do Bispo Pereira, a Igreja Metodista impactou todas as províncias e municípios com o Evangelho, tendo uma igreja ou uma missão. Da mesma forma, de 1999 até hoje, a Igreja cresceu de 98 cargos pastorais para 545 e de 8.000 para 57.371 membros”. [28]

O bispo Ricardo Pereira “é casado com a pastora Maritza Proenza Ortega, que atualmente atua como vice-presidente do Ministério da Mulher Metodista Cubana. Eles têm dois filhos, Ricardo Pereira Jr. e Yosvany Pereira, ambos pastores”.[29]

Tempo dedicado à Igreja

O bispo Ricardo Pereira “concentra seu tempo no crescimento, projetos e objetivos da Igreja Metodista em Cuba. Sua história do tremendo crescimento da igreja cristã em Cuba controlada pelos comunistas inspirou inúmeras igrejas existentes e encorajou muitos cristãos a iniciar novas comunidades de fé. O bispo Pereira foi eleito líder episcopal na Igreja Metodista Cubana em 1999. Ele também serve simultaneamente como pastor sênior da maior igreja de Cuba. Na época em que o bispo Pereira se tornou ministro, o cristianismo em Cuba estava em baixa. Ninguém queria ser pastor. Ele foi ameaçado e espancado pelos comunistas e ordenado a deixar o país, mas persistiu em tentar reconstruir a igreja. Na década de 1970, o bispo Pereira fez repetidas tentativas de revitalizar a igreja por meio de qualquer programa disponível, mas a igreja continuou a declinar. Ficando sem ideias, ele optou por orar e jejuar com força e persistência. Havia 3.000 membros em 1985, hoje são mais de 30.000. Em 1999, havia 90 igrejas metodistas em Cuba; agora são 361. A igreja tem um crescimento médio de 10% a cada ano, mas no último quadriênio, o crescimento ultrapassou 60%”. [30]

A influência do bispo Ricardo é notária na Igreja Metodista em Cuba.

Quando ele foi eleito bispo, “havia uma presença metodista em menos da metade da nação cubana; hoje, essa presença é de até 90%”.[31]

O bispo está confiante de que eles podem alcançar os 10% restantes antes do final de seu episcopado![32]

Uma Igreja alegre

"Nossa igreja é uma igreja que tem alegria", disse o bispo Ricardo.

Segundo o bispo Ricardo Pereira, "aprendemos a amar – mesmo em meio aos problemas – por meio de Jesus Cristo. Não permitimos que nenhum obstáculo nos impeça. As pessoas vêm com seus tambores, com suas guitarras, e as pessoas estão felizes. Isso é um testemunho. Mesmo os membros do governo comunista – ensinados a não acreditar – alguns deles estão conhecendo o Evangelho e chegando à fé por meio de Jesus Cristo".[33]

O que é ser metodista

Bispo Ricardo esclareceu sobre o que é ser metodista em uma entrevista de alguns anos atrás:

“Algumas pessoas estão confusas sobre o que significa ser metodista. Alguns pensam que ser metodista é apenas cantar os hinos que Charles Wesley compôs, o que é uma coisa boa. Mas os metodistas cubanos seguem o espírito de Wesley. O que Charles Wesley fez? Ele pegou a música de seu tempo e escreveu letras evangélicas. Eles tinham teologia e doutrina e é exatamente isso que estamos fazendo. Ainda cantamos seus hinos, mas usamos nossa música e usamos letras evangélicas e bíblicas. Nosso povo podia cantar a Bíblia sem parar. E nosso ritmo cubano convida você a mover todo o seu corpo. [risos]”. [34]

 

Legado pela renovação da missiologia latino-americana e pela defesa da missão integral

 

 

O legado do bispo Mortimer Arias (1924–2016) é definido pela renovação da missiologia latino-americana e pela defesa da missão integral, unindo a evangelização tradicional ao compromisso com a justiça social. Uruguaio de nascimento e líder metodista global, Arias foi um dos principais articuladores do pensamento protestante na Teologia da Libertação. [35]

 

Mortimer Arias (1924-2016) nasceu em Durazno, Uruguai. Nos anos 60 seu pai decidiu mudar-separa a cidade de Cochabamba. Ele e seus cinco irmãos atravessaram a montanha gelada tremendo de frio. Foi ordenado em 1947. É casado com Beatriz. 

Entre 1947 e 1961 foi executivo da Igreja Metodista do Uruguai. Depois foi para a Igreja Metodista na Bolívia onde foi pastor, superintendente e secretário executivo nacional. Depois, tornou-se o bispo (1969 a 1976) inaugurando o período de autonomia da Igreja Evangélica Metodista na Bolívia. 

Em 1980, por causa de sua luta pelos direitos humanos, a junta militar na Bolívia mandou prendê-lo ficando cinco semanas. Foi liberado sob a condição de que ele deixar o país. Bispo. Ele ensinou no Seminário de Claremont e Escola Iliff de Teologia. Foi Secretário-Geral do CIEMAL (1978-1983). 

Ele é um teólogo, educador, pastor. É compositor de hinos e cânticos da liturgia latino-americana contemporânea, dentre eles,  "No meio da Vida", que foi traduzido para vários idiomas. Ele é bispo emérito da Igreja Metodista da  Bolívia. 

Ensinou na Claremont School of Theology e serviu como presidente do Seminário Bíblico Latino-Americano na Costa Rica. Publicou diversos livros e artigos, incluindo Anunciando o Reino de Deus (1984) e The Cry of My People (1980, com Esther Arias), Salvação Hoje (1974) etc. 

Participou da Assembleia dos Direitos Humanos, Bolívia, desde 1975; Justiça ativa e Comissão de Paz (1970-1975), Federação Metodista de Ação Social, Estados Unidos, desde 1981, Força tarefa  da América Central, desde 1981. Associação Membro Professores de Missão dos Estados Unidos, Academia de Evangelismo dos Estados Unidos. 

No dia 17 de maio de 2016, a Conferência Geral da Igreja Metodista Unida reconheceu o trabalho do Bispo Mortimer Arias, com 92 anos, atribuindo-lhe o prêmio para o Ecumenismo.[36] 

 

Bispo da Igreja Metodista e Superintendente da Igreja Metodista Global no Peru 

 

Na estrutura metodista, o termo "Superintendente" costuma referir-se à liderança de distritos específicos, mas o título de Bispo que ele carregou na denominação nacional indica uma jurisdição sobre todo o país durante seu mandato. [37] 

Samuel Aguilar Curi nasceu no Peru. Estudou Teologia no Seminário Metodista Peru e Sociologia na Universidade San Martin de Porres. Graduou-se como Mestre da Universidade Nacional de San Marcos de Política Social. 

Ele tem também licenciatura em Gestão Política de Governança e atribuído pela Escola de Governo e Políticas Públicas na Universidade Católica. 

Samuel foi superintendente do Distrito de Lima e Callao e pastor nas igrejas Comas 11 Comas 13, Pedregal, primeira igreja, Huamanga e Carabayllo. 

Foi coordenador de Educação e Comunicação para o Desenvolvimento no Centro Cristão de Promoção e Serviços (1993-2012). Samuel foi eleito Bispo da Igreja Metodista do Peru (2014-2018) substituindo o Rev. Jorge Bravo Caballero. 

Após sua eleição falou sobre a união nos programas de evangelização, crescimento da igreja e impacto na sociedade peruana. Samuel é também Presidente do Conselho Evangélico Nacional. 

A Igreja Metodista do Peru tem tomado medidas para a Justiça Climática. Após a 20ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP20) ser realizada em 2014, em Lima, Peru, o bispo Samuel criou o Grupo de Trabalho sobre Justiça Climática com metodistas com “experiência de campo em eco-teologia, gestão de desastres e riscos, diálogo inter-religioso, ecumenismo e capacitação dentro da igreja e da sociedade”. 

O Grupo de Trabalho refletiu inicialmente sobre o cuidado da criação e a Missão da igreja. Como mordomos da criação de Deus, uma das primeiras providencias foi reduzir o uso de materiais descartáveis ​​nos ambientes da Igreja.  Em 2014, foi promovida a conferência "Comprometidos com cuidados com a Criação". 

A Igreja Metodista do Peru é membro do Conselho Inter-Religioso do Peru - Religiões pela Paz. É membro também do Fórum de Ação de Igrejas Juntas (ACT) no Peru. A Igreja apoiou a "ACT agora para a Justiça Climática". 

Por causa da reflexão, diálogo e ações em relação à justiça climática, a Igreja Metodista tem sido vista como a Igreja que promove o cuidado pela criação.[38] 

Samuel Aguiar se transferiu e ajudou a criar a Igreja Metodista Global no Peru em 2026. Foi designado Superintendente da Igreja Metodista Global no Peru. 

"No dia 14 de março, num culto especial no âmbito da Primeira Conferência, o Bispo Kenneth Levingston reconheceu os pastores ordenados Samuel Aguilar Curi e Toribio Portocarrero Jimenez como pastores da Igreja Metodista Global. 

O Reverendo Samuel Aguilar Curi assumiu a Superintendência da Igreja Metodista Global no Peru”.[39]  

 

 

Bispo que supervisionou o metodismo no México

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7Warren Akin Candler (1857-1941) foi um influente bispo da Igreja Metodista Episcopal do Sul (M.E. Church, South) que desempenhou um papel fundamental na expansão e supervisão do metodismo na América Latina, incluindo o México). [40]

 

Warren Akin Candler (1857-1941) nasceu em Villa Rica, Georgia , EUA.

Seu pai foi um próspero comerciante, fazendeiro e deputado. Seus filhos foram criados em meio a uma vida espiritual. Estudou em Villa Rica e no Emory Colégio, em Oxford, Georgia (1874-1877).

Ele se casou com Sarah Antoinette "Nettie" Curtright e tiveram cinco filhos. Em 1882, ajudou a fundar o Instituto Paine em Augusta, Georgia, para o ensino superior de afro-americanos. Foi membro do Conselho de Curadores da Paine.

Começou como pastor em 1885, em Atlanta. Depois foi pastor em Sparta, Dahlonega, e Augusta (1883-1886). 

Foi editor-assistente do Nashville Christian Advocate (1886-1888), o jornal principal da Igreja Metodista Episcopal, Sul. Foi o décimo Presidente da Faculdade Emory (1888-1898). Foi eleito Bispo pela Conferência Geral da Igreja ME, Sul (1898-1935).

Por várias vezes teve a responsabilidade Episcopal do metodismo no México (1903-1906, 1909-1910) e Oriente (China, Japão e Coreia).

“Supervisão no México (1903-1910): Candler atuou como bispo encarregado das missões metodistas no México durante o início do século XX. Seu trabalho focou na organização eclesiástica e no fortalecimento das instituições metodistas em território mexicano em um período de transição política e social no país, conforme registrado na Encyclopedia.com.”[41]

Serviu como conselheiro espiritual a seu irmão, Asa Griggs Candler, fundador da Companhia da Coca-Cola encorajando o seu apoio a causas Igreja, particularmente Emory.

A criação da Universidade Emory, em Atlanta, se deve em grande parte ao apoio financeiro de Asa Candler, que doou US $ 1.000.000 e depois US $ 6.000.000.

Recebeu honorário de Doutor em Divindade, em 1888, e Doutor em Letras, em 1897. Ele se tornou o primeiro reitor da Universidade de Emory, em 1914, e lutou por valores tradicionais.  

Além da Escola de Teologia Emory abriu um Hospital Universitário. Escreveu muitos artigos religiosos e quinze livros.

Publicou a biografia de Thomas Coke (1923), Charles Betts Galloway (1927) e Young John Allen (1931).

Em sua homenagem, a Escola de Teologia de Emory recebeu o nome de  Escola de Teologia Candler bem como o Hospital Candler, em Savannah. Foi o Primeiro Cidadão de Atlanta, em 1932.[42]

 

Ajudou na consolidação da presença da Igreja Episcopal Metodista do Sul no México durante o final do século XIX

 

Charles Betts Galloway (1849-1909) foi um bispo proeminente da Igreja Episcopal Metodista do Sul (Methodist Episcopal Church, South). Sua conexão com a Igreja Metodista no México destaca-se por sua liderança missionária e supervisão episcopal naquela região. [43]

Charles Betts Galloway (1849-1909) nasceu em Kosciusko, Mississippi. Foi educado na Universidade de Mississippi como um brilhante aluno. Sua conversão ocorreu em 1867.

Tornou-se pastor metodista. Era um pregador popular e impressionante, um forte defensor da proibição de bebidas. Tinha aparência agradável, procedimento digno e um sorriso que conquistava imediatamente. Tinha sabedoria, eloquência e cultura notáveis.

Em 1882, foi nomeado editor do New Orleans Christian Advocate e, em 1886, foi eleito bispo. Galloway se dedicou às Missões. Em 1888, presidiu a Conferência Central do México. Houve um derramar do Espírito Santo nos cultos realizados aos domingos.

“Abaixo, os pontos principais de sua atuação: 

  • Supervisão Episcopal no México: Após ser eleito bispo em 1886 — tornando-se conhecido como o "Bispo Menino" devido à sua pouca idade na época — Galloway foi designado para supervisionar as missões metodistas no México, Japão e China.
  • Expansão Missionária: Ele foi um fervoroso defensor do trabalho missionário global. Suas viagens pela América Latina e outros continentes para espalhar o Evangelho foram registradas em seu livro A Circuit of the Globe (1895).
  • Influência Regional: Galloway era considerado uma das personalidades mais influentes do mundo metodista de sua época. No México, sua gestão ajudou a estruturar as conferências anuais e a consolidar a presença da Igreja Episcopal Metodista do Sul no país durante o final do século XIX.” [44]

Em 1894, visitou os campos missionários orientais e fez uma volta ao mundo, ministrando na China, Japão, México, Brasil. Visitou o Egito, Síria, Grécia, Itália, Cingapura, Índia, Israel.

Esteve no Brasil como bispo e presidiu as Conferências nos anos de 1897 e 1901, tendo sido considerado “um príncipe em Israel”.

Sua coragem e consagração diante da febre amarela na cidade de Vichsburg, EUA, levaram o povo de Jackson, onde foi pastor por duas vezes, a amá-lo mais do que nunca.

Quando faleceu, nunca houve na cidade de Jackson um enterro com tantas pessoas. Jornais da cidade noticiaram que o bispo Galloway foi um dos maiores homens que o Estado de Mississipi teve. Recebeu o título de “bispo missionário da Igreja Metodista”. Foi autor de mais de seis livros.[45]

 



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[12] http://www.theledger.com/article/20131010/NEWS/131019987?p=1&tc=pg

http://religionrevolucion.blogspot.com/2013_10_01_archive.html

[13] Visão geral do modo  IA do Google

[14] Pesquisa: http://en.wikipedia.org/wiki/Federico_Jos%C3%A9_Pagura

http://www.wcc-coe.org/wcc/what/jpc/pagura-e.html

http://www.lanacion.com.ar/73724-distincion-al-obispo-federico-pagura

[15] Visão geral do modo  IA do Google

[16] Pesquisa: http://en.wikipedia.org/wiki/Sante_Uberto_Barbieri

http://www.metodista.br/ppc/caminhando/caminhando-16/no-olho-do-furacao-como-barbieri-se-tornou-metodista

www.apletras.com.br

http://www.apletras.com.br/site/index.php/instituicao/ex-presidentes

http://www.cogeime.org.br/wp-content/uploads/2012/11/Sante-Uberto-Barbieri-recorte-biográfico-de-um-imigrante-italiano-no-Brasil-meridional-e-sua-inserção-no-metodismo.pdf

[17] Visão geral do modo  IA do Google

[18] Informações dados por Pablo Mora pelo WhatsApp, em 14 de maio de 2025.

[19] Idem.

[20] Idem.

[21]https://www.metodista.org.br/ comite-diretivo-e-conselho-de-bispos-do-ciemal-definem-plano-estrategico

[22]https://www.metodista.org.br/bispo-do-paraguai-afirma-que-discipulado-mexe-no-coracao

[23]https://py.linkedin.com/in/pablo-mora-975359a5?trk=people-guest_people_search-card

[24] Visão geral do modo  IA do Google

[25] https://www.eo.travelwithus.com/find-a-trip/lecturers/64b1b143ae7c303f0c30a6ce/#eotours

[26] Idem.

[27] https://www.eo.travelwithus.com/f find-a-trip/lecturers/64b1b143ae7c303f0c30a6ce/#eotours

[28] Idem.

[29] Idem.

[30]https://aldersgate2015.sched.com/speaker/bishopricardopereira

[31] Idem.

[32] Idem.

[33]https://thunderstruck.org/cuban-methodism-interview-with-bishop-ricardo-pereia/

[34]  Idem.

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[39] https://www.facebook.com/odilon.chaves/posts/igreja-metodista-global-do-peru-realiza-primeira-conferência-e-faz-nomeações-no-/26615193821397803/

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[45] Crédito foto: arquivo Wolfords. Fonte foto: https://www.flickr.com/photos/wofford_archives/3118988262

Pesquisa: http://famousamericans.net/charlesbgalloway/

ROCHA, Isnard. Pioneiros e Bandeirantes do metodismo no Brasil. 1967, Imprensa Metodista, p.52.

KENNEDY, J.L.. Cinqüenta Anos de Metodismo no Brasil.1926, p.92

BUYERS, Paul E. Os Fundadores do Metodismo. 1929, Imprensa Metodista.

http://rpgsis.com/download/Os-fundadores-do-Metodismo.pdf

http://en.wikipedia.org/wiki/Charles_Betts_Galloway

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