Wesley, os sacramentos e os seus benefícios
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fevereiro de 1998.
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Capa: John Wesley - Facebook José
Viladecans
Toda
gloria a Deus!
Odilon Massolar Chaves é pastor metodista
aposentado, doutor em Teologia e História pela Universidade Metodista de São
Paulo.
Filho do rev.
Adherico Ribeiro Chaves e Roza Massolar Chaves.
É casado com RoseMary.
Tem duas filhas: Liliana e Luciana.
Sua tese tratou sobre o avivamento metodista na
Inglaterra no século XVIII e a sua contribuição como paradigma para nossos
dias.
Teologia.
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“Em resumo, portanto, é nosso dever não
somente legal e inocente, mas justo e estrito, de conformidade com a prática
ininterrupta de toda a Igreja de Cristo desde os primeiros tempos, consagrarmos
nossos filhos a Deus pelo batismo como era ordem para que a Igreja dos judeus o
fizesse pela circuncisão”
(João
Wesley)
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Índice
·
Introdução
·
Destaques dos
capítulos do livro
·
O sacramento
da Ceia do Senhor
·
O Batismo
Cristão
·
Os benefícios
do batismo
·
Wesley e a
prática de batismo
·
Wesley e o
batismo de crianças
·
Pais da Igreja que defenderam o batismo de
crianças
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Introdução
“Wesley, os sacramentos e os seus benefícios” é um livro de 30 páginas
que trata sobre os sacramentos e os seus benefícios na visão e ensino de
Wesley.
“Para John Wesley, os sacramentos são meios de graça essenciais, definidos como sinais exteriores e
canais ordenados por Deus para comunicar sua graça preventiva, justificadora e
santificante às almas. Seguindo a tradição da Reforma e sua formação na Igreja
Anglicana, o Metodismo reconhece formalmente dois sacramentos:
o Batismo e
a Ceia do Senhor”. [1]
Wesley defendeu três formas de batismo: aspersão,
imersão e derramamento ou lavagem.
“Wesley mantinha a prática do batismo de crianças,
vendo-o como um sinal da graça de Deus que precede a própria resposta humana
(graça preveniente)”. [2]
Wesley se fundamenta na Bíblia e na tradição
da Igreja, “Os Pais da Igreja (patrística) apoiaram majoritariamente o batismo
de crianças desde os primeiros séculos, considerando-o uma tradição apostólica
para a regeneração espiritual e purificação do pecado original. Figuras
como Orígenes (séc.
III) e Santo Agostinho enfatizaram a necessidade do sacramento para
recém-nascidos, enquanto Hipólito de Roma descreveu
ritos envolvendo crianças (séc. II-III)”. [3]
Os benefícios dos sacramentos são diversos e essenciais.
Um tema necessário para nossos dias.
O Autor
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Destaques dos capítulos do livro
O sacramento da Ceia do Senhor
Para John Wesley, a Ceia do Senhor é um
"meio de graça" essencial e o principal banquete de nutrição
espiritual, onde Cristo está realmente presente de forma espiritual para os
fiéis. Wesley via o sacramento não apenas como
um memorial, mas como um encontro real com Deus que fortalece a alma, confirma
o perdão e impulsiona o crente rumo à santidade.[4]
O Batismo Cristão
John Wesley via o batismo como um sacramento
sagrado e um "meio de graça" instituído por Cristo, que simboliza a
lavagem do pecado e a nova vida. Ele defendia o
batismo infantil como acolhimento na aliança de Deus e aceitava formas como
aspersão, infusão ou imersão, focando na regeneração e incorporação à igreja. [5]
Os benefícios do batismo
Para John Wesley, o batismo era um sacramento
instituído por Cristo, funcionando como um "sinal visível de uma
graça invisível" e um meio de graça que traz benefícios espirituais
significativos, tanto para adultos quanto para crianças. [6]
A prática do
batismo no ministério de John Wesley (1703-1791) era profundamente
sacramental, influenciada por sua formação anglicana, mas adaptada ao contexto
avivalista do movimento metodista. Wesley via o
batismo como um sinal visível da graça invisível e um meio de aliança com Deus.[7]
Wesley e o
batismo de crianças
John Wesley defendia firmemente o batismo de
crianças (pedobatismo), vendo-o como um meio de graça que purifica do pecado
original e acolhe a criança na aliança de Deus.
Baseado na tradição da igreja, ele argumentava que, como Jesus abençoou as
crianças, elas não devem ser impedidas, sendo batismo um sinal de acolhimento. [8]
Pais da Igreja que defenderam o batismo de
crianças
Os principais Pais da Igreja que defenderam
ou mencionaram o batismo de crianças (pedobatismo) na Igreja Primitiva
incluem Orígenes, Cipriano de Cartago, Agostinho de Hipona e Irineu de Lyon. Eles viam o rito como necessário para a remissão do
pecado original, com a prática consolidando-se principalmente a partir do
século III como tradição apostólica. [9]
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O sacramento da Ceia do Senhor
Para John Wesley, a Ceia do Senhor é um
"meio de graça" essencial e o principal banquete de nutrição
espiritual, onde Cristo está realmente presente de forma espiritual para os
fiéis. Wesley via o sacramento não apenas como
um memorial, mas como um encontro real com Deus que fortalece a alma, confirma
o perdão e impulsiona o crente rumo à santidade.[10]
“Pontos
Chave da Visão Wesleyana:
- Meio
de Graça: Wesley considerava a Ceia um dos
mais importantes meios de graça instituídos, através do qual Deus comunica
perdão, força e vida espiritual.
- Presença
Real Espiritual: Wesley rejeitava a
transubstanciação, mas defendia uma presença real e espiritual de Cristo,
que é recebida pela fé do cante.
- Comunhão
Constante: Ele defendia ardorosamente a
celebração constante da Ceia (diária ou semanal), argumentando que todo
cristão deve comungar sempre que possível para nutrir sua alma.
- Mesa
Aberta: A Ceia é vista como uma mesa ‘convertida’,
um convite a todos os pecadores arrependidos que buscam a Deus, não apenas
para os ‘perfeitos’.
- Lembrança
e Esperança: O ato é uma anamnese (relembrar)
a morte de Cristo, ao mesmo tempo em que anuncia seu retorno.
- Foco
na Santidade: A Ceia é parte central do caminho
para a santidade (perfeição cristã), pois dá força para amar e obedecer a
Deus.
Em resumo, Wesley via a Ceia como um encontro transformador e vitalício, não um simples rito simbólico”. [11]
Alguns pontos importantes
Utilizando um pequeno pedaço de pão e um
copinho de suco de uva, os evangélicos participam da Ceia do Senhor,
geralmente, no primeiro domingo de cada mês.
A ceia do Senhor é um sacramento. É um sinal
visível de uma graça invisível de Deus.
Foi instituída por Jesus.
Mas qual o motivo de praticarmos a Santa
Ceia?
A Ceia do Senhor é o sinal de nossa redenção
em Cristo e o memorial perpétuo de sua paixão e morte.
Quais os elementos que constituem a Ceia do
Senhor?
* O pão (Mt 26.26), que simboliza o corpo de Cristo.
* O vinho (Mt 26.27), que simboliza o sangue de Cristo.
A importância da confiança no ato da Ceia
Para Wesley, o
simples ato da Ceia do Senhor para nada aproveita!
“Não há poder
para salvação senão no Espírito de Deus”.
Não há mérito
senão no sangue de Cristo.
“Aquilo que é ordenado por Deus não transmite graça se não confiarmos somente nele.” [12]
Quais os benefícios que a Ceia do Senhor
traz?
* Perdão dos nossos pecados passados,
* O fortalecimento presente,
* E a renovação das nossas almas. [13]
O que é necessário para participarmos da Ceia
do Senhor?
* Pertencer ao povo de Deus através da fé em Jesus (1Co 11.25),
* Examinar a consciência e confessar o pecado (1Co 11.28-29),
* Participar com a consciência em paz com Deus e com o próximo (1Co
11.20-22,33).
“Para John Wesley, o sacramento da Ceia do
Senhor (ou Santa Comunhão) é muito mais do que um simples memorial; é
um meio de graça divinamente ordenado, através do qual Deus
comunica sua presença e amor aos fiéis. Wesley incentivava a comunhão
constante, vendo-a como uma fonte vital de nutrição espiritual e santificação”. [14]
O Batismo Cristão
John Wesley via o batismo como um sacramento
sagrado e um "meio de graça" instituído por Cristo, que simboliza a lavagem
do pecado e a nova vida. Ele defendia o batismo
infantil como acolhimento na aliança de Deus e aceitava formas como aspersão,
infusão ou imersão, focando na regeneração e incorporação à igreja. [15]
“Pontos principais da visão
de John Wesley sobre o batismo:
- Sacramento
como Meio de Graça: Wesley acreditava
que o batismo é um canal através do qual Deus opera de forma invisível,
fortalecendo a fé e oferecendo graça ao batizado.
- Significado
Teológico: Representa o novo nascimento, a purificação
dos pecados e a marca de pertença à aliança da graça com Deus, não sendo
apenas um ato simbólico.
- Batismo
Infantil: Wesley apoiava o batismo de
crianças, vendo-o como o meio pelo qual o Cristo ressuscitado acolhe os
pequenos na Sua igreja, comparável à circuncisão no Antigo Testamento.
- Modo
de Batismo: A água é necessária, mas o modo
(imersão, aspersão ou derramamento) não é essencial. Wesley defendia que
todos os métodos tradicionais de aplicação de água são aceitáveis, não se
prendendo apenas à imersão.
- Necessidade
de Regeneração: Embora o batismo seja um sinal do
novo nascimento, Wesley enfatizava que ele deve ser acompanhado pela fé
pessoal e pela experiência do Espírito Santo para a salvação plena, pois o
batismo por si só não garante a conversão interna.
Para Wesley, o batismo marca o início da jornada cristã e a entrada na comunidade de fé, sendo o "primeiro sinal" da nova vida, essencialmente atrelado à fé pessoal.” [16]
O que é o batismo
Wesley diz: “É o sacramento iniciatório que
nos faz entrar na aliança com Deus.
* Foi instituído por Cristo, o único que tem poder para instituir um
sacramento adequado,
* Um sinal, um selo, garantia e meio de graça,
* Perpetuamente obrigatório para todos os cristãos”. (28)
A Bíblia não se preocupa com a forma. Apenas
diz: “Quem crer e for batizado será salvo” (At 16.16).
Vamos agora ver as três formas de batismo:
1. Aspersão
Embora o Novo Testamento não descreva
explicitamente o modo de aplicação da água, defensores da aspersão
(aspersão/efusão) apontam cenários onde a imersão seria difícil, como o
batismo de 3.000 pessoas em um dia (Atos 2), o carcereiro de Filipos à meia-noite
(Atos 16:33) e Paulo na "Rua Direita" (Atos 9:18). [17]
-
Ananias partiu, entrou na casa, impôs-lhe as mãos e disse: “Saulo, meu
irmão, quem me envia é o Senhor, esse Jesus que te apareceu no caminho por onde
vinhas ... A seguir, levantou-se e foi batizado” (At 9.17-19).
- O carcereiro de Filipos também foi batizado
dentro da cadeia e não em um rio (At 16.31-33).
- É importante lembrar que a palavra batismo é usada para dizer que o
Espírito Santo veio sobre a pessoa (At 1.5-8; 11.15-17).
2. Imersão
“Segundo John Wesley, o principal exemplo bíblico que faz
alusão ao batismo por imersão no Novo Testamento é encontrado em Romanos
6:4”. [18]
Sobre Romanos 6.4, Wesley
comentou: “Estamos enterrados com ele - aludindo à antiga forma de batizar por imersão.
Que assim como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória – Poder glorioso. Do
Pai, assim também nós, pelo mesmo poder, devemos ressuscitar; E assim como Ele
vive uma nova vida no céu, também devemos caminhar na nova vida. Isso, diz o
apóstolo, nosso próprio batismo representa para nós”.[19]
A imersão consiste em afundar a pessoa na
água; há dois fatos na Bíblia que dão ideia de ser batismo por imersão;
- O batismo de João Batista (Mc 3.6).
- O batismo do eunuco (At 8.26-40).
3. Derramamento ou lavagem
Batismos em Jerusalém (Atos 2 e Atos 4): Wesley aponta que, quando Pedro batizou
3.000 pessoas no dia de Pentecostes e, posteriormente, mais 5.000, é improvável
que houvesse rios ou tanques suficientes em Jerusalém para imersão total. Ele
cita o observador Fuller, que notou a ausência de grandes correntes de água na
cidade, tornando a aspersão/derramamento o método prático. [20]
Consiste em derramar água sobre a pessoa; há
um fato na Bíblia que dá a impressão de ter havido este batismo: quando três
mil pessoas foram batizadas num só dia (At 2.41),
Ezequiel 36.25 diz: “Derramarei água pura
sobre vós e ficareis purificados ...”
“Segundo Ezequiel 36:25, a forma de
purificação prometida por Deus é a aspersão (derramamento) de água pura sobre
o seu povo”.[21]
Wesley comentou: “Aspergir - "Isso
significa tanto o sangue de Cristo aspergido sobre sua consciência, para tirar
sua culpa, como a água da purificação foi aspergida, para tirar sua impureza
cerimonial e a graça do espírito aspergida sobre toda a alma, para purificá-la
de todas as inclinações e disposições corruptas."[22]
Os elementos do Batismo:
* Jesus apenas disse: “Ide, portanto, fazei discípulos de todos as nações,
batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”. (Mt 28.19).
* Então, importa no batismo:
-
Batizar com água;
-
Batizar em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Wesley afirma: “Digo pela lavagem, imersão ou
aspersão porque a Escritura não determina qual destes meios deve ser usado quer
por preceito expresso, quer por um exemplo claro que o prove, quer ainda pela
força ou pelo significado da palavra batizar”.[23]
Os benefícios do batismo
Para John Wesley, o batismo era um sacramento
instituído por Cristo, funcionando como um "sinal visível de uma
graça invisível" e um meio de graça que traz benefícios espirituais
significativos, tanto para adultos quanto para crianças. [24]
O batismo, como sinal e meio de
graça, inicia uma pessoa em uma aliança com Deus na qual ela participa de cinco benefícios básicos[25]:
- Somos lavados da nossa culpa do pecado
original
Wesley
afirma: “... todos nascemos sobre a culpa do pecado de Adão ... E a virtude
deste dom gratuito, os méritos da vida e da morte de Cristo nos são aplicados
no batismo”. [26]
“Wesley atribuiu a remoção da culpa do pecado
original à graça preventiva como benefício incondicional (Carta a John Mason)”.
[27]
- Entramos na aliança de Deus
Wesley diz: “Como a circuncisão era o meio de
se entrar naquela aliança; o batismo o é agora”. [28]
“Para Wesley, essa aliança do Novo Testamento
é aquela em que Deus promete "dar-lhes um novo coração e um novo espírito,
para aspergir água limpa sobre eles." O batismo é, em suas palavras,
"apenas uma figura" da realidade da renovação interior".[29]
- Somos feitos membros de Cristo
Wesley afirma: “Somos admitidos na Igreja
pelo batismo e, consequentemente, feitos membros de Cristo, a sua cabeça ...
Pois, ‘todos os que são batizados em Cristo’- (Gal 3.27), isto é, são
misticamente unidos e feitos um com Ele”. [30]
“O terceiro e quarto benefícios conferem
admissão na Igreja, ou filiação ao corpo de Cristo, e adoção na família de Deus
para aqueles nascidos da água e do Espírito”. [31]
- Somos feitos filhos de Deus
Wesley
diz: “Sendo enxertados no corpo da Igreja de Cristo, somos feitos filhos de
Deus pela adoção e pela graça”.
Isto se baseia no seguinte: “Se um homem não
nascer da água e do Espírito, não pode entrar no Reino de Deus” (Jo 3.5).
Assim, pela água como um meio, a água do batismo, somos regenerados ou nascidos
de novo, de onde o ser ele chamado também pelo
apóstolo de ‘a lavagem da regeneração’ ”. [32]
- Somos herdeiros do Reino dos Céus
* “Somos herdeiros do Reino dos Céus em consequência de sermos feitos
filhos de Deus.” [33]
* “O batismo nos salva se a nossa vida o corresponder, se nos arrependermos, crermos e obedecermos o Evangelho; supondo-se isso, como ele nos admite à Igreja daqui, assim também o somos na glória futura.” [34]
Destacamos ainda dois outros benefícios
O batismo também é um “Meio de Santificação: O batismo não é apenas um ritual de entrada,
mas um meio pelo qual o Espírito Santo começa a trabalhar a santificação no
crente”. [35]
“[O] mérito da vida e morte de Cristo são aplicados
a nós no batismo. 'Ele se entregou pela igreja,
para santificar e purificá-la com a lavagem da água pela palavra;' ou seja, no
batismo, o instrumento comum de nossa justificação. Concordando com isso, nossa
Igreja ora no ofício batismal para que a pessoa a ser batizada seja 'lavada e
santificada pelo Espírito Santo, e, sendo libertada da ira de Deus, receba a
remissão dos pecados e desfrute da bênção eterna de sua lavagem celestial'; e
declara na rubrica ao final do ofício: 'É certo, pela Palavra de Deus, que
crianças que se batizaram, morrendo antes de cometer pecado real, são salvas.'
E isso concorda com o julgamento unânime dos antigos padres”.[36]
Wesley e a prática de batismo
A prática do batismo
no ministério de John Wesley (1703-1791) era profundamente sacramental,
influenciada por sua formação anglicana, mas adaptada ao contexto avivalista do
movimento metodista. Wesley via o batismo como
um sinal visível da graça invisível e um meio de aliança com Deus.[37]
O que é a
Igreja [38]
Wesley
pergunta e responde:
“A Igreja católica ou universal consiste de todas as
pessoas no universo a quem Deus chamou do mundo concedendo-lhes as qualidades
acima referidas, ‘como sendo um corpo unido por um Espírito, tendo uma fé,
uma esperança, um batismo; um Deus e Pai de todos, que está acima de
todos, através de todos e em todos”. [39]
“Batizei sete adultos, dois deles por imersão”
Em Colchester, na quarta-feira, dia 21 março de 1759, Wesley disse:
“Batizei sete adultos, dois deles por imersão; e à noite (os próprios ministros
os expulsaram por irem ouvir os metodistas) Administrei a Ceia do Senhor a
eles, e muitos outros, a quem seus vários professores haviam repelido pelo
mesmo motivo”. [40]
O fundamento teológico do
batismo
“Pela
lavagem, imersão ou aspersão porque a Escritura não determina qual destes meios
deve ser usado quer por preceito expresso”
O batismo e o novo nascimento
“Ele
insiste sobre o batismo de crianças que ele baseia sobre a graça salvadora, um
dos benefícios universais da expiação”
Para
Wesley, “o batismo se relaciona com o novo nascimento e o exige para que se
torne efetivo, real. Ele insiste sobre o batismo de crianças que ele baseia
sobre a graça salvadora, um dos benefícios universais da expiação. Wesley nunca
cessou de enfatizar o dever da expiação. Wesley nunca cessou de enfatizar o
dever da comunhão frequente, desejando que sou povo participasse dela pelo
menos uma vez por semana”.[41]
O que é o
batismo?
“A
Escritura não determina qual destes meios deve ser usado quer por preceito
expresso”
“É o
sacramento iniciatório que nos faz entrar na aliança de Deus. Foi instituído
por Cristo o único que tem poder para instituir um sacramento adequado, um
sinal, um selo, garantia e meio de graça, perpetuamente obrigatório para todos
os cristãos. Não sabemos realmente o tempo exato da sua instituição, mas
sabemos que foi muito antes da ascensão do Senhor. Foi instituído na sala da
circuncisão, pois, como aquela era um sinal e um selo da aliança de Deus, assim
é este. O elemento deste sacramento é a água que é o mais próprio para este uso
simbólico, dado o seu poder natural de limpar. O batismo é realizado pela
lavagem, pela imersão ou pela aspersão da pessoa em nome do Pai, do Filho e do
Espírito Santo”, [42]
disse Wesley.
E ele
completa: “Digo pela lavagem, imersão ou aspersão porque a Escritura não
determina qual destes meios deve ser usado quer por preceito expresso, quer por
um exemplo claro o que prove, quer ainda pela força ou pelo significado da
palavra batizar.” [43]
Entramos na
aliança de Deus pelo batismo
“Um novo
coração e um novo espírito e borrifar-lhes água limpa"
“Entramos
na aliança de Deus pelo batismo”, disse Wesley, “naquela aliança eterna que Ele
ordenou para sempre - Sal. 111:9; aquela nova aliança que Ele prometeu fazer
com o Israel espiritual, "o dar-lhes um novo coração e um novo espírito e
borrifar-lhes água limpa", da qual o batismo é apenas uma figura, "e
não mais lembrar-se dos seus pecados e iniquidades"; numa palavra, ser o
seu Deus como prometeu a Abraão, na aliança evangélica feita com ele e com toda
a sua descendência espiritual - Gên. 17:7,8”, [44] disse Wesley.
A
circuncisão e o batismo
“Os judeus
eram admitidos à Igreja pela circuncisão; assim são os cristãos pelo batismo”
“Como a
circuncisão era o meio de se entrar naquela aliança”, disse Wesley, “o batismo
o é agora, o qual é chamado pelo Apóstolo (sendo as suas palavras reproduzidas
por muitos bons intérpretes) ‘a condição, contrato ou aliança de uma boa
consciência para com Deus’. Somos admitidos na Igreja pelo batismo e,
consequentemente, feitos membros de Cristo, a sua cabeça. Os judeus eram
admitidos à Igreja pela circuncisão; assim são os cristãos pelo
batismo. Pois ‘todos os que são batizados em Cristo’, em seu nome, por
esse meio ‘revestiram-se de Cristo’- Gál.3:27, isto é, são misticamente unidos
a Cristo e feitos um com Ele. "Somos todos batizados por um Espírito,
formando uni corpo" - I Cor. 12:13, especialmente a Igreja – ‘o corpo de
Cristo’ - Ef. 4:12”. [45]
“Somos
regenerados ou nascidos de novo”
“Assim,
pela água como um meio, a água do batismo, somos regenerados ou nascidos de
novo”, disse Wesley, “de onde o ser ele chamado também pelo Apóstolo ‘a lavagem
da regeneração’. A nossa Igreja, portanto, não atribui maior virtude ao batismo
do que o próprio Cristo o fez. Ela também não atribui esse fato à lavagem
externa, mas à graça interior, a qual, adicionada ao ato, torna-o um
sacramento”, [46] disse
Wesley.
O batismo e
a salvação
“O batismo
nos salva se a nossa vida correspondê-lo, se nos arrependermos, crermos e
obedecermos ao evangelho”
“O batismo
nos salva se a nossa vida correspondê-lo, se nos arrependermos, crermos e
obedecermos ao evangelho; supondo-se isso, como ele nos admite à Igreja daqui,
assim também o somos na glória futura”, disse. [47]
“De
conformidade com a prática ininterrupta de toda a Igreja de Cristo desde os
primeiros tempos”
“Em resumo,
portanto, é nosso dever”, disse Wesley, “não somente legal e inocente, mas
justo e estrito, de conformidade com a prática ininterrupta de toda a Igreja de
Cristo desde os primeiros tempos, consagrarmos nossos filhos a Deus pelo
batismo como era ordem para que a Igreja dos judeus o fizesse pela circuncisão.
Obras: "Um trabalho sobre o batismo", 1, daqui e dali (X, 188,
190-92, 201)”. [48]
Os benefícios
Em “Um
Tratado sobre o Batismo (1756)”, “Wesley baseou-se extensivamente na obra
anterior de seu pai, The Pious Communicant (1700), para produzir uma
defesa robusta da prática como sacramento instituído por Cristo e da obrigação
perpétua. Aqui os benefícios conferidos são aqueles tradicionalmente associados
ao batismo: a lavagem do pecado original; entrada na nova aliança em Cristo;
incorporação à Igreja; e regeneração ou novo nascimento”. [49]
Wesley e o batismo de crianças
John Wesley defendia firmemente o batismo de
crianças (pedobatismo), vendo-o como um meio de graça que purifica do pecado
original e acolhe a criança na aliança de Deus.
Baseado na tradição da igreja, ele argumentava que, como Jesus abençoou as
crianças, elas não devem ser impedidas, sendo batismo um sinal de acolhimento. [50]
“Wesley
considerava que a prática do batismo infantil era mantida tanto pelas
escrituras quanto pela tradição da Igreja primitiva. Ele entendia o batismo, especificamente
o batismo infantil, como a circuncisão do Novo Testamento, e citou sua prática
no livro dos Atos e na tradição cristã durante os primeiros mil oitocentos
anos”. [51]
“Ele
reconheceu que o batismo infantil, como sacramento iniciático, era o ‘caminho
ordinário’ para ser iniciado em Cristo e na graça regeneradora. No entanto,
como obra iniciática, o batismo infantil não era um selo que completava a regeneração ou
salvação. Wesley observou que muitos batizados ainda bebês pecavam sua graça
batismal, como ele fazia aos dez anos de idade, e precisavam do novo
nascimento. Embora batizado ainda bebê, Wesley veio ao lugar onde precisava
nascer novamente para entrar no reino de Deus. Wesley responde àquele que
depende estritamente do batismo infantil: "Não se apoiem mais no cajado
daquela cana partida, que nasceram de novo no batismo. Quem nega que foram
então feitos filhos de Deus e herdeiros do reino dos céus? Mas não obstante
isso, agora vocês são filhos do diabo." Wesley encontrou muitos que
reivindicavam o batismo em palavra, mas o negavam por seus atos, e não tinham
as marcas do novo nascimento, que são ‘poder sobre o pecado exterior’, fé,
esperança e amor (‘O Novo Nascimento’ e ‘Marcas do Novo Nascimento’). O fruto
do Espírito, e não apenas a água, significa a verdadeira marca da regeneração”. [52]
“O
batismo é a graça iniciadora que acompanha o batismo dos bebês”. [53]
Quem
foi batizado quando criança precisa crescer na graça.
“A
necessidade do novo nascimento nos anos mais recentes não descarta nem nega a
graça inicial no batismo infantil, e também não nega que, mais tarde na vida, é
preciso nascer novamente. O que é iniciado no batismo infantil precisa crescer
à medida que a criança se desenvolve moralmente e amadurece até a idade
adulta”. [54]
Clareza de Wesley sobre o batismo de
crianças
“Em nenhum lugar o Novo
Testamento proíbe explicitamente a prática”
“Embora a evidência direta do
batismo infantil seja bastante escassa no primeiro século, ele é claramente
praticado no segundo, o que é difícil de explicar se não tivesse sido praticado
nos primeiros anos da igreja. Para aqueles que continuam céticos, Wesley
lembra-lhes que em nenhum lugar o Novo Testamento proíbe explicitamente a
prática”.[43]
“Batize primeiro as crianças e,
se elas puderem falar por si mesmas, deixe-as fazê-lo. Caso contrário, deixe
que seus pais ou outros parentes falem por eles” (A Tradição Apostólica 21:16
[215 d.C.])”.[55]
Wesley se fundamenta na Bíblia e na tradição da Igreja, “Os Pais da
Igreja (patrística) apoiaram majoritariamente o batismo de crianças desde os
primeiros séculos, considerando-o uma tradição apostólica para a regeneração
espiritual e purificação do pecado original. Figuras como Orígenes (séc. III) e Santo Agostinho
enfatizaram a necessidade do sacramento para recém-nascidos, enquanto Hipólito de Roma descreveu ritos envolvendo crianças
(séc. II-III)”. [56]
Pais da Igreja que defenderam o batismo de crianças
Os principais Pais da Igreja que defenderam
ou mencionaram o batismo de crianças (pedobatismo) na Igreja Primitiva
incluem Orígenes, Cipriano de Cartago, Agostinho de Hipona e Irineu de Lyon. Eles viam o rito como necessário para a remissão do
pecado original, com a prática consolidando-se principalmente a partir do
século III como tradição apostólica. [57]
O que significa “Pais da Igreja”
É a designação que se dá a “um
grupo influente de teólogos, bispos, escritores e líderes cristãos que viveram
entre os séculos II e VII d.C.. Eles foram os sucessores naturais dos
apóstolos, responsáveis por liderar a igreja primitiva logo após a morte dos
discípulos de Jesus, estabelecendo as bases teológicas e doutrinárias do
cristianismo”. [58]
Veja alguns deles:
Orígenes (185-254) nasceu de pais cristãos em
Alexandria. Foi teólogo, escritor e filósofo.[59]
Foi o mais completo conhecedor da Bíblia entre os escritores cristãos dos
primeiros séculos.
Ele foi um “influente teólogo
cristão, foi um dos primeiros a documentar e defender o batismo de crianças
(pedobatismo) como uma prática tradicional da Igreja, ligando-a diretamente à
tradição apostólica. Ele argumentava que, embora
os bebês não tivessem pecado pessoal, necessitavam do batismo para a remissão
do pecado original herdado de Adão”. [60]
Ele escreveu que o batismo de
crianças veio dos apóstolos:
“Orígenes também defende que a
Igreja deve batizar as crianças: ‘A Igreja recebeu dos Apóstolos a tradição de dar batismo
também aos recém nascidos (Epist. ad Rom. Livro 5,9).”[61]
“A Igreja recebeu dos apóstolos
a tradição de dar o batismo até às crianças”
Ele disse: “Toda alma que nasce
na carne é manchada pela sujeira da maldade e do pecado... Na Igreja, o batismo
é dado para a remissão dos pecados e, de acordo com o costume da Igreja, o
batismo é dado até mesmo às crianças. Se não houvesse nada nas crianças que
exigisse a remissão dos pecados e nada nelas pertinente ao perdão, a graça do
batismo pareceria supérflua’ (Homilias sobre Levítico 8:3 [248 d.C.]). “A
Igreja recebeu dos apóstolos a tradição de dar o batismo até às crianças. Os
apóstolos, a quem foram confiados os segredos dos sacramentos divinos, sabiam
que existem em cada pessoa tensões inatas do pecado [original], que devem ser
lavadas pela água e pelo Espírito’ (Comentários sobre Romanos 5:9 [248
d.C.])”. [62]
Testemunho de Cipriano
São Cipriano de Cartago (século III) foi um firme defensor do
batismo infantil, argumentando que a graça divina não deve ser negada às
crianças. Ele sustentava que, como a criança
carrega o pecado original, o batismo é necessário para a remissão e união com Cristo,
prática que considerava unanimidade na Igreja primitiva. [63]
Cipriano foi bispo de Cartago do
século III. Ele se empenhou na expansão do cristianismo na África. Ele afirmou que o batismo de
crianças era prática comum dos cristãos. Isto é confirmado no Concílio de
Cartago (255 - 256 d.C.).[64]
“Eles não deveriam ser batizados
no segundo ou terceiro dia após o nascimento”
Ele disse: “Quanto ao que diz
respeito ao caso dos bebês: Você [Fidus] disse que eles não deveriam ser
batizados no segundo ou terceiro dia após o nascimento, que a antiga lei da
circuncisão deveria ser levada em consideração, e que você não o fez. acho que
alguém deveria ser batizado e santificado dentro do oitavo dia após seu
nascimento. Em nosso conselho, parecia-nos muito diferente. Ninguém concordou
com o curso que você achava que deveria ser seguido. Em vez disso, todos nós
julgamos que a misericórdia e a graça de Deus não devem ser negadas a nenhum
homem nascido” (Cartas 58:2 [253 d.C.])”.[65]
“Santo Irineu de Lyon (século II) é uma
das primeiras evidências patrísticas da prática do batismo infantil na Igreja
Primitiva. Em sua obra, ele menciona que ‘bebês,
crianças pequenas... e adultos’ renascem a Deus por meio do batismo, defendendo
que o batismo substituiu a circuncisão e é necessário para a remissão de
pecados e salvação”. [66]
Quem foi Santo Irineu de Lyon (c. 130–202)?
Ele “foi um bispo, teólogo e Pai da Igreja do
século II, fundamental na consolidação da teologia cristã ortodoxa contra o
gnosticismo. Discípulo de Policarpo (que conheceu o Apóstolo João), ele atuou
na Gália (atual França), combatendo heresias com a obra clássica "Adversus Haereses". [67]
A oposição ao batismo infantil
Só no século XVI surgiram os
anabatistas condenando o batismo de crianças.
“Os anabatistas levavam
esse nome por recusarem o batismo em idade infantil, reservando-o apenas à
idade adulta, na qual o indivíduo estaria apto para decidir a respeito”.[68]
Martinho Lutero, que foi batizado quando criança
e que fez a Reforma Protestante, não concordou com os anabatistas e foi a favor
do batismo de crianças.
“Martinho Lutero defendeu fervorosamente o batismo de crianças
(pedobatismo) durante a Reforma, contrapondo-se aos anabatistas. Para Lutero, o batismo é um meio de graça instituído
por Deus, essencial para o perdão dos pecados e a fé, sendo capaz de regenerar
a criança, mesmo sem o uso da razão”. [69]
Em nossos dias, um outro
Martinho Lutero Junior também foi batizado quando criança.
O batismo de Martin Luther King
Jr
“Rev. Martin Luther King Jr.,
foi batizado quando criança na igreja”
Martin Luther King Jr.
(1929-1968) “foi um pastor batista norte-americano que ficou conhecido por sua
liderança na luta contra a segregação racial nos EUA nas décadas de 1950 e
1960”.[70]
Martin Luther King
Jr. era filho do pastor batista Martin Luther King e Alberta Williams King. Seu pai era pastor na Igreja
Batista Ebenezer.
“Ao longo de sua longa história,
a Igreja Batista Ebenezer, localizada em Atlanta, Geórgia, tem sido um lar
espiritual para muitos cidadãos da comunidade ‘Sweet Auburn’. Seu membro mais
famoso, Rev. Martin Luther King Jr., foi batizado quando criança na igreja.
Depois de proferir um sermão experimental à congregação em Ebenézer, aos 19
anos, Martin foi ordenado ministro. Em 1960, o Dr. tornou-se co-pastor de
Ebenezer com seu pai, o Rev. Ele permaneceu nessa posição até sua morte em
1968. Como despedida final de seu lar espiritual, o funeral do Dr. Martin
Luther King Jr.”[71]
O distrito de “Sweet Auburn”
está localizado ao leste do centro de Atlanta.
Um dever
“Consagrarmos nossos filhos a
Deus pelo batismo”
Wesley afirma: “Em resumo,
portanto, é nosso dever não somente legal e inocente, mas justo e estrito, de
conformidade com a prática ininterrupta de toda a Igreja de Cristo desde os
primeiros tempos, consagrarmos nossos filhos a Deus pelo batismo como era ordem
para que a Igreja dos judeus o fizesse pela circuncisão”. [72]
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[12] WESLEY, J. - Sermões de Wesley. Imprensa Metodista, v.2,
1954, p. 352.
[13] WESLEY, J. - Sermões de Wesley, SP, Imp. Met., 1954, p. 111, v. 1.
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[18] Visão geral criada por IA do Google
[19]
https://wesley.nnu.edu/john-wesley/john-wesleys-notes-on-the-bible/notes-on-st-pauls-epistle-to-the-romans/#c5572
[20] Visão geral criada por IA do Google
[21] Visão geral criada por IA do Google
[22]https://wesley.nnu.edu/john-wesley/john-wesleys-notes-on-the-bible/notes-on-the-book-of-ezekiel/#Chapter+XXXVI
[23] BURTNER R. R. CHILES, R. - Coletânea da Teologia de João
Wesley, SP, JUGEC, 1960, p. 273.
[24] Visão geral criada por IA do Google
[25]
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[26] BURTNER R. R. CHILES, R. - Coletânea da Teologia de João
Wesley, SP, JUGEC, 1960, p. 274.
[27]
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[28] BURTNER R. R. CHILES, R. - Coletânea da Teologia de João
Wesley, SP, JUGEC, 1960, p. 270.
[29]
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[30] BURTNER R. R. CHILES, R. - Coletânea da Teologia de João
Wesley, SP, JUGEC, 1960. p. 275.
[31]
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[32] WESLEY, J. - Sermões de Wesley, SP,
Imp. Met., 1954, p. 111, v. 1.
20.BURTNER R. R. CHILES, R. - Coletânea da
Teologia de João Wesley, SP, JUGEC, 1960, p. 275.
[33] BURTNER R. R. CHILES, R. - Coletânea da Teologia de João
Wesley, SP, JUGEC, 1960. p. 275
[34] BURTNER R. R. CHILES, R. - Coletânea da Teologia de João
Wesley, SP, JUGEC, 1960. p. 275
[35] Visão geral criada por IA do Google
[36] https://firebrandmag.com/articles/a-wesleyan-view-of-baptism
[37] Visão geral criada por IA do Google
[38] COLETÂNIA DA TEOLOGIA DE JOÃO WESLEY Compilação de Robert W.
Burtner e Robert E. Chiles. 2ª edição: 1995. Editor: Filipe P. de Mesquita.
Setor de Publicações da Pastoral Bennett Instituto Metodista Bennett, p.101.
[39] Idem.
[40] Wesley, seu próprio historiador. Wesley, seu próprio
historiador.
https://quod.lib.umich.edu/m/moa/AGV9079.0001.001?rgn=main;view=fulltext.Wesley,
seu próprio historiador. Cincinnati: Hitchcock e Walden. 1870
[41] BURTNER, Robert W.; CHILES, Robert E. Coletânea da Teologia
de João Wesley. JGEC. São Paulo: Imprensa Metodista, 1960
[42] BURTNER, Robert W.; CHILES, Robert E. Coletânea da Teologia
de João Wesley. JGEC. São Paulo: Imprensa Metodista, 1960
[43] Idem.
[44] Idem.
[45] BURTNER, Robert W.; CHILES, Robert E. Coletânea da Teologia
de João Wesley. JGEC. São Paulo: Imprensa Metodista, 1960
[46] Idem.
[47] BURTNER, Robert W.; CHILES, Robert E. Coletânea da Teologia
de João Wesley. JGEC. São Paulo: Imprensa Metodista, 1960
[48] Idem.
[49] https://dmbi.online/index.php?do=app.entry&id=137
[50] Visão geral criada por IA do Google
[51]
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[52]
wesleyan-baptism-sacramental-and-evangelical-firebrand-big-readwesleyan-baptism-sacramental-and-evangelical-firebrand-big-read
[53] Idem
[54] Idem.
[55] https://www.churchfathers.org/infant-baptism
[56] Visão geral criada por IA do Google
[57] Visão geral criada por IA do Google
[58] Visão geral criada por IA do Google
[59] https://www.estudantedefilosofia.com.br/filosofos/origenes.php
[60] Visão geral criada por IA do Google
[61] https://pt.wikipedia.org/wiki/Orígenes
[62] https://www.churchfathers.org/infant-baptism
[63] Visão geral criada por IA do Google
[64] https://servantofchrist.tripod.com/ofsuchisthekingdom/id18.html;
https://northamanglican.com/infant-baptism-a-treatise-in-defense-of-infant-baptism-written-in-the-scholastic-style-part-i/
[65] https://www.churchfathers.org/infant-baptism
[66] Visão geral criada por IA do Google
[67] Visão geral criada por IA do Google
[68]
https://escolakids.uol.com.br/historia/revoltas-anabatistas.htm
[69] Visão geral criada por IA do Google
[70] https://brasilescola.uol.com.br/historiag/martin-luther-king.htm
[71]
https://www.nps.gov/malu/planyourvisit/ebenezer_baptist_church.htm
[72] BURTNER, Robert W.; CHILES, Robert E. Coletânea da Teologia
de João Wesley. JGEC. São Paulo: Imprensa Metodista, 1960,.p.210.
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