Líderes convertidos e discipulados por Wesley
Odilon Massolar Chaves
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fevereiro de 1998.
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Capa: John Wesley - Facebook José
Viladecans
Toda
gloria a Deus!
Odilon Massolar Chaves é pastor metodista
aposentado, doutor em Teologia e História pela Universidade Metodista de São
Paulo.
Filho do rev.
Adherico Ribeiro Chaves e Roza Massolar Chaves.
É casado com RoseMary.
Tem duas filhas: Liliana e Luciana.
Sua tese tratou sobre o avivamento metodista na
Inglaterra no século XVIII e a sua contribuição como paradigma para nossos
dias.
Teologia.
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Índice
· Introdução
· Destaques dos capítulos do livro
· A mãe do metodismo na América
· Louca por Jesus
· Um homem de fogo
· Precursor do metodismo em
Antígua
· De rebelde a confidente de
Wesley
· Fundador do metodismo na América
· Príncipe dos pregadores
metodistas
· Grande teólogo metodista
profundamente moldado pela influência direta de John Wesley
· Pai das missões do metodismo
· O apóstolo do metodismo na
América
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Introdução
“Líderes convertidos e discipulados por Wesley” é
um livro de 47 páginas sobre a história de conversão e discipulado de homens e
mulheres que ouviram Wesley pregar e se converteram.
Alguns tiveram a genuína conversão nascendo de
novo. Outros se converteram ao metodismo, como Thomas Coke.
Adam Clarke se tornou um metodista e foi moldado pela influência direta de John Wesley. Wesley foi o mentor espiritual de Francis Asbury.
Posteriormente, diversos deles se tornaram
pregadores ou líderes de classes e mesmo bispos.
“O movimento metodista no século XVIII foi impulsionado
pela pregação de John Wesley após sua experiência de conversão (o "coração
aquecido") em 1738. Wesley não pregava apenas em igrejas, mas ao ar livre,
o que levou à conversão de milhares de pessoas comuns, muitas das quais se
tornaram pregadores itinerantes ("circuit riders") e líderes de
classe”. [1]
Os grandes líderes do Movimento Metodista tiveram a
influência direta de Wesley.
Estudo que destaca a importância da pregação e
discipulado. No Movimento Metodista foi assim que muitos se tornaram grandes
líderes.
O Autor
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Destaques dos capítulos do livro
A mãe do metodismo na América
Barbara Ruckle
Heck (1734-1804) converteu-se aos 18 anos de idade através da pregação direta
de John Wesley.
Conhecida
como a "Mãe do Metodismo Americano", ela desempenhou um papel crucial
na história religiosa.[2]
Louca por Jesus
Após ouvir Wesley, ela
experimentou uma profunda mudança espiritual, passando a cantar hinos
constantemente. Essa mudança de comportamento fez com que seu empregador e
médicos a considerassem insana. [3]
Um homem de fogo
Thomas Webb (1724–1796), conhecido como Capitão Webb, foi uma figura fundamental no início do metodismo e teve sua experiência de conversão ligada ao movimento metodista liderado por John Wesley. [4]
Precursor do metodismo em Antígua
Nathaniel Gilbert
(1721-1774), um advogado, plantador e político influente de Antígua,
converteu-se ao metodismo em Londres após ouvir John Wesley, o fundador do
movimento metodista. [5]
De rebelde a confidente de Wesley
Mather trabalhou com seu pai na padaria. Aos 19 anos, foi para Londres, onde se tornou padeiro e se converteu com a pregação de Wesley. [6]
Fundador do metodismo na América
Philip Embury se converteu em 1752 após ouvir uma pregação
de John Wesley na Irlanda.Embora tenha nascido em uma família de
origem alemã (palatinos), sua experiência religiosa decisiva ocorreu sob a
influência direta do movimento metodista liderado por Wesley. [7]
Príncipe dos pregadores metodistas
John Nelson (1707–1774), um pedreiro e um dos mais notáveis pregadores leigos
do início do movimento metodista, converteu-se após ouvir John Wesley pregar em
Moorfields, Londres, em 1739. [8]
Grande teólogo metodista profundamente moldado pela
influência direta de John Wesley
Adam Clarke (c. 1760/1762 – 1832) foi um
influente teólogo, pregador e estudioso bíblico metodista britânico,
profundamente moldado pela influência direta de John
Wesley. Ele
é famoso por seu abrangente comentário bíblico, que serviu como recurso
teológico metodista primário por dois séculos.[9]
“Thomas Coke (1747–1814): Conhecido como o "pai
das missões metodistas". Após conhecer Wesley, converteu-se ao metodismo
fervoroso e tornou-se um dos principais organizadores e líderes, sendo enviado
por Wesley como um dos primeiros bispos metodistas nos EUA”. [10]
O apóstolo
do metodismo na América
“John Wesley foi o mentor e
principal influência teológica e estrutural na vida de Francis Asbury,
moldando-o como o líder do Metodismo Americano. Wesley designou Asbury em 1771
para as colônias e, em 1784, nomeou-o superintendente, inspirando a itinerância
e a organização da igreja que Asbury estabeleceu na América”. [11]
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A mãe do
metodismo na América
Barbara Ruckle Heck (1734-1804) converteu-se aos 18 anos
de idade através da pregação direta de John Wesley.
Conhecida como a "Mãe do Metodismo
Americano", ela desempenhou um papel crucial na história religiosa.[12]
Barbara
Ruckle Heck (1734-1804) nasceu no condado de Limerick,
Irlanda. Seus pais haviam fugido da perseguição religiosa na Alemanha. Era
filha de Sebastian Ruckle. Heck pertencia a uma colônia de alemães que veio de
Palatinado* e se estabeleceu em Ballingrane, condado Limerick, por volta de
1708.
Ela se converteu aos 18 anos através da
pregação de Wesley. “Na sequência da segunda visita de John Wesley à Irlanda,
em 1748, o que levaria ao estabelecimento da Conferência Irlandesa, muitos
neste grupo de cerca de 100 famílias se tornaram metodistas. Entre os
convertidos, que foram reunidos em sociedades metodistas, estavam Barbara
Ruckle e seu futuro marido, Paul Heck”. Eles se casaram em 1760 e tiveram duas
filhas e três filhos.
Em 1760, partiram com um grupo de irlandeses
para o Novo Mundo, estabelecendo-se na colônia de Nova York. Emigraram com o
objetivo de fundar uma fábrica de linho em Nova York, o que não foi alcançado.
Ela e os novos colonos tiveram várias outras formas de emprego.
No grupo estava seu primo Philip Embury,
carpinteiro, que se converteu também com Wesley, na Irlanda, e que havia
recebido carta de pregador. Mas o grupo perdeu o zelo religioso e passou para a
decadência espiritual.
Em 1766, ao ver um grupo jogando cartas,
Barbara varreu a mesa, jogou as cartas na lareira e desafiou Philip a pregar na
sua própria casa com a frase: “Philip, tens de pregar para nós ou todos iremos
para o inferno e Deus exigirá nosso sangue de tuas mãos”.
Criaram duas classes em Nova York. Logo o
local se tornou pequeno e alugaram um “Cenáculo”.
O primeiro grupo incluiu os Hecks e seu
escravo, Betty, imigrantes irlandeses e um número de afro-americanos. Barbara
Heck desenhou a capela simples na John Street, que representou a primeira
localização permanente do grupo.
No ano seguinte, eles foram apoiados pelo
capitão e metodista Thomas Webb. Em 1768, na Rua St. John, em Nova York, foi
erigida a primeira capela metodista na América.
Com o
marido e outros membros da comunidade foi cultivar terras cultivadas perto de
Salem, no condado de Washington, New York (1770);
Quando
a Guerra Revolucionária Americana começou, em 1766, Paul Heck pegou em armas
para lutar pelos britânicos.
Paul
participou do exército do general inglês John Burgoyne** e acabou sendo preso
por soldados patriotas, mas escapou à noite enquanto eles dormiam e fugiu com
sua esposa para Augusta, Canadá. Em 1778, sua fazenda, em Vermont, foi
confiscada pelos rebeldes.
Em
1774, a família recebeu uma doação de terras em Maynard, onde realizaram a
primeira classe metodista em sua pequena cabana na floresta, onde permaneceram
pelo resto de suas vidas.
“Eles
e outras antigas famílias palatinas que vieram para esta área e para os bairros
da Baía de Quinte aparentemente procuraram manter vivos os rudimentos da
comunhão metodista e da disciplina. Estes dois grupos foram os núcleos dos
primeiros circuitos no que viria a ser a Conferência do Canadá da Igreja
Episcopal Metodista”.
O
clérigo metodista Albert Carman comentou que Barbara Heck tinha uma vida
humilde, santa, irrepreensível e morreu entre seus parentes com sua Bíblia em
seus joelhos.
Em
1817, Samuel, filho de Barbara, foi ordenado diácono na capela metodista em
Elizabethtown.[13]
Louca por
Jesus
Martha Thompson (1731-1820) nasceu em Preston, Inglaterra. Aos dezenove anos, já tinha aprendido a ser uma costureira. Mas sua mãe morreu e quando seu pai se casou de novo, seu lar se tornou infeliz.
Martha desejou mudar e se lembrou de Crankshaw, uma senhora rica que havia se mudado e vivia em uma mansão em Londres. Ela lhe escreveu pedindo para ser domestica e foi aceita. Fez uma viagem muita árdua e longa de 209 milhas.
Depois de dois anos trabalhando, ao passar um dia por Moorfields*, viu um pregador em meio a uma multidão que dizia: “Você deve nascer de novo”. Era Wesley. O sermão tocou seu coração.
Meses mais tarde, ela passou em Moorfields e viu a multidão, ouviu hinos e Wesley pregando dizendo para se arrepender e ser nova pessoa em Jesus. Foi o que Martha fez.
Ela passou a louvar no trabalho irritando seus companheiros que reclamaram com a patroa. Ela foi examinada por um médico que a diagnosticou como sofrendo de "mania religiosa". Foi internada em Bedlam, a “Casa de Loucos”. Tempo depois, um cavalheiro metodista visitou Bedlam, conheceu Martha e levou uma carta sua para João Wesley, em Londres.
No dia seguinte, Wesley enviou dois médicos, que a declararam sã. Wesley a levou para a casa de metodistas, que cuidaram dela. Seu desejo era voltar para casa em Preston. Um dia Wesley a levou a cavalo por muitos kilometros.
Ao chegar em Stafford, onde deveria pregar, ele colocou Martha numa diligência e ela chegou a Preston. Seu pai a recebeu com alegria. Seu coração era metodista e ela viajava seis milhas para ir a uma Sociedade Metodista em Hoghton. Depois reuniu cinco pessoas interessadas numa classe em Preston e progrediu como costureira.
Em 1766, ela se casou com o metodista Joseph Whitehead. Wesley esteve em Preston, pelo menos, três vezes pregando e visitando os doentes. Martha ministrava aos pobres e visitava os enfermos.
Era chamada de “anjo da luz”. Sua história é contada no musical "Ride! Ride!", escrito por Alan Thornhill e composto por Penelope Thwaites, produzido pela primeira vez em 1973.[15]
Um homem de
fogo
Thomas Webb (1724–1796), conhecido como Capitão Webb, foi uma figura
fundamental no início do metodismo e teve
sua experiência de conversão ligada ao movimento metodista liderado por John
Wesley. [16]
Thomas Webb (1724-1796) nasceu em Salisbury, Inglaterra. Era um oficial britânico e um homem rico.
Em 1758, foi para a América lutar contra as forças francesas na Guerra dos Sete Anos*.
Serviu em Amherst e Wolfe. Foi capturado em Nova Scotia e perdeu um olho durante a batalha de Louisberg, em 1759, e passou a usar um tapa olho verde. Neste ano, publicou um tratado militar sobre a ciência de fazer a guerra.
Em 1764, estava deprimido e convencido de que era pecador.
Em 1765, ele se converteu ouvindo Wesley pregar, em Bristol, Inglaterra, e se uniu à Sociedade Metodista. Pouco depois, recebeu licença de pregador local.
Wesley disse: "É um homem de fogo e o poder de Deus continuamente acompanha sua palavra".
Webb ofereceu seus serviços para Barbara e Philip, em fevereiro de 1767, em Nova York e assumiu um papel de lidera na crescente congregação.
Pertencia ao exército inglês. “Estacionados em Albany, Nova York, Webb abriu uma casa de oração com soldados britânicos”. Pregava com seu casaco vermelho e sua espada.
Webb fundou o metodismo em Filadélfia, em 1768. Também introduziu o metodismo em Delaware, em 1769, e ajudou na compra do primeiro templo metodista, em St. George, em 1770. Webb voltou à Nova York como um civil e leigo.
Durante seis meses, fez intenso trabalho evangelístico em Nova York. Incansável, inaugurou um trabalho metodista em Nova Jersey, Delaware, Maryland e muitas áreas da Pensilvânia.
Em 1772, foi como delegado à Conferência Metodista em Leeds, Inglaterra.
Reconhecendo seus talentos administrativos, João Wesley o enviou para resolver questões em Limerick e Dublin, na Irlanda.
Em 1773, voltou à América com sua nova esposa, Grace. Foi acusado de ser espião dos britânicos. Ficou preso e confinado em um campo de prisioneiros de guerra, onde pregou. Dificultaram sua libertação, mas depois conseguiu ser trocado por outro prisioneiro.
O metodismo crescia e Webb levantou dinheiro para construir novas capelas. Tinha grande eloqüência e vitalidade. Morreu em Bristol com 72 anos.
Carlos Wesley o chamava de honesto, zeloso e amoroso entusiasta. Pregava com uma espada sobre o púlpito. É chamado de primeiro apóstolo do metodismo americano.
Também foi conhecido por seus esforços filantrópicos para os prisioneiros de guerra franceses e soldados e marinheiros estacionados em Porsmouth.
John Adams disse que através de seus sermões ele atingia a imaginação e tocava as paixões muito bem.
É considerado por muitos o fundador do metodismo americano.
Arthur Bruce Moss escreveu um livro sobre sua vida: “Um homem de coragem e visão em comemoração ao 250º aniversário do seu nascimento em 31 de maio de 1725”.[17]
Precursor do metodismo em Antígua
Nathaniel Gilbert
(1721-1774), um advogado, plantador e político influente de Antígua,
converteu-se ao metodismo em Londres após ouvir John Wesley, o fundador do
movimento metodista. [18]
Francis Gilbert (1725-1779) nasceu na Inglaterra e se formou em Medicina em Cambridge, Inglaterra. Seu irmão Nathaniel Gilbert foi o fundador do metodismo em Antigua.
Por causa de questões fraudulentas e dívidas, Francis ficou pobre, fugiu para a Jamaica e depois para Londres.
Na Inglaterra, ele se uniu à sociedade de João Wesley.
Em 1753, ele se tornou metodista e, em 1758, um pregador servindo em Bristol (1759).
Francis tinha uma casa em Wandsworth, Londres, e manteve estreita relação com Wesley, que o designou "Secretário do Pregador".
Francis realizou campanhas evangelísticas em Antígua (1763-1764) e, em 1767, ele se casou com Mary Leadbetter.
Foi Francis quem influenciou seu irmão Nathaniel Gilbert (1721-1774), um advogado, proprietário de escravos e presidente da Câmara dos Deputados em Antígua. Em 1756, Nathaniel leu o livro de Wesley - "Um Apelo aos Homens de Razão e Religião" que lhe foi enviado por Francis. Nathaniel ficou impressionado com o que Wesley tinha escrito.
Decidiu conhecer Wesley e, em 1757, navegou para a Inglaterra levando consigo três escravos. Ouviu John Wesley pregar e se converteu ao metodismo.
Voltou a Antigua, em 1759, começou a pregar aos amigos e a seus escravos a mensagem de salvação que ele tinha ouvido de João Wesley até sua morte em 1774.
Francis Gilbert o apoiou durante as suas visitas à Antigua entre 1763-1764 e 1773-1775. Francis era um dos pregadores itinerantes de Wesley na Inglaterra.
Apesar de não ser nomeado por Wesley, trabalhou com a aprovação e suporte de Wesley.
Quando Nathaniel morreu, Francis assumiu a liderança do trabalho durante um ano, mas ficou doente e voltou para a Inglaterra.
Ele deixou o trabalho espiritual com Sophia Campbell e Mary Alley, ambas
de descendência negra.[19]
De rebelde a confidente de Wesley
Mather
trabalhou com seu pai na padaria. Aos 19 anos, foi para Londres, onde se tornou
padeiro e se converteu com a pregação de Wesley. [20]
Alexander Mather (1733-1800) nasceu em Brechin, na Escócia. Foi educado de forma rigorosa e severa pelo pai, que era anglicano. Isso o levou a sair de casa aos 12 doze anos, em 1745, para apoiar os rebeldes contra o rei, na “Revolta Jacobita”*.
Foi salvo de morrer em combate e, ao ser salvo de um afogamento, sentiu que Deus o salvara para um propósito. Os rebeldes foram perseguidos e seu pai não o recebeu de volta.
Depois do perdão aos rebeldes, seu pai o deixou voltar para casa, mas não o apoiou na escola. Mather trabalhou com seu pai na padaria. Aos 19 anos, foi para Londres, onde se tornou padeiro e se converteu com a pregação de Wesley.
Convenceu seu chefe e os outros padeiros de Londres a se recusarem a fazer pão aos domingos. Com o tempo, seu chefe se tornou rico. Isso foi visto como sendo por honrar o domingo.
Em 1756, ao se sentir chamado a pregar, Wesley lhe disse "ser um pregador metodista não é o caminho para a facilidade, honra, prazer ou lucro. É uma vida de muito trabalho e reprovação”.
Sendo franco, Wesley disse que os pregadores muitas vezes, vivem com escassez e “são propensos de serem apedrejados, espancados e abusados de várias maneiras. Considere isso antes de se envolver em um modo de vida tão desconfortável”.
Ele era um guerreiro e aceitou. Mather organizou igrejas e sua pregação sobre a perfeição cristã era poderosa. Ficou na história metodista.
Em 1757, ele se tornou o primeiro pregador casado a ser aceito e passou a ser itinerante indo pregar na Irlanda.
Nesse mesmo ano, após seu pedido a Wesley, a Conferência Metodista em Londres aprovou um dinheiro adicional para a esposa de Alexander Mather começando assim a tradição de prover a esposa do pregador itinerante.
Em 1788, ele se tornou o primeiro itinerante a ser ordenado para o trabalho na Inglaterra.
Mather foi quem convidou Francis Asbury para ser pregador local. Mais tarde, na América, Asbury se tornou o primeiro bispo metodista norte-americano. Mather foi um dos confidentes mais próximos de Wesley.
Ele pediu e Mather fez um relato de sua experiência, que ocorreu em 1857, em Rotherham, Inglaterra: “O que eu vivenciei em minha própria alma foi uma libertação instantânea de todos aqueles temperamentos e afeições errados que eu tinha (...), um desapego completo de toda criatura, com um inteiro devotamento a Deus; e desde esse momento eu encontrei um prazer indizível fazendo a vontade de Deus em todas as coisas. Eu tinha também um poder para fazê-lo, e a aprovação constante da minha própria consciência e de Deus.
Eu tinha simplicidade de
coração, e um único olhar para Deus, em todos os momentos e em todos os
lugares, com tanto zelo para a glória de Deus e o bem das almas (...). Acima de
tudo, tive uma comunhão ininterrupta com Deus (...)”.[21]
Era visto com alguém que poderia substituir Wesley, junto com Thomas Coke, numa supervisão episcopal. Wesley faleceu em 1791 e, em 1792, Mather foi presidente da Conferência e membro de todos os comitês da Conferência até 1797.
Fundador do
metodismo na América
Philip Embury se converteu em 1752 após ouvir uma pregação de John
Wesley na Irlanda.
Embora tenha nascido em uma família de origem alemã (palatinos), sua experiência religiosa decisiva ocorreu sob a influência direta do movimento metodista liderado por Wesley. [22]
Philip Embury (1729-1773) nasceu em Ballygaran, Condado de Limerick, na Irlanda. Seus pais eram membros da colônia de alemães que emigraram do Palatinado*, por volta de 1709, para a Irlanda. Ele foi educado em uma escola perto de Ballingrane e aprendeu a profissão de carpinteiro.
Posteriormente, um destacamento do Black Watch** foi transferido de Dublin para Limerick com um número de metodistas entre seus oficiais.
Em 1749, o pregador metodista Thomas Williams visitou Limerick e foi ouvido por um número de Palatinos cuja reação imediata foi: "Isto é como a pregação que costumávamos ouvir na Alemanha!". Dentre os ouvintes estavam Thomas Walsh e Philip Guier, que se tornaram pregadores metodistas.
João Wesley
fez sua primeira visita ao assentamento*** dos Palatinos em 1756. Neste mesmo
ano, Wesley visitou novamente Limerick pregando em Ballingran, o lar de Philip
Embury e Barbara Heck.
Em 16 de junho, Wesley escreveu em seu diário: “Na tarde, eu montei para Ballygarane (Ballingran) uma cidade dos Palatinos, que vieram no tempo da rainha Anne. Eles retêm muito do temperamento e as maneiras de seu próprio país (...). Eu encontrei muita vida entre essas pessoas, um povo simples, ingênuo, sério. A cidade inteira se reuniu à noite” para ouvir Wesley pregar.
Wesley esteve novamente em Limerich e no assentamento dos Palatinos. Philip ouviu Wesley pregar e abraçou a fé metodista. Ele se tornou um pregador local, em 1758, na Fazenda Southwell.
Nesse ano, procurou construir a primeira capela metodista na Fazenda Southwell. Aos 30 anos, em 31 de outubro de 1758, ele se casou com Margaret Switzer de Court-Matrix, que tinha 16 anos e era descendente de um dos Palatinos.
Em 1759, Philip se tornou um proprietário livre. Em 1760, foi com um grupo de jovens para a América. Partiu no navio Perry de Limerick e levou nove semanas para chegar à Nova York, onde trabalhou como um professor da escola. Durante um bom tempo, perdeu o interesse pela Igreja.
Somente em 1766 retomou seu ministério após repreensão de sua prima Barbara Heck revivendo seu ardor evangélico. Passou a realizar cultos em sua casa na Rua Barrack e em um sótão na Rua William. Sua congregação foi a primeira assembléia de metodistas na América. Sua casa se tornou pequena para acomodar todos. O dinheiro foi levantado e uma Igreja foi construída em 1768 e 1769.
Esta Igreja tornou-se conhecida como John Street Church. O púlpito onde Philip pregava ainda está no local. Esta foi a primeira Igreja Metodista da América do Norte.
Philip construiu também a primeira Igreja Metodista, na Rua John em 1768, onde pregou durante um ano.
Em 1769, João Wesley enviou pregadores que chegaram à Nova York. Philip foi trabalhar na vizinhança de Albany, em Camden Valley, Nova Iorque, onde continuou a trabalhar em seu comércio durante a semana, e pregava a cada domingo.
Em maio de 1770, ele e os membros da colônia começaram a limpar, cultivar e erguer edifícios para suas moradias.
Foi nomeado líder e sob sua liderança começou a escolher cada parcela equitativa da terra atribuída a eles. Philip também foi nomeado, pelo Governador Provincial como Juiz da Paz para o Condado de Albany. Depois, foi também nomeado comissário.
Philip e Thomas Ashton formaram uma Sociedade Metodista em Ashgrove e uma classe em West Camden. Philip e Margaret tiveram cinco filhos.
Philip é
conhecido, juntamente com sua prima Barbara Heck, como os fundadores do
Metodismo na América do Norte.[23]
Príncipe
dos pregadores metodistas
John Nelson (1707–1774), um pedreiro e um dos mais notáveis pregadores leigos
do início do movimento metodista, converteu-se após ouvir John Wesley pregar em
Moorfields, Londres, em 1739. [24]
John
Nelson (1707-1770) nasceu em Birstal, Inglaterra. Quando criança, ouvia o pai
ler a Bíblia para a família. Quando seu pai morreu, ele cresceu viciado em
quase todos os tipos de pecado. Vivia sempre em angústia e decidiu mudar de
lugar para quebrar seus hábitos pecaminosos.
Em busca de descanso e paz, procurou diversas denominações em Londres,
mas só encontrou a paz depois de ser impactado pela pregação de Wesley.
Ele ouviu Whitefield pregar, ficou muito feliz, mas não ainda para ter a
certeza da salvação. Ele assistiu ao culto público de quase todas as
denominações sem resultado para sua vida.
Então, ouviu Wesley pregar em Moorfields e depois relatou: "Seu
semblante atingiu um temor tão terrível sobre mim, antes que eu o ouvi falar,
que fez meu coração bater como o pêndulo de um relógio; e quando ele falou,
pensei que todo o seu discurso estava dirigido a mim. Quando ele terminou, eu
disse: ‘Este homem pode contar os segredos do meu coração, ele descreveu
plenamente a doença do meu coração, mas ele não me deixou lá, pois ele mostrou
o remédio, até mesmo o sangue de Jesus. Então minha alma se encheu de
consolação pela esperança’.
Cheio do Espírito Santo, seus companheiros de alojamento se alarmaram e
ordenaram que ela saísse do alojamento. Depois, seus amigos quiseram levá-lo de
volta ao pecado, mas ele resistiu. Os vizinhos vieram em grande número para ver
o que o Senhor havia feito em sua vida. Ele passou a trabalhar no comércio
durante o dia e à noite pregava convertendo vários vizinhos.
Certa vez, pregava em uma congregação em Adwalton, quando um policial o
levou diante dos comissários em Halifax, que se recusaram a aceitar a fiança ou
ouvir qualquer coisa dita a seu favor. Ele foi levado de Halifax para Bradford
e ali o colocaram em um calabouço sem comida nem bebida. Vários apelos foram
feitos ao capitão para permitir acomodações mais confortáveis, o que foi
inútil.
Foi levado de Bradford para Leeds, onde centenas se reuniram para ver o
pregador metodista. Nelson contou: "uma mulher alegre e bem vestida
aproximou-se de mim e colocou seu rosto quase no meu, e disse: Agora, Nelson,
onde está o teu Deus? Ele respondeu para ela ler Miquéias 7.8-9. Graças à
influência de Wesley, Lady Huntingdon e de outros, Nelson foi liberto.
Em 1742, Wesley visitou Nelson, pregou em seu bairro e ficou em sua casa.
Ele foi o pioneiro metodista em West Yorkshire. Deixou seu trabalho e saiu por
diversos lugares para pregar o Evangelho. Wesley o chamou a Londres para
evangelizar. Muitas vidas se converteram. Eles viajaram, pregaram, apanharam
amoras para a refeição e dormiram no chão.
Nelson sofreu forte perseguição dos clérigos e de pessoas hostis. Era de
coragem destemida. Sua vida parecia ser um ato contínuo de fé.
Era abnegado e de temperança rígida. Por duas horas, todo dia conversava
com Deus. Jejuava uma vez por semana e doava o valor da alimentação aos pobres.
Durante 33 anos viajou como um pregador.
Era animado, ativo e forte. Sua experiência era clara e bíblica. Sua vida
parecia ser um ato contínuo de fé. Era de grande entendimento e profunda
piedade sendo muito estimado. Foi chamado de “príncipe dos pregadores
metodistas” e “Apóstolo do Norte”.
Era homem de ternura, vigilância sobre suas palavras e especialmente para
a abnegação e temperança rígida. [25]
Grande
teólogo metodista profundamente moldado pela influência direta de John Wesley
Adam Clarke (c. 1760/1762 – 1832) foi um influente
teólogo, pregador e estudioso bíblico metodista britânico, profundamente
moldado pela influência direta de John Wesley.
Ele é famoso por seu abrangente comentário bíblico, que serviu como recurso
teológico metodista primário por dois séculos.[26]
Adam Clarke (1760 ou 1762-1832) nasceu na
aldeia de Moybeg, na atual Irlanda do Norte.[27] Sua mãe era
presbiteriana e seu pai anglicano.[28]
Ele teve uma
educação limitada e trabalhou como aprendiz de um fabricante de roupas e na
fazenda de seu pai: “Aos 14 anos, Adam foi levado da fazenda e da escola e
colocado com o sr.Barnett, um fabricante de linho, para aprender esse negócio”.[29]
Não viveu
luxuosamente e ainda trabalhava. “Ele passou sua infância em uma cabana de
palha em Cappagh perto de Portstewart enquanto trabalhava como aprendiz de
cortina em Coleraine”.[30] Pouco meses depois voltou
para sua casa por achar o emprego desmotivador.[31]
Adam Clarke teve
dificuldades na sua formação educacional. “Clarke passou por muitas dificuldades
em seu caminho para se tornar educado, e como um pregador de piloto de
circuito. A vida de Clarke é bem contada por Douglass Gorrie[32] na vida de eminentes
ministros metodistas.”[33]
Seu pai tinha
formação universitária e era professor paroquial, mas ganhava pouco e não pôde
dar uma boa educação aos filhos.
Adam era cheio de
vida, mas não gostava de estudar. Depois de ser ridicularizado pelos colegas,
começou a estudar avidamente e se tornou um aluno estudioso.
Depois e ser indicado por um dos pregadores,
João Wesley convidou Adam para se tornar um aluno em um seminário que ele
estabeleceu em Kingswood.”[34]
Depois, Wesley lhe
perguntou se desejava se tornar um pregador itinerante. Ele prontamente
concordou. Adam ministrou em circuitos por 26 anos.
Seu
ministério
Em 1777, aos 17
anos, ele ouviu o metodista John Brettel pregar e se converteu. Em 1782, um dos
pregadores do circuito Londonderry viu nele uma promessa e escreveu a Wesley,
que o convidou para a Escola Metodista de Kingswood.
Ele foi o pregador
mais jovem do metodismo. “Aos 17 anos, tornou-se líder de classe. Ele foi
enviado por John Wesley em 1782 para Kingswood, onde comprou uma Bíblia
hebraica e aprendeu a língua”. [35]
Passou a caminhar
três ou quatro milhas para a reunião metodista. Começou a estudar a Bíblia e
visitava as aldeias vizinhas exortando.
“Clarke tornou-se metodista
em 1778, e foi em uma sucessão um exortador, pregador local, e pregador
regular. Seu primeiro circuito foi o de Bradford, Wiltshire, para o qual foi
nomeado em 1782. Ele serviu em vários lugares e viajou por toda a Grã-Bretanha,
alcançando fama como pregador, e sendo presidente da
Conferência Britânica em 1806, 1814 e 1822”.[36]
Ele se casou com
Mary Cooke, em 1788. Serviu duas vezes no circuito de Londres. [37]
Em 1831, ele
construiu seis pequenas casas escolares metodistas/capelas em Antrim e
Londonderry.
“Um deles foi em
Portrush, onde a Igreja Memorial dr. Adam Clarke está agora. Nesta pequena
escola/capela foram realizadas reuniões para todas as classes da comunidade, e
os metodistas eram de fato uma minoria distinta. Infelizmente ele faleceu
em 1832 antes da escola ser concluída, mas chegou a visitar o estágio
de construção da escola”.[38]
A pequena
casa/capela metodista foi o primeiro local de adoração construído em Portrush
“desde uma antiga abadia, que ficava no local dos jardins em frente ao antigo
hotel dos Condados do Norte, foi destruída pelo General Munroe em 1642.”[39]
Sua oposição à escravidão
Adam Clarke se
juntou a outros metodistas como um dos primeiros críticos da escravidão na
Inglaterra, no século XVIII.
Em seu comentário
de Isaías 58: 6, ele escreve: "Deixe os oprimidos irem em liberdade - Como
pode qualquer nação fingir jejuar ou adorar a Deus, ou ousar professar que
acredita na existência de tal Ser, enquanto pratica o comércio de escravos e o
tráfico de almas, sangue, e corpos, de homens! Ó vocês, mais infelizes dos
patifes e piores dos hipócritas, joguem fora de uma vez a máscara da religião;
e não aprofundem sua perdição sem fim professando a fé de nosso Senhor Jesus
Cristo, enquanto vocês continuam neste comércio!".[40]
Sua teologia
Clarke ou Clark reforçou os ensinamentos de
João Wesley sobre a santidade.
“Como teólogo, Clarke ensinou que a Bíblia
fornece uma interpretação completa da vontade e da natureza de Deus. Ele
considerava a própria Escritura um milagre da graça de Deus’, ‘... que tira o
véu da escuridão e da ignorância. Com tal compreensão, Clarke era, antes de
tudo, um teólogo bíblico, muitas vezes inquieto com abordagens puramente
sistemáticas da teologia”.[41]
Um hábil escritor
Adam Clarke escreveu e também traduziu livros
do “alemão para o inglês (Reflexões sobre as Obras de Deus na Natureza e
Providência para Todos os Dias do Ano, Christopher Christian Sturm, 1833)”. [42]
Dentre o cronograma de suas publicações e
atividades, estão:
“1802: Clark publicou 'Dicionário
Biográfico'.
1806: Tornou-se presidente da Conferência
Britânica e publicou "A Miscelânea Biográfica".
1810: Ele começou a trabalhar no
"Comentário sobre a Bíblia" que levou quarenta anos para ser
concluído.
1814: Tornou-se membro da Sociedade
Missionária Wesleyana”.[43]
Ele escreveu as “Memórias da família
Wesley” (1823). Dominou diversas línguas, dentre elas: latim, hebraico,
caldeu e línguas da Europa Ocidental.
“O mais importante de seus numerosos
trabalhos foi seu Comentário sobre a Bíblia (originalmente publicado em oito
volumes, 1810-26), que teve uma longa e extensa circulação e levou Clarke mais
de quatro décadas para produzir. Ele também publicou um Dicionário
Biográfico (1802) e seu suplemento, The Bioical Miscellany (1806).
Suas Obras Diversas foram editadas em treze volumes por J. Everett
(1836-37)”.[44]
Adam se dedicou ardentemente ao trabalho
pastoral, como pregador itinerante, mas encontrou ainda tempo para o estudo
diligente do hebraico e de outras línguas orientais, realizada principalmente
com a intenção de qualificar-se para a grande obra da sua vida, seu comentário
sobre as Sagradas Escrituras (8 vols., 1810-1826).”[45]
A British and Foreign Bible Society o
contratou para trabalhar na preparação da Bíblia em árabe.
Foram dezenas de livros escritos por Adam
Clarke.
“Seu comentário e notas críticas sobre toda a
Bíblia foi concluído em 1826 e representou mais de 30 anos de intensa pesquisa
e escrita. Outros estudiosos escreveram comentários sobre toda a Bíblia, mas
Clarke é um dicionário de aprendizagem bíblica, oriental, filosófica e clássica
inigualável por qualquer outro. Quando se lembra que todo esse trabalho foi
feito enquanto Clarke era um pregador wesleyano ocupado e itinerante que nunca
teve uma hora de ajuda de secretariado em sua vida, isso, juntamente com todas
as suas outras publicações, indica uma realização literária prodigiosa”.[46]
Adam Clark foi um ardente expositor da santidade bíblica.
Pai das missões do metodismo
“Thomas Coke (1747–1814): Conhecido como o "pai das missões metodistas". Após
conhecer Wesley, converteu-se ao metodismo fervoroso e tornou-se um dos
principais organizadores e líderes, sendo enviado por Wesley como um dos
primeiros bispos metodistas nos EUA”.
[47]
Thomas Coke (1747-1814)
era filho único e nasceu em Brecon, Brecknockshire, País de Gales.
Seu pai era “um cirurgião rico e influente.
Sua educação inicial incluiu educação preparatória antes de ser colocado sob a
tutela do Rev. Griffiths até sua entrada no Jesuit College of Oxford aos
dezessete anos”.[48]
Thomas foi eleito conselheiro aos 22 anos e,
um ano depois, em 1770, eleito oficial de justiça.
Recebeu ordens anglicanas em 1772 e o diploma
de doutor em leis.
Ele, entretanto, não tinha ainda tido um
encontro com Cristo e se convertido genuinamente.
“Em sua busca, Coke acabou se convencendo de
que a ênfase metodista na justificação pela fé e no testemunho do Espírito era
verdadeira. Pregando em South Pemberton, a verdade da redenção mostrada cada
vez mais em seu próprio coração, ele logo se converteu genuinamente”.[49]
Ele passou a subir ao púlpito e pregar de
improviso e sua mensagem tocou em alguns corações que foram despertados, mas
suas mensagens também traíram a ira de algumas pessoas e do bispo. Acabou
expulso.
Em 13 de agosto de 1776, Wesley registrou no
seu diário que havia se encontrado com um jovem clérigo que havia viajado 30
quilômetros para se encontrar com ele.
O primeiro encontro de Thomas Coke com Wesley
foi decepcionante. “Em 13 de agosto de 1776, Coke encontrou o Rev’d John Wesley
pela primeira vez e esperava uma oferta de emprego como Pregador Metodista,
para sua decepção, Wesley o aconselhou a retornar à sua Curacy. Em um ano, Cock
foi expulso de sua paróquia quando ficou evidente que ele a dirigia como um
circuito metodista. Em desespero, ele foi até Wesley para apresentar seu caso e
foi aconselhado a ‘ir pregar o evangelho a todo o mundo. Thomas Coke tornou-se
um valioso ajudante para Wesley e foi fundamental para o início da Igreja
Metodista Episcopal, e logo se tornou um de seus Bispos”.[50]
No seu diário Wesley disse que havia
conversado muito com ele e afirmou que havia começado uma união que ele
acreditava que nunca terminaria. Em 19
de agosto de 1777, Wesley escreveu: “Eu fui para Taunton, com o Dr. Coke, que,
sendo demitido de sua curadoria, se despediu de seu nome honorável e está
determinado a lançar sua sorte conosco”. Dr. Coke iria investir toda sua
energia, fortuna e vida com os metodistas”.[51]
Wesley o considerava seu “braço direito” e foi
chamado “ministro das Relações Exteriores do Metodismo” por sua paixão
missionária.
Inicialmente, Thomas Coke “se manteve ocupado
viajando a cavalo pelo país, usando seu treinamento jurídico para trabalhar em
nome de Wesley para resolver os problemas que surgiram quando o movimento
metodista começou a desenvolver uma existência própria”.[52]
Ele se tornou o primeiro presidente da
Conferência Irlandesa dos metodistas em 1782.
Juntamente com Francis Asbury, Wesley ordenou
Thomas Coke, em 1784, como superintendentes da Igreja Metodista nas colônias
americanas, com o poder de ordenar outros superintendentes no Novo Mundo.
Em 1784, Wesley pediu voluntários para acompanhar Thomas Coke na
América. Ele escolheu Thomás Vazey e Richard Whatcoat.[53]
Wesley registrou em seu Diário, no dia 31 de agosto de 1784:
“O Dr. Coke, Sr. Whatcoat e Sr.
Vazey chegaram de Londres com o fim de embarcar para a América. Quarta-feira,
1º de setembro. Estando agora esclarecido na minha própria mente tomei agora um
passo que me pesara por muito tempo, e nomeei o Sr. Whatcoat e Sr. Vazey para
irem servir às ovelhas desconsoladas na América”.[54]
Em 1784, no dia primeiro de setembro, Whatcoart e Vasey são nomeados por
Wesley como diáconos na América. Logo depois, foram ordenados presbíteros.
Thomas Coke foi nomeado como superintendente na América.[55]
Thomas Coke pregou em Paris. Promoveu a
criação de Missões na Escócia e Canadá. Após seu navio mudar de curso numa
tempestade, chegou, em I786, a Antígua, no Caribe, onde encontrou uma
congregação metodista composta quase só de negros.
“O Dr. Thomas Coke, fundador e diretor de missões estrangeiras dentro do
Metodismo, visitou Antígua em 1786. Durante sua visita, Anne Hart Gilbert e sua
irmã, Elizabeth Hart, converteram-se ao Metodismo após seu batismo na fé”.[56]
As irmãs Hart foram líderes da Igreja Metodista e na luta contra a
escravidão.
O Plano de Missões e o pioneirismo de Thomas Coke no Caribe
É importante ressaltar a importância de
Thomas Coke no desenvolvimento do metodismo no Caribe.
Em 12 de março de 1786 ele propôs um
movimento de Missões para o metodismo. Ele fez uma carta introdutória para João
Wesley e imprimiu um panfleto de doze páginas propondo um movimento para
Missões.
Wesley aprovou o que seria chamado de
'Missões Locais' e 'Missões Estrangeiras.
O Plano de Missões tinha esses objetivos:
O primeiro objetivo foi estabelecer e apoiar
uma missão nas terras altas e nas ilhas adjacentes da Escócia.
O segundo objetivo foi um projeto de língua
francesa.
O propósito era “para cuidar e continuar o
trabalho ... em nossas ilhas de Jersey e Guernsey.' A Igreja Episcopal
Metodista dos EUA havia começado a trabalhar na Nova Escócia, Quebec e
Newfoundland”.
Thomas Coke queria enviar missionários para
as províncias na América e na ilha de Newfoundland.
Ele destacou o trabalho nas Índias Ocidentais
e o ministério de John Baxter entre os escravos negros de Antígua e as
possibilidades em São Cristóvão. O terceiro objetivo era estabelecer e apoiar
missões nas ilhas das Índias Ocidentais. [57]
Thomas Coke visitou Anguila, no Caribe, em 1786.
Pregou e batizou.
A libertação dos escravos ainda não havia
chegado à Inglaterra e nem à Antigua. Um movimento grande a favor da abolição
dos escravos em Antigua só começou de fato com as irmãs Elizabeth Hart Thwaites
(1772-1833) e Anne Hart Gilbert (1773-1833), que foram batizadas por Thomas
Coke, em 1786, e se tornaram lideres metodistas. Elas foram educadoras,
escritoras e abolicionistas.
Em 1786, homens e mulheres de raça mista que eram ex-escravos e servos,
foram pioneiros metodistas em St Kitts, São Cristovão. Thomas Coke visitou St Kitts, em 16 de
janeiro de 1787.[58]
Thomas Coke também visitou uma ilha holandesa. Ele “foi saudado por
vários negros livres quando desembarcou na ilha holandesa de Sint Eustatius em
24 de janeiro de 1787”.[59]
Prosseguindo
sua viagem missionária, Thomas Coke chegou a Dominica, no Caribe, em 5 de
janeiro de 1787 o “Dr. Thomas Coke com três outros pregadores metodistas
itinerantes, John Baxter e William Hammet, chegaram à Dominica, desembarcando
em Portsmouth. O capitão do saveiro havia lhes falado sobre um simpático
fazendeiro chamado Burn, e eles o procuraram imediatamente após o desembarque.
Ele os deu as boas-vindas e os encorajou a começar uma missão na ilha. Coke e
seu grupo seguiram para Roseau, onde encontraram uma mulata - a Sra. Webley -
que havia se convertido em Antígua sob a pregação de John Baxter. Ela abriu sua
casa para os missionários e foi lá que Cock pregou para um público lotado”.[60]
Nem
sempre foi fácil para os missionários. A
malária e a febre amarela mataram diversos deles. Oito dos dez primeiros
missionários morreram em pouco tempo. Durante anos, a Sra. Webley manteve
funcionando a Sociedade.
Procedeu a Thomas Coke na ilha holandesa um negro que serviu e foi
companheiro de viagem de ao Francis Asbury na América, Harry Hosier.[61]
Para Thomas Coke, Harry Hosier era um dos maiores pregadores do mundo:
“Às vezes aviso imediatamente após a pregação, que, em pouco tempo, Harry
pregará para os negros; mas os brancos sempre ficam para ouvi-lo. Às vezes eu o
publico para pregar à luz de velas, porque os negros podem assistir melhor
naquela hora. Eu realmente acredito que ele é um dos melhores pregadores do
mundo, há um poder incrível em sua pregação, embora ele não saiba ler; e ele é
uma das criaturas mais humildes que já vi”.[62]
Ele pode ser considerado um missionário pioneiro afro-americano.
Sugere-se que ele seja o primeiro metodista afro-americano a ser um
missionário.
Thomas Coke levou o Evangelho à Jamaica, em 1789.
E foi a
providencia de Deus que conduziu Thomas Coke à Jamaica. Não era seu plano, mas
sim de Deus. Uma tempestade o levou à Jamaica. Ele havia deixado a “Inglaterra
em 24 de setembro de 1786 com destino aos EUA levando três missionários para
sua estação. No caminho, seu barco foi engolfado por uma tempestade, fazendo
com que ele se desviasse do curso. Ainda no mar em dezembro, Coke e seus
companheiros quase foram lançados ao mar como comida de peixe porque foram
considerados um mau presságio. No início da manhã de Natal, o barco deles
chegou ao porto de St. John em Antígua, a mais de 3.000 quilômetros de seu
destino, a Nova Escócia.”[63]
E mais
uma vez entrou a providencia de Deus e portas improváveis se abriram para
Thomas Coke e o metodismo. Um cavaleiro lhe deu as boas-vindas, outro lhe ofereceu
sua casa para os cultos e um católico romano lhe ofereceu uma sala de concerto
para suas pregações.
“Tendo
desembarcado em Port Royal em 17 de janeiro de 1789. Ele recebeu as calorosas
boas-vindas de um certo Sr. Fishley, o mestre Calafate do estaleiro a quem
apresentou sua carta de apresentação. O primeiro sermão de Coke foi diante de
uma grande congregação na casa de um certo Sr. Treble em Kingston. A casa do
Sr. Treble era pequena e, portanto, o Sr. Burn, um cavalheiro católico romano,
deu-lhe o uso de uma grande sala de concertos. A segunda noite trouxe um total
de seiscentas pessoas, 400 brancos e 200 negros”.[64]
Thomas Coke logo enfrentou a oposição da aristocracia quando um bando de homens
brancos bêbedos entrou gritando no local onde ele pregava para cerca de 400
brancos e 200 negros.
Foi defendido por Touro e Mary Ann Smith, que
pegaram um par de tesouras e exclamaram: “Agora você pode fazer o que quiser,
mas o primeiro homem que puser a mão violenta nele terá esta tesoura empurrada
em seu coração”.
Os molestadores recuaram resmungando. Em 1789,
chegou o primeiro missionário, o reverendo William Hammett. Foi aberta uma
célula com oito pessoas negras, brancas, pardas, escravas ou livres. Mary Ann
Smith era a líder. [65]
Thomas Coke também
visitou a ilha holandesa Sint Eustatius. Ele “foi saudado por vários negros
livres quando desembarcou na ilha holandesa de Sint Eustatius em 24 de janeiro
de 1787”.[66]
Liderança nas Missões
Em 1790, Thomas Coke também participou da última conferência com a presença
de John Wesley em Bristol. Ele Coke “nomeado para chefiar o primeiro comitê
missionário metodista (ele mais tarde foi nomeado seu presidente, após a
revisão da organização em 1804). ‘Eu imploro de porta em porta’, disse ele a
seus amigos sem constrangimento, e doou a riqueza de sua família ao esforço
missionário. A partir de 1792, ele liderou o envio de missionários pioneiros
para a maioria das ilhas nas Índias Ocidentais, bem como para novas missões em
Serra Leoa, Nova Escócia, Irlanda e França”.[67]
Em 1800, como parte do trabalho da Conexão Metodista, Coke “foi o
principal responsável por estabelecer o Metodismo Wesleyano Galês como parte do
trabalho missionário da conexão Metodista, da mesma forma que pregadores foram
enviados em sua iniciativa para pregar em Erse, na Irlanda, em 1799”.[68]
Estabeleceu uma missão em Gibraltar, em 1803.
Viajou cinco anos pela causa de missões metodistas, incluindo uma visita a
Serra Leoa.
Pregou sempre com veemência contra a
escravidão na América.
Thomas Coke se casou no dia 1º de abril de
1805 com Penelope Goulding Smith, uma mulher rica que gastou sua fortuna em
missões. Ela faleceu em 1811. Thomas Coke se casou novamente com Anne Loxdale, que faleceu em 1812.[69]
Além dessas perdas,
foram “enormes dificuldades das viagens que empreendeu, tanto por terra como
por mar. Em terra, havia árduas jornadas a cavalo por vastas florestas e rios
largos, às vezes cheios de enchentes. No mar, muitos dias - e às vezes meses - foram
passados em pequenos veleiros de madeira, com a ferocidade dos vendavais do
meio do Atlântico para enfrentar”.[70]
Reconhecimento e legado
Thomas Coke publicou diversos livros, dentre eles: Comentários da Bíblia Sagrada; Uma história
das Índias Ocidentais (1808-1811); Uma vida de John Wesley (com Henry Moore,
1792); Ata de 1784, Conferencia da Igreja Metodista Episcopal na América, etc. [71]
Thomas Coke esperava abrir missões metodistas
nas Índias Orientais. Partiu para o Ceilão em 30 de dezembro de 1813 pagando
suas próprias despesas.
Ele morreu aos 66 anos após quatro meses no
mar a caminho do Ceilão (Sri Lanka). Morreu no dia 3 de maio de 1814 a bordo de
um navio, no Oceano Índico, onde também foi sepultado.[72]
O desejo de evangelizar o Ceilão (hoje Sri
Lanka) de Thomas Coke não foi em vão. Ele é reconhecido pela Igreja Metodista
do Sri Lanka como o “principal responsável pela missão no exterior ao Ceilão
(atual Sri Lanka) que zarpou do porto de Portsmouth em 30 de dezembro de 1813.
Durante a viagem, Coke adoeceu, morreu e foi enterrado no mar em 3 de maio de
1814. James Lynch, Thomas Hall Squance, William Ault, George Erskine e Benjamin
Clough chegaram a Galle em 29 de junho de 1814”.[73]
Os companheiros de Thomas Coke logo iniciaram
a missão. Eles se espalharam para diferentes lugares do país.
Em dezembro de 1816 foi concluída e aberta
para adoração a capela chamada de The Wesleyan Mission House.
A educação foi um ponto forte dos missionários
metodistas. Trabalharam com crianças por todo o país, criaram lar para órfãos,
lar para idosos e creches.
Outros missionários chegam depois. Publicaram
livros. Em 1834, os missionários fundaram o Colégio Feminino de Vembadi. “Junto
com Pandit Arumuga Navalar, Peter Percival traduziu a Bíblia para o Tamil. Ele
também escreveu o Dicionário Anglo-Tamil (1838), que junto com sua Coleção de
Provérbios em Tamil com sua tradução em Inglês foi publicado pela Jaffna Book
Society”.[74]
Thomas Coke havia expressado o desejo de ser
enterrado na catedral de sua cidade natal, Brecon, no País de Gales. Então, uma
grande placa memorial de ardósia na catedral dá testemunho de sua fé e serviço.[75]
Francis Asbury descreveu Thomas Coke como “um
cavalheiro, um estudioso, um bispo para nós; e como um ministro de Cristo, em
zelo, em trabalhos, em serviços, o maior homem do século passado”.[76]
Thomas Coke durante muito tempo “foi o principal promotor e pioneiro das
missões metodistas estrangeiras. Nomeado por John Wesley como
co-superintendente com Francis Asbury da Igreja Metodista na América (onde eram
conhecidos como Bispos), Coke fez dezoito viagens transatlânticas, visitou
treze ilhas caribenhas, presidiu muitas conferências irlandesas e organizou
sozinho o recrutamento, viagens e apoio dos primeiros missionários”.[77]
Um dos livros sobre Thomas Coke o denomina de apóstolo: “Thomas Coke:
Apostolo do Metodismo” de John A. Vicke, 2013.
Ele também é chamado de Pai das Missões Metodistas.[78]
O apóstolo do metodismo na América
John
Wesley foi o mentor e principal influência teológica e estrutural na vida
de Francis Asbury, moldando-o como o líder do Metodismo Americano. Wesley
designou Asbury em 1771 para as colônias e, em 1784, nomeou-o superintendente,
inspirando a itinerância e a organização da igreja que Asbury estabeleceu na
América. [79]
Francis
Asbury (1745-1816) nasceu em Hamstead Bridge, em Staffordshire, Inglaterra.
Seus pais eram pobres e, aos 14 anos, após um breve período de estudos na
escola da aldeia de Barre, foi trabalhar como aprendiz de um fabricante de
fivelas para cintos.
Ele e
sua mãe passaram a assistir às reuniões metodistas. A devoção de sua mãe à
religião deu a Francis uma nova dimensão espiritual. Wesley o considerava seu
“braço direito” e foi chamado “ministro das Relações Exteriores do Metodismo”
por sua paixão missionária.
Aos
sete anos, ele já lia a Bíblia. Seus pais estiveram entre os primeiros
convertidos no avivamento na Inglaterra. Francis se converteu ao metodismo aos
13 anos e aos 16 se tornou pregador local. Era um orador simples, fluente e fez
tamanho sucesso que, em 1767, o próprio Wesley o nomeou ministro itinerante
regular.
Em
1771, Wesley convidou os pregadores metodistas a irem à América evangelizar e
Francis aceitou. Sem dinheiro, alguns amigos o ajudaram com uma “coleta”.
Em
1784, Wesley o nomeou, juntamente com Thomas Cock, como superintendente do
metodismo na América. Foi eleito o primeiro bispo metodista na América.
Era
uma pessoa humilde, sem vaidade e “um dos homens mais sábios e clarividentes de
sua época”. Levantava-se às 5 horas da manhã para ler a Bíblia.
Ele
nunca se casou, pois desejava servir ao Senhor sem nenhum embaraço.
Ele
“tomou a decisão deliberada de permanecer celibatário para se dedicar
inteiramente à evangelização itinerante [1, 2].
Aqui
estão alguns pontos que explicam essa escolha:
Vida
Itinerante: Ele viajava constantemente a cavalo (estimados 430 mil
quilômetros ao longo da vida), cruzando fronteiras e territórios perigosos. Ele
acreditava que uma esposa e filhos sofreriam com sua ausência ou com a
precariedade dessa rotina [1, 2].
Exemplo
de Sacrifício: Asbury via o celibato como um sacrifício necessário para
estabelecer a Igreja Metodista Episcopal nos Estados Unidos, permitindo que ele
estivesse disponível para "sofrer com o povo" em qualquer lugar [2,
3].
Visão
Prática: Ele chegou a escrever em seu diário que, embora não fosse contra
o casamento de outros ministros, para a missão específica dele, os laços
familiares seriam um "embaraço" (obstáculo) para o trabalho
missionário urgente”.[80]
Pregou
cerca de 16.500 sermões, viajou 432 mil km e expandiu o metodismo na América.
Enfrentou todo tipo de adversidades e doenças, como febres, úlceras, reumatismo
crônico, mas nunca desistiu.
Francis
Asbury foi chamado de “apóstolo do Metodismo na América”. Em reconhecimento ao
que fez pela América, em 1924 foi erigida uma estátua sua em Washington.[81]
[1]
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Visão geral criada por IA do Google
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Visão geral criada por IA do Google
[12]
Visão geral do IA do Google
[13]*O Palatinado historicamente é uma região no sudoeste Alemanha (https://en.wikipedia.org/wiki/Palatinate_(region).
** O general John
Burgoyne (1722 -1792) foi um oficial do exército britânico, político e
dramaturgo. É mais conhecido por seu papel na Guerra Revolucionária Americana.
Ele projetou um esquema de invasão e foi nomeado para comandar uma força que se
deslocava para o sul do Canadá para separar a Nova Inglaterra e acabar com a
rebelião (https://en.wikipedia.org/wiki/John_Burgoyne).
http://www.biographi.ca/en/bio/ruckle_barbara_5E.html
http://www.encyclopedia.com/women/encyclopedias-almanacs-transcripts-and-maps/heck-barbara-ruckle-1734-1804
http://www.fumcphoenixville.org/pt/Divided-Families/blog.htm
Pesquisa: www.en.wikipedia.org/wiki/Barbara_Heck
www.victorshepherd.on.ca/Heritage/barbara.html
https://en.wikipedia.org/wiki/Barbara_Heck
www.home.ripnet.com/.../barbara_and_paul_heck.html
http://home.ripnet.com/legacy/colonel_edward_jessup/UEL_Col_J/barbara_and_paul_heck.html
www.interpretermagazine.org ›... ›
April 2004
[14]
Visão geral do IA do Google
[15] * No início do
século 18, Moorfields, Londres, foi o local de esporádicos mercados ao ar
livre, shows e vendedores / leilões. As casas perto e dentro de Moorfields eram
lugares dos pobres, ea área tinha uma reputação de abrigar bandidos, (https://en.wikipedia.org/wiki/Moorfields).
http://www.blogpreston.co.uk/2014/10/notable-people-of-preston-martha-thompson-the-first-methodist/
http://openplaques.org/places/gb/areas/preston/plaques
http://www.fulwoodmethodist.org.uk/fmcmag/Summer%202013/thompson/martha_thompson.htm
[16]
Visão geral do IA do Google
[17]
* A Guerra dos Sete Anos foi uma série de conflitos internacionais que ocorreram entre 1756 e 1763,
durante o reinado de Luís XV, entre
a França, a Monarquia de Habsburgo e seus aliados Foi o primeiro conflito a ter carácter
mundial, e o seu resultado é muitas vezes apontado como o ponto fulcral que deu
origem à inauguração da era moderna (https://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_dos_Sete_Anos).
https://en.wikipedia.org/wiki/Thomas_Webb_(Methodist)
http://www.pregacaoexpositiva.com.br/downloads/Estranha_Estirpe_de_Audazes.pdf
https://canadianperspective.wordpress.com/2006/05/22/thomas-webb-the-methodist-captain/
http://media.sabda.org/alkitab-6/wh2-hdm/hdm0211.pdf
http://iglesiapueblonuevo.es/index.php?codigo=bio_webbt
http://www.nyhistory.org/exhibit/captain-thomas-webb-1724-1796
http://historicstgeorges.weebly.com/at-the-start.html
[18]
Visão geral do IA do Google
[19]http://hollandmethodistchurch.org/about-us/movement/
http://www.methodistheritage.org.uk/missionary-history-neal-william-warrener-2013.pdf
https://en.wikipedia.org/wiki/Methodism
http://methodistchurchantigua.org/new/our-history/our-history-1
http://www.methodistheritage.org.uk/missionary-history-neal-in-the-beginning-2011.pdf
[20]
Visão geral do IA do Google
[21] * Os levantes jacobitas, uma série de insurreições, rebeliões e batalhas nos reinos da Inglaterra, Escócia e Irlanda ocorridas entre 1688 e 1746. As insurreições
tinham o objetivo de reconduzir Jaime II da Inglaterra, e mais tarde os
descendentes da Casa de Stuart, para o trono após este ter sido
deposto pelo Parlamento durante a Revolução Gloriosa. A origem do nome da
série de conflitos está em Jacobus, a forma latina do nome inglês
James. Apesar de cada levante jacobita ter características únicas, eles foram
parte de uma série maior de campanhas militares dos jacobitas, a chamada mesmo a Guerra
Jacobita, na tentativa de reconduzir os reis Stuart aos tronos da Escócia e Inglaterra (https://pt.wikipedia.org/wiki/Levantes_jacobitas).
http://holinesslibrary.com/index/htec/m/alexander-mather/
https://www.francisasburytriptych.com/alexander-mather/
http://weeklywesley.blogspot.com.br/2010/11/alexander-mather-methodist-preacher.html
http://www.npg.org.uk/collections/search/portrait/mw64790/Alexander-Mather
[22]
Visão geral do IA do Google
[23]
* O Palatinado historicamente é uma região no sudoeste Alemanha (https://en.wikipedia.org/wiki/Palatinate_(region).
** A Guarda Negra, ou 3º Batalhão do Regimento Real Escocês
(3 SCOTS) é um batalhão de ... Membros notáveis (https://www.google.com.br/?gws_rd=ssl#q=Black+Watch+).
***Os assentamentos de Palatine não provaram ser viáveis a
longo prazo, à exceção dos estabelecidos no condado Limerick e no condado
Wexford na Irlanda e na colônia de New York na America do Norte britânica. Na
Irlanda, menos de 200 famílias permaneceram após o assentamento original em
1709. No entanto, eles mantiveram sua cultura distintiva até bem no século XIX
e palatinos sobrenomes são agora difundidos em todo o país. A maior
concentração de descendentes de residentes do Palatino irlandês vive em torno
de Rathkeale, Co Limerick (https://en.wikipedia.org/wiki/German_Palatines).
http://www.findagrave.com/cgi-bin/fg.cgi?page=gr&GRid=37438225
https://en.wikipedia.org/wiki/Philip_Embury
http://www.irishpalatines.org/about/methodism.html
http://jasonatjohnstreet.blogspot.com.br/2014/03/irish-methodism-and-seeds-of-john.html
https://fisherbelfast.wordpress.com/tag/irish-methodists/
http://www.archive.org/stream/irelandandcente00croogoog/irelandandcente00croogoog_djvu.txt
[24]
Visão geral do IA do Google
[25] www.methodistheritage.org.uk/johnnelsonsstudy.htm
www.pregacaoexpositiva.com.br/.../Estranha_Estirpe_de_Audazes.pdf
www.nelsonfamilies.com/.../john-nelson-methodist-preach
www.path2prayer.com/.../john-nelson-early-methodi
http://www.revival-library.org/catalogues/1725ff/nelson.html
[26]
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[27]https:// findbiographies.com/adam-clarke-81.php
[28]
http://www.causewaymethodistchurches.com/home/portrush/history?msclkid=9cfdcb94d13011ec83690912cf8e8a9
[29]
https://www.libraryireland.com/CIL/AdamClarke.php?msclkid=fbcecdbcd12d11ec902a395c73c84b57
[30]
https://causewaymethodistchurches.com/home/portrush/history?msclkid=fc6a67c7d05e11ec978097016571e732
[31]
https://pt.wikipedia.org/wiki/Adam_Clarke
[32] “A vida de eminentes ministros metodistas : contendo
esboços biográficos, incidentes, anedotas, registros de viagens, reflexões,
&c. 1881”, Gorrie, P. Douglass (Peter Douglass),
https://www.abebooks.com/book-search/author/gorrie-douglass/?msclkid=5c6b99dbd16511ecb67f8749da9efd81
[33]
https://www.conservapedia.com/Adam_Clarke?msclkid=32744f8bd06211ecb075bf7bf5b39725
[34]
https://michaelfisherreporter.com/2013/03/11/adam-clarke-methodist-theologian/?msclkid=3274661ed06211ecb4dd53a2d11d5d54
[35]
https://holyjoys.org/biographical-adam-clarke/?msclkid=fbce79a3d12d11ecba42d5c8899401ba
[36]https://
www.swordsearcher.com/christian-authors/adam-clarke.html?msclkid=fc6a1342d05e11ecb1850153cddca851
[37]
https://www.findbiographies.com/adam-clarke-81.php
[38]
https://causewaymethodistchurches.com/home/portrush/history?msclkid=fc6a67c7d05e11ec978097016571e732
[39] Idem.
[40]
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Adam_Clarke
[41]
https://www.theopedia.com/adam-clarke
[42]holyjoys.org/biographical-adam-clarke/?msclkid=f470bc6ad12f11ec911849aadcc655e2
[43]
https://www.findbiographies.com/adam-clarke-81.php
[44]https://www.swordsearcher.com/christian-authors/adam-clarke.html?msclkid=9cfd6f8ed13011ecba824ac9f8f6bd41
[46] https://biblehub.com/library/clarke/entire_sanctification/about_adam_clarke.htm
[47]
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[48] https://holyjoys.org/the-legacy-of-thomas-coke-the-father-of-methodist-missions-part-1/
[49]
https://holyjoys.org/the-legacy-of-thomas-coke-the-father-of-methodist-missions-part-1/
[51]
https://holyjoys.org/the-legacy-of-thomas-coke-the-father-of-methodist-missions-part-1/
[52]
http://www.methodistheritage.org.uk/thomas-coke-memorial-celebrations-readings-from-brecon-cathedral-0514.pdf
[53] HEITZENHATER, Richard P., Ibidem, p p.287.
[54] WESLEY, João. Trechos do
diário de João Wesley. Ibidem, p.165.
[55] HEITZENHATER, Richard P.,
cit, p.287.
[56]
http://www.bu.edu/missiology/gilbert-anne-hart-1768-1833/
[58] www.methodistheritage.org.uk/missionary-history-neal-in-the-beginning-2011.pdf
[60]
https://www.localprayers.com/DM/Roseau/138256516537928/Dominica-Circuit-of-the-Methodist-Church-in-the-Caribbean-and-the-Americas
[62] Idem.
[65] http://jamaicamethodist.org/index.php?option=com_content&view=article&id=46&Itemid=27http://jamaica-gleaner.com/gleaner/20060122/out/out3.htmlhttps://sites.google.com/site/beemethodistjamaica/history-of-the-methodists-in-jmhttp://jis.gov.jm/kingston-heritage-sites/
[67]http://www.bu.edu/missiology/missionary-biography/c-d/coke-thomas-1747-1814/
[68]
https://biography.wales/article/s-COKE-THO-1747?&query=Lewis%20Owen&sort=sort_name&page=6
[69]
https://en.wikipedia.org/wiki/Thomas_Coke_(bishop)
[70]
http://www.methodistheritage.org.uk/thomas-coke-memorial-celebrations-readings-from-brecon-cathedral-0514.pdf
[71]
https://www.goodreads.com/author/list/2842681.Thomas_Coke
[72]
https://en.wikipedia.org/wiki/Thomas_Coke_(bishop)
[73]
https://en.wikipedia.org/wiki/Methodist_Church_in_Sri_Lanka
[74]
Idem.
[75]
http://www.methodistheritage.org.uk/thomas-coke-memorial-celebrations.htm
[76]
Idem.
[77]
http://www.methodistheritage.org.uk/missionaryhistory-overview.htm
[78]
https://holyjoys.org/the-legacy-of-thomas-coke-the-father-of-methodist-missions-part-1/
[79]
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[80] Modo IA do Google
[81] Pesquisa: www.en.wikipedia.org/wiki/Francis_Asbury
www.christianitytoday.com/ch/.../asbury.htm
www.wesley.nnu.edu/other-theologians/francis-asbury
www.archive.org ›... › The American Methodism Project
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