Carlos Wesley e sua dependência
da graça em meio ao sofrimento
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Toda gloria a Deus!
Odilon Massolar Chaves é pastor metodista
aposentado, doutor em Teologia e História pela Universidade Metodista de São
Paulo.
É casado com RoseMary.
Tem duas filhas: Liliana e Luciana.
Sua tese tratou sobre o avivamento metodista na
Inglaterra no século XVIII e a sua contribuição como paradigma para nossos
dias.
Foi editor do jornal oficial metodista e
coordenador de Curso de Teologia.
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Índice
·
Introdução
·
Destaques dos
capítulos do livro
·
Carlos Wesley,
o primeiro metodista
·
O ministério
de Carlos Wesley em meio a dor
·
Quem foi
Carlos Wesley?
·
Um dos fatores
de deixar a missão na Geórgia foi devido à enfermidade
·
Carlos teve sua
experiência espiritual quando estava doente
·
Carlos estava
doente, foi cuidado por Sally e a pediu em casamento
·
O legado de
Carlos Wesley em meio à enfermidade
·
Diário de
Carlos Wesley sobre enfermidades
·
Final da vida
marcado por doenças
· Hinos de Carlos Wesley que retratam suas lutas
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Introdução
“Carlos Wesley e sua dependência da graça em meio ao sofrimento” é um livro de 31 páginas baseada no seu diário, comentários sobre Carlos Wesley e do IA do Google.
“Ele frequentemente ligava seus problemas físicos a estados mentais e espirituais, vendo o sofrimento como um meio de se aproximar de Deus e depender mais da Sua graça”.[1]
Em um dos seus hinos, Carlos
Wesley escreveu:
“SENHOR,
eu me desespero para curar:
vejo meu pecado, mas não consigo sentir;
Não posso, até que teu Espírito sopre,
e mande que as águas obedientes corram”.
Suas
principais enfermidades foram: pleurisia e febres, desgaste físico de viagens
desgastes da itinerância, reumatismo, problemas digestivos e uma fragilidade
constitucional, etc.
Mas foi em meio às enfermidades que Carlos dependeu mais da graça do Senhor e teve sua experiência espiritual; encontrou sua esposa que cuidou dele quando Carlos chegou de uma viagem e foi acolhido por um metodista. Fo em meio às enfermidades ele escreveu muitos hinos.
Uma história de vida que nos
estimula em nossas lutas e nos edifica no ministério.
O Autor
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Destaques dos capítulos do livro
Carlos
Wesley, o primeiro metodista
Sim, em
termos históricos e acadêmicos, Charles (Carlos) Wesley é
frequentemente chamado de o "primeiro metodista".
Embora seu
irmão mais velho, John (João) Wesley, seja reconhecido como o
principal líder e organizador do movimento, foi Carlos quem iniciou o grupo que
deu origem a tudo. [2]
O
ministério de Carlos Wesley em meio a dor
O ministério de Carlos Wesley (Charles Wesley, 1707–1788) é historicamente
reconhecido por sua profunda resiliência e produção espiritual, mesmo em
períodos de intensa dor
física e emocional. Conhecido como o "poeta do
Metodismo", ele transformou o sofrimento pessoal em hinos que ainda hoje
servem de consolo para milhões de pessoas. [3]
Quem foi Carlos Wesley?
Carlos Wesley (1707–1788) foi um líder, pregador e prolífico
hinista britânico, cofundador do movimento metodista ao lado de seu irmão mais
velho, John Wesley. Conhecido como o "poeta do metodismo",
compôs mais de 6.000 hinos que moldaram a teologia e a adoração metodista,
influenciando o avivamento evangélico do século XVIII. [4]
Um dos
fatores de deixar a missão na Geórgia foi devido à enfermidade
A saúde debilitada foi um fator decisivo, mas a saída de Charles (Carlos) Wesley da Geórgia em 1736 envolveu uma combinação de crises físicas e pessoais.
Problemas
de Saúde: Charles
sofreu gravemente com doenças durante sua estadia, incluindo um forte ataque
de pleurisia (inflamação nos pulmões)
que quase o matou e contribuiu para sua decisão de retornar à Inglaterra. [5]
Carlos teve
sua experiência espiritual quando estava doente
Sim, Carlos Wesley (Charles Wesley) teve sua experiência espiritual
de conversão enquanto estava gravemente doente de pleurisia (inflamação
pulmonar) em maio de 1738. [6]
Carlos
estava doente, foi cuidado por Sally e a pediu em casamento
Sim,
exatamente. O pedido de casamento de Charles Wesley a Sarah
"Sally" Gwynne ocorreu em um momento de vulnerabilidade
física do evangelista.
Em março de
1748, após retornar de uma viagem ao País de Gales, Charles ficou gravemente
doente. Durante esse período, Sally Gwynne cuidou dele com
dedicação, o que o levou a vê-la como seu "anjo da guarda". Foi sob
esses cuidados, em 3 de abril de 1748, que Charles a pediu em casamento
de forma espontânea. [7]
O legado de
Carlos Wesley em meio à enfermidade
O legado de Carlos Wesley (Charles Wesley, 1707–1788) é definido pela sua
resiliência e produção espiritual em períodos de fragilidade física,
transformando a enfermidade em um catalisador para a composição de hinos que
moldaram o cristianismo moderno. Conhecido como o "Poeta do
Metodismo", ele utilizou momentos de convalescença para expressar sua fé
de forma lírica e profunda. [8]
O diário de Carlos (Charles) Wesley (1707–1788), o cofundador do metodismo, é um
registro detalhado de sua vida espiritual, viagens e, notavelmente, de
seus frequentes
problemas de saúde. Em seus relatos, as enfermidades são
frequentemente entrelaçadas com sua jornada de fé e resiliência física. [9]
Final da vida marcado por doenças
“Sim, o
final da vida de Charles Wesley (1707–1788), o prolífico poeta e líder
metodista, foi de fato marcado por uma saúde frágil e doenças.
Aqui estão
os detalhes sobre o fim da vida dele:
- Saúde
Frágil e Exaustão: Após
décadas de intensa itinerância e pregação, Charles sofreu com exaustão
nervosa, depressão e uma saúde geralmente fraca na velhice.
- Causa
da Fraqueza: Seu médico
atribuiu a saúde debilitada nos últimos anos ao seu estilo de vida
excessivamente estudioso e ao jejum rigoroso durante o tempo em que
estudou em Oxford.
- Declínio
Gradual: Antes de falecer aos 80 anos em 29
de março de 1788, ele passou por um período de declínio gradual, com
grande fraqueza física, mas manteve a mente em paz e com profunda fé”. [10]
Hinos de Carlos Wesley que retratam suas lutas
Alguns dos
hinos de Carlos Wesley foram escritos durante o período de suas doenças. Na dor,
ele dependia inteiramente da graça de Deus.
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Carlos Wesley, o primeiro metodista
Sim, em termos históricos e acadêmicos, Charles
(Carlos) Wesley é frequentemente chamado de o "primeiro
metodista".
Embora seu irmão mais velho, John (João)
Wesley, seja reconhecido como o principal líder e organizador do movimento,
foi Carlos quem iniciou o grupo que deu origem a tudo. [11]
Carlos Wesley é chamado por alguns historiadores como o “primeiro
metodista”.
Quando Carlos Wesley tinha nove anos foi enviado para a Westminster
School, Inglaterra, onde viveu com seu irmão mais velho, Samuel.
“Em 1716, ingressou na Westminster School, recebendo moradia e
alimentação de seu irmão mais velho, Samuel, então recepcionista da escola, até
1721, quando foi eleito King's Scholar, recebendo assim sua alimentação e
educação gratuitamente”. [12]
“Em 1721, tornou-se King's Scholar e, em 1725, capitão da escola. No ano
seguinte, juntou-se ao irmão John em Christ Church, Oxford, ficando em primeiro
lugar entre os candidatos de Westminster e conquistando uma bolsa de estudos.
Charles foi um aluno brilhante, muito respeitado por seus contemporâneos. Ele
também foi o primeiro metodista assim chamado por sua extraordinária
participação no sacramento semanal e por seguir o método de estudo recomendado
nos estatutos de Oxford, além de convencer vários outros a se juntarem a ele”.[13]
Em 1721,
Carlos Wesley foi admitido como um dos bolsistas do rei no St. Peter's College.
Assim, suas despesas passaram a ser arcadas pela fundação.
“Sua
estadia em Westminster durou dez anos, durante os quais ele foi totalmente
preparado para a Universidade. Em 1726, já com dezoito anos, foi eleito para o
Christchurch College, Oxford, assim como seu irmão, John, havia sido cinco anos
antes. Este, já formado, acabara de obter uma bolsa no Lincoln College.
"No meu primeiro ano na faculdade", diz Charles, "perdi em
distrações; no seguinte, me propus a estudar." "Ele seguiu", diz
John, "seus estudos diligentemente e levou uma vida regular e inofensiva;
mas, se eu falasse com ele sobre religião, ele respondia calorosamente: 'O quê?
Quer que eu seja um santo ao mesmo tempo?' e não quero ouvir mais nada."
John deixou Oxford em agosto de 1727 e só retornou em novembro de 1729. No
início de seu terceiro ano, Charles iniciou (1729) um modo de vida metódico e
sério. "Diligência", diz ele, "me levou a refletir seriamente;
Fui ao sacramento semanal e persuadi dois ou três jovens estudiosos a me
acompanharem e a observar o método de estudo prescrito pelos estatutos da
Universidade. Isso me rendeu o inofensivo nome de metodista. Seis meses depois
disso, meu irmão deixou sua cura em Epworth e veio nos ajudar. Depois,
prosseguimos regularmente em nossos estudos e em fazer o bem que podíamos para
os corpos e almas dos homens." [14]
Carlos Wesley, “ao que parece, foi o primeiro ‘metodista’. Isso foi na primavera de 1729”. [15]
O ministério de Carlos Wesley em meio a dor
O ministério
de Carlos
Wesley (Charles Wesley,
1707–1788) é historicamente reconhecido por sua profunda resiliência e produção
espiritual, mesmo em períodos de intensa dor física e emocional. Conhecido como o
"poeta do Metodismo", ele transformou o sofrimento pessoal em hinos
que ainda hoje servem de consolo para milhões de pessoas. [16]
“O ministério de Charles Wesley (1707-1788),
conhecido como o "poeta do metodismo", foi profundamente marcado por
fragilidades físicas, doenças crônicas e momentos de quase desespero, que,
paradoxalmente, moldaram a intensidade de sua produção teológica e hinológica. Charles, que escreveu mais de 6.000 hinos,
frequentemente compunha enquanto enfrentava dores severas, transformando seu
sofrimento em expressões de fé e confiança na providência divina”.[17]
Suas enfermidades e fragilidade
Física
- “Saúde
Frágil: Charles teve uma infância doentia
e, ao longo da vida, sofreu com pleurisia e outras enfermidades que
frequentemente o deixavam de cama.
- Crise
na Geórgia: Após uma missão frustrada na
Geórgia (1735-1736), retornou à Inglaterra com a saúde extremamente
debilitada, física e emocionalmente exausto.
- Doença
de 1738: Em fevereiro de 1738, uma doença
quase o matou, período em que, debilitado, teve encontros com os morávios
que influenciaram sua conversão em maio daquele ano”. [18]
“Muitas de
suas poesias e hinos foram escritos durante surtos de doenças. Ele via a dor
como um meio de depender inteiramente da graça de Deus.
A obra de
Charles Wesley reflete um entendimento de que o corpo, embora sofra, pode ser
um instrumento de adoração. Seus hinos abordam a necessidade de "paciência
na dor" e a esperança na vida eterna”. [19]
Hino
"Recovery from Sickness": Após uma grave doença em 1738, escreveu um
hino de agradecimento, "And live I yet by power divine?" (Ainda vivo
pelo poder divino?), refletindo a gratidão pela restauração de sua saúde. [20]
No final da vida, ele fez esses versos que sua esposa anotou para Carlos:
"Em idade e fraqueza a cair,
Quem pode um pecador redimir?
Jesus, só tu podes me salvar,
Vem meu corpo e alma renovar;
Quero o teu rosto calmo ver
Antes de eu entrar no porvir".[21]
Ó por mil
línguas para cantar meu querido Redentor
1 Ó por mil línguas para cantar
o louvor do meu grande Redentor,
as glórias do meu Deus e Rei,
os triunfos de sua graça!
2 Meu misericordioso Mestre e meu Deus,
ajudem-me a proclamar,
a espalhar por toda a terra
as honras do seu nome.
4 Ele quebra o poder do pecado cancelado,
liberta o prisioneiro;
seu sangue pode limpar o mais imundo;
Seu sangue serviu para mim.
5 A Deus toda glória, louvor e amor
sejam dados
agora e sempre pelos santos abaixo e pelos santos acima,
pela Igreja na terra e no céu.[22]
Quem foi Carlos Wesley?
Carlos Wesley (1707–1788) foi um líder, pregador e prolífico
hinista britânico, cofundador do movimento metodista ao lado de seu irmão mais
velho, John Wesley. Conhecido como o "poeta do metodismo",
compôs mais de 6.000 hinos que moldaram a teologia e a adoração metodista,
influenciando o avivamento evangélico do século XVIII. [23]
Carlos Wesley (1707-1788) nasceu
em Epworth, Inglaterra, onde seu pai, Samuel Wesley, era pastor. Sua mãe se
chamava Susanna. Foi o 18º filho. Foi educado na Christ Church College, em
Oxford, e formou o grupo o Clube Santo entre seus companheiros de escola em
1729.
O grupo se reunia regularmente para adoração e
realizava um trabalho de caridade, visitando doentes e presos. Sua forma
metódica levou os colegas a apelidá-los de “metodistas”. João Wesley passou a
participar do grupo e assumiu a liderança.
Em 1735, Carlos foi com Wesley para a América como
secretário do general James Oglethorpe e como capelão do Forte Frederica.[24]
Carlos logo foi para Frederica trabalhando com
entusiasmo, mas ele não se deu muito bem. Os colonos não gostavam de se
submeterem a regulamentos tão severos. Os seus sermões não eram o que os
colonos precisavam. Foi criticado e caiu doente.
Adoeceu e teve decepções na América. Retornou dia 3
de dezembro de 1736. Manteve contato com os moravianos e em 21 de maio de 1738
teve a experiência de renovação que ele chamou “Dia de Libertação”. Casou-se
com Sarah Gwynne (1726–1822). Três de seus filhos – Charles, Samuel e Sarah –
sobreviveram até a idade adulta e foram excelentes músicos.
Charles Wesley foi um pregador itinerante e visitou
o País de Gales 11 vezes entre 1741 e 1748, Irlanda e Escócia. Viajou e pregou
em muitos lugares da Inglaterra.
“Depois de se aposentar da itinerância em 1756,
Charles Wesley exerceu um ministério de pregação e pastoral localizado em
Bristol e, a partir de 1771, em Londres”. [25]
Escreveu mais de 9 mil hinos ou precisamente 8.989
hinos.[26] Os
hinos de Carlos tinham uma mensagem fundamentada na piedade cristã, própria
para as reuniões devocionais e para os grandes agrupamentos ao ar livre. Seus
hinos destacavam o fervor da fé.
Em 1758, Charles Wesley publicou sua coleção de
40 Hinos de Intercessão. Como resultado das suas
composições poéticas, a Gospel Music Association dos EUA, em reconhecimento à
sua contribuição para a música gospel, incluiu Carlos Wesley no Hall da Fama da
Música Gospel em 1995. [27]
Um dos fatores de deixar a missão na Geórgia foi
devido à enfermidade
A saúde debilitada foi um fator decisivo, mas a saída de Charles
(Carlos) Wesley da Geórgia em 1736 envolveu uma combinação de crises
físicas e pessoais.
- Problemas
de Saúde: Charles sofreu gravemente com
doenças durante sua estadia, incluindo um forte ataque de pleurisia (inflamação nos pulmões) que quase o matou e contribuiu para
sua decisão de retornar à Inglaterra. [28]
Um dos
motivos de Carlos Wesley voltar da Geórgia foi sua enfermidade.
“Charles Wesley voltou da Geórgia para a Inglaterra em 1736 devido a sérios problemas de saúde e ao ambiente extremamente desafiador que enfrentou.
Aqui estão os detalhes da sua saída:
Enfermidade
e Dificuldades: Charles
serviu como secretário de James Oglethorpe e capelão em Fort Frederica. Ele
adoeceu gravemente, em parte devido às péssimas condições de moradia (foi
forçado a dormir no chão de uma cabana) e ao clima severo”.[29]
Conflitos e
Desilusão: Além
das enfermidades, ele sentia-se miserável em suas funções. Charles servia como secretário
do General
James Oglethorpe e capelão em Fort Frederica, onde enfrentou forte oposição dos
colonos e dificuldades com sua própria rigidez religiosa”. [30]
Carlos teve sua experiência espiritual quando
estava doente
Sim, Carlos Wesley (Charles Wesley) teve sua experiência espiritual
de conversão enquanto estava gravemente doente de pleurisia (inflamação
pulmonar) em maio de 1738. [31]
Carlos Wesley voltou à Inglaterra e procurou
seus antigos amigos do Clube Santo. Ficou doente.
Ele foi acolhido na casa
de Thomas
Bray, um
simples artesão morávio em Londres.
“O Encontro com
Peter Böhler:
Enquanto estava acamado e temendo a morte, Charles foi visitado pelo líder
morávio Peter Böhler. Quando questionado sobre por que esperava ser
salvo, Charles respondeu que havia ‘feito o seu melhor para servir a Deus’.
Böhler apenas balançou a cabeça, o que fez Charles refletir sobre a
insuficiência de suas obras”. [32]
Carlos experimentou sua própria experiência de
“coração estranhamente aquecido” apenas alguns dias antes de Wesley, em 21 de
maio de 1738: “(...) no meio de contínuas lutas espirituais enquanto
estava doente no domingo de Pentecostes, sentiu ´uma estranha palpitação no
coração´, foi capaz de dizer ´Eu creio, eu creio!´ e achou-se em paz com Deus.”
[33]
Ele veio a reconhecer o amor de Deus na presença do
Espírito Santo que foi dissipando a escuridão da dúvida de seu coração
Buscou intensamente em oração e recebeu essa
benção. “Era o dia de Pentecostes.
Às nove horas da manhã o seu irmão João e alguns amigos o visitaram e juntos
oraram e cantaram um hino ao Espírito Santo. Ali se demoraram meia hora. Carlos
Wesley entregou-se à oração pedindo o cumprimento da promessa do dom do
espírito Santo. Sentindo-se fraco no corpo, desejou dormir e quando estava se
acomodando para dormir ouviu uma voz que dizia: ‘Em nome de Jesus de Nazareth,
levanta-te e crê, e serás curado das tuas enfermidades. Estas palavras fizeram
grande impressão sobre ele. Oh! Se Cristo me falasse assim..., suspirou ele.
Aquelas palavras foram preferidas por uma senhora que havia alcançado a
salvação pela fé. Ele confiou em Cristo e somente nele e logo alcançou paz para
sua alma. Poucas horas depois as boas notícias chegaram aos ouvidos do seu
irmão João que escreveu: "Eu recebi a notícia que meu irmão alcançara paz
para sua alma. A força física voltou a seu corpo desde àquela hora. Quem é
semelhante a nosso Deus?"
Este dia, o dia 21 de maio de 1738, foi um dia memorável na vida de Carlos
Wesley. Foi o começo de uma nova época em sua vida.”[34]
“Na primavera de 1738, foi
prostrado por uma doença grave. Até então, ele havia defendido as doutrinas do
Rev. William Law e se apoiava em uma retidão legal. Durante sua doença, sob as
instruções do moravio piedoso Peter Böhler (que o havia escolhido como seu
professor de inglês), e de seu anfitrião simplista em Londres, Sr. Bray, um
soldado, ele foi levado a renunciar à sua autojustiça e a obter alegria e paz
na crença, no Pentecostes, 21 de maio de 1738. Até hoje, ele olha para trás
como a era de sua conversão.
Recuperado da doença, tornou-se, no final de julho,
capelão do Sr. Stonehouse, vigário de St. Mary's, Islington, que posteriormente
se tornou morávio. Enfrentando muita oposição de parte da paróquia e de sua
diocese, permaneceu lá apenas oito ou nove meses”.[35]
Carlos estava doente, foi cuidado por Sally e a
pediu em casamento
Sim, exatamente. O pedido de casamento de Charles
Wesley a Sarah "Sally" Gwynne ocorreu em um
momento de vulnerabilidade física do evangelista.
Em março de 1748, após retornar de uma viagem ao
País de Gales, Charles ficou gravemente doente. Durante esse período, Sally
Gwynne cuidou dele com dedicação, o que o levou a vê-la como seu
"anjo da guarda". Foi sob esses cuidados, em 3 de abril de
1748, que Charles a pediu em casamento de forma espontânea. [36]
Em 1747, Carlos conheceu
Sarah Gwynne (1726-1822) também conhecida como Sally, que tinha 19 anos.
Parece que foi amor à primeira vista. Era filha de uma família rica, no País de
Gales. Seu pai Marmaduke Gwynne oferecia acomodações para viajantes evangélicos e por
cinco dias ofereceu um lugar para Carlos e John Wesley.
Carlos retornou doente de uma viagem mmissionária, em março de 1748 e foi hospedado na casa de Marmaduke Gwynne. Sally cuidou
dele. Foi assim, em 3 de abril de 1748, que ele parece ter proposto casamento
para ela. Em seu Diário, ele
observou: "À noite a minha mais querida Sally, como meu anjo da guarda, me
acompanhou ... perguntei-lhe se ela poderia confiar em mim mesmo para a vida e
com uma simplicidade nobre ela prontamente me respondeu que poderia."[37]
Carlos lhe propôs o casamento. A mãe de Sarah estava feliz em ver
Carlos se tornar seu genro.
Para expressar seu amor, Carlos frequentemente escrevia hinos. Nos “Hinos e Poemas Sagrados” (1749), estão cinquenta e cinco hinos com o título "Para amigos
cristãos". Embora sejam todos aplicáveis a amigos cristãos em geral, foram escritos inspirados pela sua amizade com Sally.[38]
O legado de Carlos Wesley em meio à enfermidade
O legado
de Carlos
Wesley (Charles Wesley,
1707–1788) é definido pela sua resiliência e produção espiritual em períodos
de fragilidade física,
transformando a enfermidade em um catalisador para a composição de hinos que
moldaram o cristianismo moderno. Conhecido como o "Poeta do
Metodismo", ele utilizou momentos de convalescença para expressar sua fé
de forma lírica e profunda. [39]
- “Hinos
de Louvor no Sofrimento: Charles
Wesley não permitia que a doença calasse sua fé. Ele via a enfermidade
como um meio de dependência de Deus, descrevendo-a como "um tição
tirado do fogo" ou um momento de "esperança em meio à
fraqueza".
- Conversão
e Cura (1738): Após uma grave pleurisia
(inflamação pulmonar) em 1738, que o deixou à beira da morte, Charles teve
uma experiência espiritual profunda de "paz com Deus". Três dias
após essa experiência, ainda se recuperando, ele escreveu seu primeiro hino
de conversão, "Where Shall My Wondering Soul Begin" (Onde
começará minha alma maravilhada).
- Composição
de Hinos como Terapia: A escrita de
hinos era sua forma de processar dor, luto e enfermidades. Ele escreveu
hinos famosos como "And Can It Be" (Pode ser?) e hinos de
conforto enquanto enfrentava exaustão, exilando-se de viagens missionárias
intensas.
- Último
Hino: Mesmo próximo da morte, aos 80
anos, com a saúde extremamente debilitada, ele ditou sua esposa, Sarah,
seu último hino, no qual chamava Jesus de "força da minha carne e
coração desfalecentes".
- Teologia
na Dor: Seus hinos ensinavam que o
sofrimento pode santificar e aproximar o cristão de Deus. Ele interpretava
aflições como "bens reais" que fixam o coração no Criador”. [40]
Diário de Carlos Wesley sobre enfermidades
O diário de Carlos (Charles) Wesley (1707–1788), o cofundador do metodismo, é um
registro detalhado de sua vida espiritual, viagens e, notavelmente, de
seus frequentes
problemas de saúde. Em seus relatos, as enfermidades são
frequentemente entrelaçadas com sua jornada de fé e resiliência física. [41]
Suas principais enfermidades
foram: pleurisia e febres, desgaste físico e viagens desgastes da itinerância, reumatismo,
problemas digestivos e uma fragilidade constitucional, etc.
No seu diário, encontramos:
Voltou muito doente
“Voltei para a cidade muito
doente de dor de garganta”
Na terça-feira, dia 5 de
setembro de 1738, “O Sr. Piers concordou
em embarcar na minha irmã Kezzy”, disse. “Li meu
sermão; orei e regozijei-me com a Sra. Delamotte, e o resto em Blendon”.
Charles era todo grato e amor. Voltei para a cidade muito doente de dor de
garganta”.[42]
Mesmo doente, Carlos Wesley
orava com fervor e não deixou de orar
por pessoas enfermas:
Orou com os
doentes e leu orações
“Orei
com os doentes; li as orações e expôs a lição”
Na quinta-feira, 22 de março de
1739, “eu estava no Marshalsea com o Sr. Oakley. Orei com os doentes; li as
orações e expôs a lição”, disse Carlos.[43]
Orando por
uma mulher doente
“Eu orei pela mulher doente”
No domingo, 18 de fevereiro de
1739, “eu preguei em Islington,
sobre a mulher que era uma pecadora; no Marshalsea, de Rom. iii. Eu orei pela
mulher doente: exposto no Sims para duas várias companhias,” disse Carlos.[44]
Final da vida marcado por doenças
“Sim, o final da vida de Charles Wesley
(1707–1788), o prolífico poeta e líder metodista, foi de fato marcado por uma
saúde frágil e doenças.
Aqui estão os detalhes sobre o fim da vida dele:
- Saúde
Frágil e Exaustão: Após
décadas de intensa itinerância e pregação, Charles sofreu com exaustão
nervosa, depressão e uma saúde geralmente fraca na velhice.
- Causa
da Fraqueza: Seu médico
atribuiu a saúde debilitada nos últimos anos ao seu estilo de vida
excessivamente estudioso e ao jejum rigoroso durante o tempo em que
estudou em Oxford.
- Declínio
Gradual: Antes de falecer aos 80 anos em 29
de março de 1788, ele passou por um período de declínio gradual, com
grande fraqueza física, mas manteve a mente em paz e com profunda fé”. [45]
“No final
de 1756, o Sr. Wesley deixou de itinerar, limitando-se principalmente a
Bristol, a casa de sua família, e a Londres, onde fazia visitas oficiais
frequentes. A Sra. Gumley [Srta. Degge], tia de Lady Robert Manners, em 1771,
presenteou o Sr. e a Sra. Charles Wesley com um contrato de aluguel de vinte
anos de sua residência na cidade, ricamente mobiliada; que dali em diante se
tornou seu lar. Ficava na Chesterfield Street, Marylebone, perto do Regent's
Park, e a três milhas da "The Foundry", a casa londrina de John. Em
1777, o arrendamento da fundição expirou e a espaçosa Capela da Estrada da
Cidade foi construída. Nesses dois locais renomados, ou em alguma outra capela
da cidade, o Sr. Wesley, quando não estava incapacitado por doença, normalmente
pregava duas vezes no sábado, durante o restante de sua vida. Embora de corpo
frágil e vítima vitalícia de doenças, foi poupado até a velhice, falecendo em
sua casa na Chesterfield Street, sábado, 29 de março de 1788, aos oitenta anos.
Seus restos mortais foram sepultados no cemitério da igreja de Marylebone”. [46]
Hinos de Carlos Wesley que retratam suas
lutas
Alguns dos hinos de Carlos Wesley foram escritos
durante o período de suas doenças. Na dor, ele dependia inteiramente da graça
de Deus.
“Aqui estão alguns hinos de Carlos Wesley que retratam suas lutas e o refúgio em Deus:
- "Jesus,
Lover of My Soul" (Jesus, Amante da Minha Alma): Considerado um dos seus hinos mais pessoais, escrito logo
após sua conversão, reflete um momento de intensa insegurança e angústia,
onde ele busca refúgio no amor de Cristo contra "a tempestade" e
"as ondas" da vida.
- "Weary
of Struggling with My Pain" (Cansado de Lutar com Minha Dor): Este hino retrata diretamente o desespero de um cristão
exausto de lutar contra suas próprias falhas e naturezas, admitindo que
não consegue se curar sozinho e que sua "esperança é o
desespero" (de si mesmo) (...).
- "Wretched,
Helpless, and Distrest" (Miserável, Desamparado e Aflito): Uma expressão honesta de um estado de fraqueza, onde ele
confessa ser "cego, pobre e nu" e clama pela ajuda de Deus,
sentindo-se exilado e "fallen out of God" (afastado de Deus).
- "Soldiers
of Christ, Arise" (Soldados de Cristo, Levantai-vos): Este hino reflete a luta constante contra as tentações e as
forças espirituais, incentivando a perseverança através da
"armadura" de Deus.
- "Come,
Ye Weary Sinners, Come" (Vinde, Pecadores Cansados): Escrito para o hinário de 1747, este hino aborda o peso da
culpa, o desânimo e a angústia da alma ("weary of this war
within" - cansado desta guerra interior), buscando o descanso na
promessa de Jesus”. [47]
Jesus, amado da minha alma
“Jesus, amado da minha alma” foi
escrito por Carlos Wesley em 1740. Está publicado em 3186
hinários. Outra tradução diz: “Jesus, amante da minha alma”.
Foi traduzido para várias
línguas:
“Tradução russa: "Isis-ti
pa krof dusha", tradutor desconhecido; Tradução polaca: Ver: "Jezu,
Zbawco mojej duszy" de Paweł Sikora; Tradução
para o espanhol: Ver "Oh
Jesús, mi Salvador.”[48]
Na língua inglesa:
“Jesus_lover_of_my_soul.”
O centro da mensagem é o amor, a
santidade, o perfeito amor, a base wesleyana.
A música é de Joseph Parry (1841-1903).
O Hino
Jesus, amante da minha alma,
deixa-me voar para o teu seio,
enquanto as águas mais próximas
correm,
enquanto a tempestade ainda está
alta;
esconda-me, ó meu Salvador,
esconda-se,
até que a tempestade da vida
passe;
seguro no guia do refúgio,
Ó, receba minha alma finalmente!
2 Não tenho outro refúgio;
pendura minha alma indefesa em
ti;
vá embora, ah! não me deixe
sozinho,
ainda me apoie e console.
Toda a minha confiança em ti foi
mantida,
toda a minha ajuda de ti eu
trago;
cubra minha cabeça indefesa
com a sombra da tua asa.
3 Graça abundante é encontrada
em ti,
graça para cobrir todos os meus
pecados;
deixe as correntes de cura
abundarem;
faça e mantenha-me puro por
dentro.
Tu da vida és a fonte;
livremente deixe-me tomar de
você;
brota dentro do meu coração,
sobe para toda a eternidade.[49]
E pode ser
que eu deveria ganhar?
"And
Can It Be That I Should Gain" (Será Que Eu Deveria Ganhar): Embora seja um hino de
triunfo, ele retrata a luta anterior contra o pecado e o estado de
"prisão" espiritual, descrevendo como sua "alma
encarcerada" estava "ligada ao pecado e à noite da natureza"
antes da libertação”. [50]
Este hino escrito por Charles Wesley é considerado um dos mais amados
hinos de sua autoria.
“De acordo com o editor da The Oxford Edition of the Works of
John Wesley, "And Can It Be" foi escrito imediatamente após a
conversão de Charles
Wesley ao cristianismo em 21 de maio de 1738. Wesley conhecia sua Bíblia
bem antes desta época, mas ainda não havia experimentado a afirmação de um novo
nascimento ou a totalidade da graça em sua vida”.[51]
O Hino
E pode ser que eu deveria ganhar
Um interesse no sangue do Salvador?
Ele morreu por mim, que causou Sua dor?
Para mim, que levaram à morte perseguido?
Amor incrível! como pode ser
Que Tu, meu Deus, deves morrer por mim?
Refrão:
Amor incrível! como pode ser
Que Tu, meu Deus, deves morrer por mim!
É mistério todo! O Imortal morre!
Quem pode explorar
Seu estranho desígnio?
Em vão o serafim primogênito tenta
Para soar as profundezas do amor divino!
É misericórdia tudo! deixe a terra adorar,
Que as mentes dos anjos não perguntem mais.
[Refrão]
Amor incrível! como pode ser
Que Tu, meu Deus, deves morrer por mim!
Ele deixou o trono de seu Pai acima,
Tão livre, tão infinita Sua graça;
Esvaziou-se de tudo menos do amor,
E sangrou pela raça indefesa de Adão;
É toda misericórdia, imensa e gratuita;
Pois, ó meu Deus, ela me descobriu.
[Refrão]
Amor incrível! como pode ser
Que Tu, meu Deus, deves morrer por mim!
Por muito tempo meu espírito
aprisionado
Preso no pecado e na noite da natureza;
Teu olho difundiu um raio veloz,
Acordei, a masmorra ardeu com a luz;
Minhas correntes caíram, meu coração estava livre;
Eu me levantei, saí e Te segui.
[Refrão]
Amor incrível! como pode ser
Que Tu, meu Deus, deves morrer por mim!
Nenhuma condenação agora eu temo;
Jesus, e tudo nele é meu!
Vivo nele, minha cabeça viva,
E vestido de justiça divina,
Ousado me aproximo do trono eterno,
E reivindique a coroa, através de Cristo meu.
[Refrão]
Amor incrível! como pode ser
Que Tu, meu Deus, deves morrer por mim! [52]
Senhor, eu me desespero para
curar
Dependência
da Graça: Em um
de seus hinos, ele declara: "Lord, I despair myself to heal" (Senhor,
eu desespero de mim mesmo para me curar), mostrando que sua teologia da
salvação era inseparável de sua necessidade de um "Grande Médico".[53]
Senhor, eu desespero de mim mesmo para me curar
1 SENHOR, eu me desespero
para curar:
vejo meu pecado, mas não consigo sentir;
Não posso, até que teu Espírito sopre,
e mande que as águas obedientes corram.
2 É teu coração de carne para dar,
Só Teus dons eu posso receber;
Aqui então todos a ti renuncio;
Desenhar, resgatar e selar é seu.
3 Com fé simples em ti eu chamo,
minha luz, minha vida, meu Senhor, meu todo:
Espero o movimento da piscina,
espero a palavra que me fala por inteiro.
4 Fala, Senhor misericordioso, cura da minha doença,
Torna minha natureza infectada pura;
Paz, retidão e alegria,
e derrama-te no meu coração.[54]
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[8] Visão geral criada por IA do Google
[9] Visão geral criada por IA do Google
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[11] Visão geral criada por IA do Google
[12] https://hymnary.org/text/and_live_i_yet_by_power_divine
[13] https://www.poetryfoundation.org/poets/charles-wesley
[14] https://www.hymnologyarchive.com/biography-of-charles-wesley
[15] https://www.hymnologyarchive.com/biography-of-charles-wesley
[16] Visão geral criada por IA do Google
[17] Visão geral criada por IA do Google
[18] Visão geral criada por IA do Google
[19] Visão geral criada por IA do Google
[20] Visão geral criada por IA do Google
[21] https://www.metodista.org.br/a-vida-de-carlos-wesley-o-poeta-do-metodismo-1707-1788/
[22]
https://hymnary.org/text/o_for_a_thousand_tongues_to_sing_my
[23]
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[24]
https://www.georgiaencyclopedia.org/articles/arts-culture/charles-wesley-1707-1788/m-1374/
[25]https://academic.oup.com/book/4264/chapter-abstract/146133086?redirectedFrom=fulltext&login=false
[27]
Pesquisa: www.pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Wesley
https://gbgm-umc.org/UMhistory/wesley/hymns
www.bbc.co.uk/religion/.../charleswesley_1.shtm
http://www.bbc.co.uk/religion/religions/christianity/people/charleswesley_1.shtml
[29] Visão geral criada por IA do Google
[30] Visão geral criada por IA do Google
[31] Visão geral criada por IA do Google
[32] Visão geral criada por IA do Google
[33] HEITZENHATER, Richard P., Wesley e o Povo Chamado
Metodista, Editeo-Pastoral Bennett, 1996, p.79.
[34]
Idem.
[35]
https://www.hymnologyarchive.com/biography-of-charles-wesley
[36]
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[37]
http://www.emanuel.ro/wp-content/uploads/2014/06/P-7.2-2009-Michael-A.-G.-Haykin-My-Sister-Dearest-Friend.pdf
[38]
http://media.sermonaudio.com/mediapdf/11108932252.pdf
[39] Visão geral criada por IA do Google
[40] Visão geral criada por IA do Google
[41] Visão geral criada por IA do Google
[42]
Ide, p.130.
The Journal of the rev. Charles Wesley, m.a. An
Introduction and Occasional Notes, by Thomas Jackson. E dois volumes. vol. i.
Londes - Wesleyan Methodist Book-Room, 2, Castle Street City road, e.c.; and
gg, paternoster row, k.c, p.143.
[45] Visão geral criada por IA do Google
[46] https://www.hymnologyarchive.com/biography-of-charles-wesley
[47]
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[48] https://hymnary.org/text/jesus_lover_of_my_soul_let_me_to_thy_bos
[49]
https://hymnary.org/text/jesus_lover_of_my_soul_let_me_to_t
[50]
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[51] https://www.godtube.com/popular-hymns/and-can-it-be/
[52]
https://www.godtube.com/popular-hymns/and-can-it-be/
[53]
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[54]https://www.invubu.com/
music/show/song/Charles-Wesley/Lord%252C-I-Despair-Myself-To-Heal.html
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