Wesley e seus encontros com Deus
Odilon
Massolar Chaves
===============================
Copyright
© 2026, Odilon Massolar Chaves
Todos os direitos reservados ao autor.
É permitido ler, copiar e compartilhar gratuitamente
Art. 184 do Código Penal e Lei 96710 de 19 de fevereiro de 1998.
Livros publicados na Biblioteca Digital Wesleyana: 719
Livros publicados pelo autor: 766
Capa: João Wesley
Tradutor: Google
Toda gloria a Deus!
Odilon Massolar Chaves é pastor metodista aposentado, doutor em Teologia
e História pela Universidade Metodista de São Paulo.
É casado com RoseMary. Tem duas filhas: Liliana e Luciana.
Sua tese tratou sobre o avivamento metodista na Inglaterra no século
XVIII e a sua contribuição como paradigma para nossos dias.
Foi editor do jornal oficial metodista e coordenador de Curso de
Teologia.
===============================
Índice
· Introdução
· Destaques dos capítulos do livro
· O Encontro com Deus na Rua Aldersgate
· Encontro com Deus no Pentecostes metodista
· Encontros com Deus em Bristol
· Wesley explica como Deus opera
· O Encontro com Deus na sua morte
· A renovação da aliança com Deus
===============================
Destaques dos capítulos do livro
O Encontro com Deus na Rua
Aldersgate
Wesley fala dessa
experiência como passar da fé de um servo para a segurança da fé de um filho de
Deus
Encontro com Deus no Pentecostes metodista
O poder de Deus veio poderosamente sobre nós,
de tal forma que muitos gritaram de alegria e muitos caíram por terra. Assim
que nos recuperamos um pouco daquele espanto e admiração pela presença de Sua
majestade, irrompemos em uma só voz: 'Louvamos Vós, ó Deus, reconhecemos que és
o Senhor.
Encontros com Deus em Bristol
Tantas testemunhas vivas Deus deu, que sua mão ainda está estendida para curar, e que sinais e maravilhas são ainda agora forjados por seu santo filho Jesus
Wesley explica como Deus opera
Como essas coisas podem ser?
O Encontro com Deus na sua morte
O melhor de tudo é que Deus está conosco
A renovação da aliança com Deus
Dedicação total da vida total a Deus
===============================
Introdução
“Wesley e seus encontros com
Deus” é um livro de 43 páginas baseado especialmente no diário de João Wesley.
“Além da célebre experiência
do "coração aquecido" em Aldersgate, em 24 de maio de 1738, a
vida de John Wesley foi marcada por várias outras experiências espirituais e encontros com
Deus, que moldaram sua fé e ministério”. [1]
O primeiro encontro jamais se
esquece: Foi na Rua Aldersgate, em 24 de maio de 1738.
O segundo foi na vigília de 31 de dezembro de
1738 para 1º de janeiro de 1739 no chamado “Pentecostes metodista”. Mas foi em
Bristol, em 1739, que Wesley viu a poderosa mão de Deus realizando fatos
sobrenaturais.
Durante seu ministério, Wesley sempre teve encontros
com Deus.
Depois, Wesley criou a “Renovação da Aliança
com Deus” para todo metodista ter uma “dedicação total da vida a Deus",
"a entrega completa a Deus de todo o ser".
Um estudo que nos mostra a importância de ter
sempre experiencias com Deus.
O Autor
===============================
Destaques dos capítulos do livro
O Encontro com Deus na Rua
Aldersgate
Wesley fala
dessa experiência como passar da fé de um servo para a segurança da fé de um
filho de Deus
Encontro com Deus no Pentecostes metodista
O poder de Deus veio poderosamente sobre nós,
de tal forma que muitos gritaram de alegria e muitos caíram por terra. Assim
que nos recuperamos um pouco daquele espanto e admiração pela presença de Sua
majestade, irrompemos em uma só voz: 'Louvamos Vós, ó Deus, reconhecemos que és
o Senhor.
Encontros
com Deus em Bristol
Tantas
testemunhas vivas Deus deu, que sua mão ainda está estendida para curar, e que
sinais e maravilhas são ainda agora forjados por seu santo filho Jesus
Wesley explica como Deus opera
“Como essas coisas podem ser?
O Encontro com Deus na sua morte
O melhor de tudo é que Deus está conosco
A renovação da aliança com Deus
“Dedicação total da vida total a
Deus", "a entrega completa a Deus de todo o ser".
===============================
O
Encontro com Deus na Rua Aldersgate
Wesley fala dessa experiência como passar da fé de
um servo para a segurança da fé de um filho de Deus
Diante dos fracassos que experimentou na América,
Wesley foi muito crítico consigo mesmo e, então, notou que o seu coração estava
corrompido.
Diante desse quadro, Wesley percebeu mais
nitidamente o estado do seu coração. Por isso, afirmou que aprendeu na América
que o seu coração estava corrompido:
“(...) que
eu tenho estado destituído da glória de Deus; que meu coração está
completamente corrompido (...).”[2]
Wesley saiu da Geórgia com amargura e
desapontamento. Como positivo, passou a ser mais cauteloso. Havia aprendido a
conhecer com os moravianos direção paternal de Deus; havia vencido seu medo do
mar. Em acréscimo, havia conhecido muitas pessoas que, como ele, buscavam a
santidade e desejam servir a Deus.
A consciência de sua situação o levou a procurar
ajuda e a se humilhar. Conheceu um moraviano chamado Pedro Bohler que lhe
ensinou sobre a fé viva. Wesley disse:
“(...) me surpreendeu mais e mais com a explicação
que me deu a respeito dos frutos da fé viva, a santidade e a felicidade que ele
afirmou acompanharem tal fé.”
Os moravianos diziam que não existem graus de fé.
Ou você tem ou não tem fé. Wesley não tinha a fé que os moravianos tinham, por
isso, se julgava um incrédulo. Pedro Bohler lhe ensinou sobre a fé viva.
Wesley estava triste porque seus amigos haviam tido
experiências com Deus e ele ainda não. George Whitefield tinha tido uma experiência espiritual, em
1735, e Benjamim Ingham também já havia
experimentado uma transformação. Carlos Wesley também tinha sentido uma
"palpitação no coração", em 21 de maio de 1738, mas João Wesley ainda não havia tido a sua experiência.
Wesley estava consciente do estado do seu coração.
Sabia que precisava de uma ação de Deus em sua vida. Havia aprendido que a fé
viva poderia restaurar a sua vida. Pela influência dos moravianos, Wesley pensava que não tinha fé e que era incrédulo.
Ele aprendeu que precisa ter uma fé viva.
Diante das crises, Wesley decidiu procurar os
moravianos, que o haviam mostrado sobre uma fé superior.
“Uma semana
após ter voltado para a Inglaterra, Wesley se encontrou com Peter Bohler, um
ministro luterano (ordenado mais tarde por Zinzendorf para o ministério
morávio) recentemente chegado da Alemanha e a caminho da América. O contato de
Wesley com Bohler, durante os quatro meses seguintes, proporcionaria modelos
tanto para a renovação espiritual como para o desenvolvimento organizacional do
metodismo.”
Wesley, contudo, continuava preocupado com a falta
de segurança da fé, que havia se tornado evidente em sua viagem durante as duas
travessias do oceano. A vida de Wesley começou a ter um novo rumo, quando ele
foi sem vontade a uma reunião numa sociedade, no dia 24 de maio de 1738. No
culto, alguém comentava sobre a mudança que Deus opera pela fé em Jesus.
Wesley assim
descreveu a sua experiência, quando disse ter sentido seu coração aquecido:
“(...) senti
que eu agora confiava em Cristo, somente em Cristo, para salvação; e me foi
dada à segurança de que Cristo havia perdoado os meus pecados, sim, os meus, e
que eu estava salvo da lei do pecado e da morte.”
Wesley comemorou a experiência com um testemunho
diante dos presentes. Mais tarde, continuou no quarto de Carlos Wesley com um
hino. Os ensinos de seus mentores morávios se tornaram uma confissão pública.
Em sua experiência, Wesley sentiu segurança: Ele
sentiu que agora confiava em Cristo. Somente nele para a Salvação. Foi-lhe dada
a segurança de que Cristo havia perdoado os seus pecados. Ele passou a ter a segurança de ter sido salvo da lei do
pecado e da morte.
É a chamada segunda conversão de Wesley em
Aldersgate, em 24 de maio de 1738. Foi uma experiência de segurança interna de
sua salvação, a uma vivência que os teólogos chamam de testemunho interior do
Espírito Santo. Muitos anos mais tarde, Wesley
fala dessa experiência como passar da fé de um servo para a segurança da
fé de um filho de Deus.[3]
Depois de sua experiencia, Wesley disse que começou
“a orar com todas as minhas forças por aqueles que, de maneira mais especial,
me usaram e perseguiram de forma desprezível. Então testemunhei abertamente
para todos o que eu sentia primeiro no meu coração. Mas não demorou para que o
inimigo sugerisse: 'Isso não pode ser fé; pois onde está a tua alegria?' Então
fui ensinado que a paz e a vitória sobre o pecado são essenciais para a fé no
Capitão da nossa salvação; mas que, quanto aos transportes de alegria que
geralmente acompanham o início dela, especialmente naqueles que lamentaram
profundamente, Deus às vezes dá, às vezes retém, segundo os conselhos de Sua
própria vontade.“Depois de voltar para casa, fui muito atormentado por
tentações, mas gritei, e elas fugiram. Eles voltaram repetidas vezes. Eu também
levantava os olhos, e Ele 'me enviava ajuda de seu lugar sagrado.' E aí percebi
que a diferença entre este e meu antigo estado consistia em chefia. Eu lutava,
sim, lutando com todas as minhas forças sob a lei, assim como sob a graça. Mas
às vezes eu era, se não frequentemente, conquistado; Agora, eu sempre fui
conquistador”.[4]
Certa vez, “um hoteleiro, em cujo estabelecimento
Wesley parou certa vez, perguntou-lhe quanto ganhava por ano para pregar.
Depois de citar certa quantia, Wesley acrescentou que sua recompensa principal
era a certeza de que por sua pregação muitas pessoas estavam sendo salvas. O
hoteleiro ficou mudo de espanto. No entanto, para aquele que havia
experimentado a salvação, esta resposta era perfeitamente compreensível. O
encontro místico de Wesley em Aldersgate preparou-o para compreender
simpaticamente as experiências de seus seguidores incultos, cujas relações com
Deus ficavam quase sempre em níveis baixíssimos”.[5]
Encontro com Deus no Pentecostes metodista
O poder de Deus veio poderosamente sobre nós,
de tal forma que muitos gritaram de alegria e muitos caíram por terra. Assim
que nos recuperamos um pouco daquele espanto e admiração pela presença de Sua
majestade, irrompemos em uma só voz: 'Louvamos Vós, ó Deus, reconhecemos que és
o Senhor
João Wesley acreditava e ensinava sobre a personalidade do Espírito Santo. Ele não é apenas um espírito. O Espírito Santo é uma pessoa.
“Uma leitura dos
Hinos dos Wesleys na trindade revela uma concepção do Espírito Santo como ‘uma
presença viva, ativa, ‘pessoal’ que entra em uma amizade interpessoal intima com o homem (...).”[6]
Mais do que um poder, uma energia ou um dom, o Espírito Santo é uma
pessoa e faz parte da Trindade: Deus-Pai, Deus-Filho, Deus-Espírito Santo.
Podemos dizer que Ele é Deus em nós.
Na vigília de 31 de dezembro de 1738 para 1739 aconteceu o que alguns
chamam de Pentecostes metodista: “Na passagem do novo ano, durante uma noite de
vigília na celebração da festa do amor, o poder de Deus veio poderosamente sobre o grupo Fetter Lane, de
tal maneira que muitos gritavam com extraordinária alegria e muitos caíram no
solo.”[7]
Nesse grupo estavam João e Carlos Wesley e cerca de sessenta outros
metodistas, que com temor entoaram o cântico que diz: "Louvamos-Te, ó
Deus, reconhecemos a Ti como Senhor.”
Wesley assim registrou em seu Diário: "Sr. Hall, Hinching, Ingham,
Whitefield, Hutching e meu irmão Charles estiveram presentes em nosso banquete
de amor em Fetter Lane com cerca de 60 de nossos irmãos. Por volta das três da
manhã, enquanto continuávamos em oração instantânea, o
poder de Deus veio poderosamente sobre nós, de tal forma que muitos gritaram de
alegria e muitos caíram por terra. Assim que nos recuperamos um pouco daquele
espanto e admiração pela presença de Sua majestade, irrompemos em uma só voz:
'Louvamos Vós, ó Deus, reconhecemos que és o Senhor. '"[8]
Para Wesley, o Espírito Santo pode vir sobre as pessoas “como uma
torrente enquanto experimentam o poder dominador da graça salvadora (...). Mas
Ele opera em outros de maneira muito diferente: Ele exerce a sua influência de
maneira delicada, refrescante como o orvalho silencioso.”[9]
George Whitefield, que estava nessa vigília, disse o seguinte
sobre os dias posteriores a esse fato:
“Na verdade, foi uma época pentecostal, às vezes noites inteiras eram
passadas em oração. Frequentemente, temos nos enchido como vinho novo, e
frequentemente os tenho visto oprimidos pela Presença Divina, e clamam: “Será
que Deus, de fato, habitará com os homens na terra? Quão terrível é este
lugar! Esta não é outra senão a casa de Deus e a porta do céu!”.[10]
Encontros
com Deus em Bristol
Wesley
pregava em Bristol e alguns fatos sobrenaturais ou reações espirituais às suas
pregações começaram a acontecer, depois de 17 de abril de 1739.
Isso causou
espanto e controvérsias.
Fatos
sobrenaturais aconteciam: “Logo depois, duas outras pessoas (bem conhecidas
neste lugar, como trabalhando para viver em toda a sã consciência para com
todos os homens) foram tomadas com forte dor e constrangidas a rugir pelas
inquietações de seu coração. Mas não demorou muito
para que eles irrompessem em louvor a Deus e depois Salvador”. [11]
Wesley
não só teve diversos encontros com Deus como também proporcionou com suas
pregações e orações diversos encontros com Deus aos ouvintes.
O
último que invocou a Deus como fora do ventre do inferno, foi um estranho em
Bristol
“Tantas
testemunhas vivas Deus deu, que sua mão ainda está estendida para curar, e que
sinais e maravilhas são ainda agora forjados por seu santo filho Jesus”
Wesley
disse: “O último que invocou a Deus como fora do ventre
do inferno, foi um estranho em Bristol. E em um curto espaço ele também
estava sobrecarregado de alegria e amor, sabendo que Deus havia curado seus
retrocessos. Tantas testemunhas vivas Deus deu, que sua mão ainda está estendida
para curar, e que sinais e maravilhas são ainda agora forjados por seu
santo filho Jesus”.[12]
Baldwin
é uma rua em Bristol.
E
o amor de Deus foi derramado em seu coração
Derramamos
nossas queixas diante de Deus
Na
quarta-feira, dia 18 de abril de 1739, à noite, alguns foram admitidos na
sociedade. Havia uma pessoa que não estava nada bem. “Nem de falar nem olhar
para cima. As tristezas da morte a cercavam, as dores do inferno se
apoderavam dela. Derramamos nossas queixas diante
de Deus e mostramos a ele de seus problemas”.[13]
Deus
atendeu a oração, “ela sentiu em si mesmo, que sendo justificada livremente, ela tinha paz com Deus, mas Jesus
Cristo. Ela se regozijou na esperança da glória de
Deus, e o amor de Deus foi derramado em seu coração”.[14]
Pensford é a maior vila da freguesia de Publow em
Somerset, Inglaterra.
Rogamos a Deus em seu favor, e ele
transformou seu peso em alegria
“Imediatamente
um, e mãe, e outro afundaram na terra: eles caíram de todos os lados como
trovões”
E algo forte
aconteceu quando pregava. “Imediatamente um, e mãe, e
outro afundaram na terra: eles caíram de todos os lados como trovões. Um
deles chorou em voz alta. Rogamos a Deus em seu favor,
e ele transformou seu peso em alegria. Um segundo estando na mesma agonia,
invocamos a Deus também por ela; e falou paz à sua alma. À noite, fui novamente
pressionado em espírito a declarar que Cristo se deu um resgate por
todos. E quase antes de invocá-lo, para colocar o seu selo, ser
respondido. Uma delas estava tão ferida pela espada do espírito, que você teria
imaginado que ela não poderia viver um momento. Mas, sua abundante bondade foi
mostrada, e ela cantou alto sua justiça”.[15]
Deus
enovou as forças de Wesley
“Foi
a nossa primeira festa do amor”
E
Wesley continuou suas pregações: “De Clifton fomos para Rose-green, onde
estavam (por cálculo) perto de sete mil, e daí para
a Gloucester-lane Society. Depois disso, foi a nossa primeira festa do amor na
rua Baldwin”. [16]
Gloucester Lane é uma rua em Bristol.
Deus
renovou minhas forças
E
de júbilo, Wesley exclamou: “Oh, como Deus renovou minhas forças! Que há dez
anos costumava ser tão fraco e cansado, com pregação duas vezes em um
dia!”.[17]
Vinha
o poder de Deus
“Sobre
os quais vinha o poder de Deus”
Na
segunda-feira, dia 29 de abril de 1739, Wesley falou sobre os gritos das
pessoas em seus cultos:
“Compreendemos
que muitos se sentiam ofendidos com os gritos daqueles sobre os quais vinha o
poder de Deus: entre os quais estava um médico, que temia muito que pudesse
haver fraude ou impostura no caso. Hoje em dia, alguém que ele conhecia há
muitos anos, foi o primeiro (enquanto eu estava pregando em Newgate) que
irrompeu em fortes gritos (...).[18]
Reconhecendo
o dedo de Deus
“Ele
então não sabia o que pensar, sendo claramente convencido, não era fraude, nem
ainda qualquer desordem natural”
Wesley
disse que o médico “podia acreditar duramente em seus próprios olhos e ouvidos.
Ele foi e ficou perto dela, e observou cada sintoma, até que grandes gotas de
suor correram pelo rosto dela, e todos os seus ossos tremeram. Ele então não sabia o que pensar, sendo claramente
convencido, não era fraude, nem ainda qualquer desordem natural. Mas quando
sua alma e seu corpo foram curados em um momento, ele reconheceu o dedo de
Deus”.[19]
Meu
Senhor e meu Deus!
Muitos
daqueles que tinham estado por muito tempo nas trevas, viram o alvorecer de uma
grande luz
Na
terça-feira, dia 1º de maio de 1739, Wesley reconheceu que “muitos foram
ofendidos novamente, e de fato, muito mais do que antes. Pois na rua Balduíno minha voz mal podia ser ouvida em meio aos gemidos de
alguns, e aos gritos de outros chamando em voz alta para aquele que é
poderoso para salvar. Desejei que todos os que fossem sinceros de coração,
suplicassem comigo o Príncipe exaltado por nós, que proclamasse a
libertação aos cativos. E ele logo mostrou que ouviu a nossa voz. Muitos
daqueles que tinham estado por muito tempo nas trevas, viram o alvorecer de uma
grande luz; e dez pessoas (eu depois soo) então começaram a dizer em diz: meu
Senhor e meu Deus!”.[20]
Regozijo-me
novamente em Deus, meu Salvador
“Oramos
com ela, e a deixamos fortemente convencida do pecado, e gemendo
fervorosamente”
Na quarta-feira 2 de maio de 1739, em Newgate,
Wesley tomou uma decisão corajosa: “Desejava-me caminhar até uma casa vizinha
para ver uma carta escrita contra mim, como um enganador do povo,
ensinando que Deus quer que todos os homens sejam salvos. Alguém
que há muito afirmava o contrário estava lá, quando uma jovem mulher entrou
(que poderia dizer antes: ‘Eu sei que o meu Redentor vive") tudo em
lágrimas e em profunda angústia de espírito. Ela disse: ‘Ela estava
raciocinando consigo mesma, como essas coisas poderiam ser, ela estava cada vez
mais perplexa, e agora ela descobriu que o Espírito de Deus se afastou dela.’
Começamos a ar, e ela gritou: ‘Ele veio! Ele veio! Regozijo-me
novamente em Deus, meu Salvador." [21]
Mas
não parou por aí. “Assim que nos levantamos de dar graças”, disse Wesley, “uma
pessoa recuou quatro ou cinco passos, e depois caiu. Oramos com ela, e a
deixamos fortemente convencida do pecado, e gemendo fervorosamente (...)”.[22]
Meu
Senhor e Meu Deus
“Uma
delas caiu numa violenta agonia”
Numa
reunião das mulheres da sociedade, durante a oração, Wesley disse: “uma delas
caiu numa violenta agonia: mas logo depois começou a gritar com confiança: Meu
Senhor e Meu Deus!”. [23]
Agradou
a Deus ajudar-me grandemente
“Agradou
a Deus ajudar-me grandemente, em falar essas palavras”
No
domingo, 13 de maio, Wesley começou “a expor pela manhã o XIII capítulo da
primeira epístola aos Coríntios. Em Hannam eu expliquei mais longe, a promessa
dada pela fé; como fiz também na Rose-green. Em Clifton,
agradou a Deus ajudar-me grandemente, em falar essas palavras, Aquele
que beber desta água terá sede novamente; mas todo aquele que beber da água que
eu lhe darei nunca terá sede; mas a água que eu lhe darei será nele um poço de
água, brotando para a vida eterna”.[24]
Hannam
é um subúrbio de Bristol localizado no sudoeste da cidade. Havia um pequeno
monte onde Wesley pregava para milhares de pessoas.
Nós clamamos a Deus
“Vieram até nós, carregados de peso. Nós clamamos a
Deus, e eles foram novamente contaminados com paz e alegria em crer”.
Na terça-feira, dia 15 de maio, Wesley disse: “Como
eu estava expondo na Back-lane, sobre a justiça dos escribas e fariseus, muitos
que antes tinham sido justos aos seus próprios olhos, abominavam-se como em pó
e cinzas. Mas dois, que pareciam estar mais profundamente convencidos do que os
demais, não se entristeceram por muito tempo como homens sem esperança; mas
descobriram, naquela hora, que tinham um advogado junto ao Pai, Jesus
Cristo, o justo: como fizeram três outros em Gloncester-lane na noite anterior, e três na rua Baldwin esta noite. Cerca de
dez, dois que, depois de ver uma grande luz, tinham novamente raciocinado na
escuridão, vieram até nós, carregados de peso. Nós clamamos a Deus, e eles
foram novamente contaminados com paz e alegria em crer”.[25]
Possuíam a mão de Deus
“Alguns zombavam e outros possuíam a mão de Deus”
Na
quarta-feira, dia 16 e maio, disse Wesley: “Enquanto eu estava declarando em
moinhos batistas, Ele foi ferido por nossas transgressões, um homem de
meia-idade começou a bater violentamente em seu peito e a chorar para aquele
por cujas listras somos curados. Durante nossa oração, Deus colocou um novo
cântico em sua boca. Alguns zombavam e outros possuíam
a mão de Deus. Particularmente uma mulher de moinhos batistas, que agora
estava convencida de sua própria falta de um advogado junto a Deus, e foi para
casa cheia de angústia, mas em poucas horas estava cheia de alegria, sabendo
que ele havia apagado todas as suas transgressões”.[26]
Mas
clamamos a Deus
“Mas
clamamos a Deus, e suas almas foram libertadas”
No
sábado, dia, 19 de maio, no salão de Weaver, “uma mulher primeiro, e depois um
menino (cerca de quatorze anos de idade) foram oprimidos pelo pecado, tristeza
e medo. Mas clamamos a Deus, e suas almas foram
libertadas”.[27]
O
envio de relâmpagos de Deus
“O envio de relâmpagos de Deus com a chuva não impediu
que cerca de mil e quinhentos ficassem em Rosa-verde”
No
domingo, dia 20 de maio de 1739, Wesley vendo muitos dos ricos na igreja de
Clifton, teve seu coração estava muito dolorido por eles.
Que
alguns deles pudessem entrar no reino dos céus
Wesley
disse: “E eu estava sinceramente desejoso de que alguns deles pudessem entrar
no reino dos céus. Mas cheio como eu estava, eu não sabia por onde começar
advertindo-os a fugir da ira vindoura, até que meu testamento se abriu sobre
essas palavras, eu não vim para chamar os justos, mas pecadores ao
arrependimento: ao aplicar o qual, minha alma estava tão grande, que eu
pensei que eu poderia ter gritado (em sentido do que o pobre e vaidoso
Arquimedes) "Dê-me onde ficar, e sacudirei a terra." O envio de relâmpagos de Deus com a chuva não impediu que
cerca de mil e quinhentos ficassem em Rosa-verde. Nossa escritura era: É
o Deus glorioso que abafa o trovão. A voz do Senhor é poderosa em operação, a
voz do Senhor é uma voz gloriosa”[28].
Wesley
disse que três almas eram todas tempestades e imediatamente houve uma grande
calma.
Wesley
explica como Deus opera
“Como
essas coisas podem ser?
A
soma das respostas de Wesley
Wesley
procurou responder às dúvidas e questionamentos que as pessoas de sua época
estavam tendo em relação aos fatos sobrenaturais que estavam acontecendo em
suas pregações.
“E
inúmeras advertências me foram dadas (geralmente baseadas em deturpações
grosseiras das coisas)”
Ele
disse: “Durante todo esse tempo, quase continuamente me pediram, seja por
aqueles que propositadamente vieram a Bristol, para perguntar a respeito desse
estranho trabalho, ou por meus antigos ou novos correspondentes: Como essas coisas podem ser? E inúmeras
advertências me foram dadas (geralmente baseadas em deturpações grosseiras das
coisas): "Não considerar visões ou sonhos; ou a pessoas extravagantes que
tinham remissão de pecados, por causa de seus gritos, ou lágrimas, ou
profissões exteriores nuas.’ Para alguém que muitas vezes me escreveu sobre
esta cabeça, a soma das minhas respostas era a seguinte”:[29]
A
ação de Deus transformando vidas
“Ouvi
estas coisas com os meus próprios ouvidos, e as vi com os meus olhos”
"A
questão entre nós se volta principalmente, se não totalmente, em matéria de
fato. Você nega que Deus agora opere esses efeitos: pelo menos,
que Ele os opere dessa maneira. Afirmo ambos; porque ouvi estas coisas
com os meus próprios ouvidos, e as vi com os meus olhos. Eu
vi (até onde uma coisa desse tipo pode ser vista) muitas pessoas mudaram em um
momento, do espírito de medo, horror, desespero, para o espírito de amor,
alegria e paz; e do desejo pecaminoso até então reinar sobre eles, para um puro
desejo de fazer a vontade de Deus. Estas são questões de fato, das quais eu
tenho sido, e quase diariamente sou, uma testemunha ocular ou de ouvido”.[30]
Sobre
visões ou sonhos
“Conheço
várias pessoas em quem essa grande mudança foi forjada, em um sonho”
“O
que tenho a dizer sobre visões ou sonhos tocantes”, diz Wesley, “é o seguinte:
conheço várias pessoas em quem essa grande mudança foi forjada, em um sonho ou
durante uma forte representação aos olhos de sua mente, de Cristo na cruz ou em
glória. Este é o fato; que qualquer um julgue como quiser. E que tal mudança
foi então forjada, aparece (não apenas de suas lágrimas derramadas, ou caindo
em ataques, ou clamando: estes não são os frutos, como você parece supor, pelos
quais eu julgo, mas) de todo o teor de sua vida, até então de muitas
maneiras perversas; a partir daquele momento, santo, justo e bom”.[31]
Argumentos
vivos
“Estes
são os meus argumentos vivos para o que afirmo”
Wesley,
então passa a dizer sobre seu ministério: “Mostrar-te-ei aquele que até
então era leão e agora é cordeiro; aquele que era um bêbado, e agora está
exemplarmente sóbrio: o prostituto que era, que agora abomina a própria
veste manchada pela carne. Estes são os meus argumentos vivos para o que
afirmo, a saber, que Deus dá agora, como antes, a remissão dos pecados e o
dom do Espírito Santo, mesmo a nós e aos nossos filhos: sim, e isso sempre de
repente, até onde eu soube, e muitas vezes em sonhos ou nas visões de Deus.
Se não for assim, sou encontrado um falso testemunho diante de Deus. Por estas
coisas eu faço, e por sua graça o farei, testifico."[32]
Vejamos
com nossos olhos e a ouçamos com nossos ouvidos
a menos que a vejamos com nossos olhos e a
ouçamos com nossos ouvidos, que Deus, em terna condescendência com nossa
fraqueza, tenha sofrido tantos sinais exteriores do tempo em que Ele operou
essa mudança interior, para ser continuamente visto e ouvido entre nós
Wesley
continuou argumentando: “Talvez possa ser, por causa da
dureza de
nossos corações, despreparados para receber qualquer coisa, a menos que a vejamos com nossos
olhos e a ouçamos com nossos ouvidos, que Deus, em terna condescendência com
nossa fraqueza, tenha sofrido tantos sinais exteriores do tempo em que Ele
operou essa mudança interior, para ser continuamente visto e ouvido entre nós.
Mas, embora vissem sinais e maravilhas (pois
assim devo chamá-los), muitos não acreditariam. Eles não podiam de fato negar
os fatos; mas eles poderiam explicá-los.”[33]
Explicações:
Efeitos naturais
“Alguns
disseram:
Eram efeitos
puramente naturais; o povo desmaiou, apenas por causa do calor e da
proximidade dos quartos”.[34]
Explicações: Trapaça
“E outros tinham certeza,
Foi tudo uma trapaça: eles poderiam ajudá-lo se o fizessem. Caso contrário, por que essas coisas eram apenas em suas sociedades privadas? Por que eles não foram feitos em face do sol?”[35]
O Senhor respondeu
por si mesmo
“Fique quieto e saiba que eu sou Deus”
Wesley teve a convicção que o Senhor lhe respondeu sobre essas questões diante de mais de duas mil pessoas.
“Extremamente trêmulo com a presença de seu poder”
Ele disse: “Hoje
segunda-feira, 2•, nosso Senhor respondeu por si mesmo. Pois enquanto eu estava
esforçando estas palavras, Fique quieto e saiba
que eu sou Deus, ele começou a desnudar seu braço, não em uma sala
fechada, nem em particular, mas ao ar livre, e diante de mais de duas mil
testemunhas. Um, e outro, e outro foi atingido na terra; extremamente trêmulo
com a presença de seu poder. Outros clamaram, com um grito alto e amargo: O
que devemos fazer para sermos salvos? E em menos de uma hora, sete
pessoas, totalmente desconhecidas para mim até aquele momento, estavam se
regozijando, e cantando, e com todas as suas forças dando graças ao Deus de sua
salvação.”[36]
Passei
a declarar o que Deus já havia feito
Wesley
disse que à noite, ele foi interrompido na rua Nicolau. E disse: “Quase assim
que comecei a falar, pelos gritos de alguém que foi picado no coração e
gemeu fortemente por perdão e paz. No entanto, passei a declarar o que Deus já
havia feito, em prova dessa importante verdade, que ele não está disposto a
ninguém que perece, mas que todos cheguem ao arrependimento”. [37]
E
os fatos sobrenaturais continuaram. “Outra pessoa caiu, perto de alguém que era
um forte afirmador de uma doutrina contrária”,[38]
disse Wesley.
A
mão de Deus
“Tinha
saído da sociedade com toda a pressa, para que ela não pudesse se expor. Mas a
mão de Deus a seguiu ainda”
A
unção que estava presente nas pregações de Wesley alcançava às pessoas
presentes, mas também agia mesmo algumas pessoas tentando fugir da situação.
Wesley
relatou que alguém se sentindo uma “convicção como ela nunca tinha conhecido
antes, tinha saído da sociedade com toda a pressa, para
que ela não pudesse se expor. Mas a mão de Deus a seguiu ainda, de modo
que, depois de dar alguns passos, ela foi forçada a ser levada para casa e,
quando estava lá, ficava cada vez pior. Ela estava em uma agonia violenta
quando chegamos. Invocamos a Deus, e sua alma encontrou descanso”.[39]
Nosso
próprio Deus nos deu a sua bênção
“E
Deus, sim, o nosso próprio Deus nos deu a sua bênção”
No
domingo, 3 de junho de 1739, em Hannam-mount, Wesley pregou: “Para que toda
boca seja parada, e todo o mundo se torne culpado diante de Deus: E
novamente na tarde em Rose-green, creio que oito ou nove mil. À noite, não
sendo permitido nos encontrarmos na rua Baldwin, nos encontramos na concha de
nossa nova sala da sociedade. A escritura que veio em curso para ser explicada,
era, maravilha não, se o mundo te odeia. Nós cantamos
Braço do Senhor,
desperto, desperto,
Tua própria força
imortal revesti-te: E Deus, sim, o nosso próprio Deus, nos deu a sua bênção”.[40]
O Encontro com Deus na sua morte
O melhor de tudo é que Deus está conosco
Os relatos, a seguir, dos últimos momentos de
Wesley, foram registrados pela sua enfermeira Elizabeth Ritchie,
que estava presente junto a Wesley.
Última visita
“Na quinta-feira [24 de fevereiro de 1791] o Sr.
Wesley fez sua última visita àquele lugar encantador e família, o do Sr. Wolff,
em Balaão, do qual muitas vezes o ouvi falar com prazer e muito carinho. Aqui,
Rogers disse que estava alegre e parecia quase tão bem quanto o habitual até
sexta-feira, na hora do café da manhã, quando parecia muito pesado. [41]
Por volta das onze horas, a Sra. Wolff o trouxe
para casa: fiquei impressionado com sua maneira de sair do ônibus e entrar na
casa, mas mais ainda quando ele subiu as escadas e quando ele se sentou na
cadeira. Corri para um refresco, mas antes que eu pudesse conseguir qualquer
coisa para ele, ele mandou o Sr. R – para fora da sala, e desejou não ser
interrompido por meia hora por ninguém, acrescentando, nem mesmo se Joseph
Bradford viesse”. [42]
O Sr. Bradford veio alguns minutos depois, e assim
que o tempo limitado expirou, entrou na sala; imediatamente depois ele saiu e
desejou que eu rebolasse um pouco de vinho com especiarias e o levasse para o
Sr. Wesley: ele bebeu um pouco e parecia sonolento. Em poucos minutos, ele foi
tomado pela doença, atirou-a para cima e disse: "Devo deitar-me".
Imediatamente mandamos chamar o Dr. Whitehead: ao chegar, o Sr. Wesley sorriu e
disse: "Doutor, eles estão mais com medo do que com dor". Ele ficou
deitado a maior parte do dia, com um pulso rápido, febre ardente e extremamente
sonolento. [43]
Último sábado e domingo
Sábado, dia vinte e seis, ele continuou da mesma
forma; falava pouco, e se despertado para responder a uma pergunta, ou tomar um
pouco de refresco (que raramente era mais do que uma colher de cada vez) logo
cochilava novamente. [44]
No domingo de manhã, com um pouco da ajuda de
Bradford, Wesley se levantou, tomou uma xícara de chá e parecia muito melhor.
Muitos de nossos amigos eram todos esperançosos: no entanto, o Dr. Whitehead
disse que não estava fora de perigo de suas queixas atuais. [45]
Segunda e terça
“Toda a glória a Deus no céu,
e a paz na terra seja restaurada”
Na segunda-feira, vigésimo oitavo dia, a fraqueza
de Wesley “aumentou rapidamente e seus amigos em geral estavam muito alarmados,
o Dr. Whitehead estava desejoso de que eles chamassem outro médico. O Sr.
Bradford mencionou seu desejo ao nosso Pai Honrado, que ele recusou
absolutamente, dizendo: "O Dr. Whitehead conhece minha condição melhor do
que ninguém; estou perfeitamente satisfeito e não terei mais ninguém."
Dormia a maior parte do dia, falava pouco; no entanto, esse pouco testificou o
quanto todo o seu coração foi ocupado no caso das igrejas, da glória de Deus e
das coisas pertencentes àquele reino para o qual ele estava se apressando. Uma
vez de uma maneira baixa, mas muito distinta, ele disse: "Não há caminho
para o mais santo senão pelo sangue de Jesus". Se ele tivesse tido forças
na época, parecia que ele teria dito mais”.[46]
Na terça-feira, 1º de março de 1791, “depois de uma
noite muito agitada (embora, quando perguntado se ele estava com dor, ele
geralmente respondeu "Não", e nunca se queixou de toda a sua doença,
exceto uma vez, quando ele disse que sentiu uma dor no seio esquerdo quando
respirou), ele começou a cantar:
Toda a glória a Deus no céu,
e a paz na terra seja restaurada.
[Tendo cantado dois versos] sua força falhou, mas
depois de ficar parado por algum tempo, ele chamou o Sr. Bradford para lhe dar
uma caneta e tinta; ele os trouxe, mas a mão direita quase esqueceu sua
astúcia, e aqueles dedos ativos que tinham sido os abençoados instrumentos de
consolo espiritual e instrução agradável para milhares, não podiam mais
desempenhar seu ofício”. [47]
Senão que Deus esteja conosco
Algum tempo depois, ele me disse: "Eu quero
escrever’: Eu lhe trouxe uma caneta e tinta, e ao colocar a caneta em sua mão e
segurar o papel diante dele, ele disse: "Eu não posso". Eu respondi:
"Deixe-me escrever para você, senhor; diga-me o que você diria."
"Nada", retornou ele, "senão que Deus esteja conosco". À
véspera, ele disse: "Vou levantar-me". Enquanto suas coisas se
preparavam, ele irrompeu de uma maneira que, considerando sua extrema fraqueza,
surpreendeu a todos nós, com estas palavras abençoadas:
Louvarei o meu Criador enquanto respirar, E quando
a minha voz se perder na morte,
o Louvor empregará os meus mais nobres pow'rs;
Meus dias de louvor não passarão, enquanto a vida, e o pensamento, e ser o
último,
ou a imortalidade perdurar. [48]
Foram as últimas palavras que “nosso Reverendo e
querido Pai já proferiu na Capela da Estrada da Cidade, a saber, na terça-feira
à noite antes de pregar de: "Nós através do Espírito esperamos", e
assim por diante. [49]
Quando ele entrou em sua cadeira, nós o vimos mudar
para a morte; mas ele, independentemente de sua moldura moribunda, disse, com
uma voz fraca: "Senhor, Tu dás força aos que podem falar, e aos que não
podem: Fala, Senhor, a todos os nossos corações, e deixa-os saber que Tu soltas
línguas." [50]
“Ele então cantou:
Ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,
que docemente todos concordam” [51]
Quando cantava, a voz de Wesley falhou.
“Depois de ofegante, ele disse: ‘Agora nós fizemos
– vamos todos nós’. Fomos obrigados a deitá-lo na cama da qual ele não se
levantou mais: mas depois de ficar quieto e dormir um pouco, ele me chamou para
ele e disse: ‘Betsy, seu Sr. Bradford, e os outros oram e louvam".
Ajoelhamo-nos e verdadeiramente os nossos corações estavam cheios da Presença
Divina; a sala parecia estar cheia de Deus”. [52]
Um pouco depois, Wesley falou com o Sr. Bradford
sobre “a chave e o conteúdo de seu escritório; enquanto atendia às instruções
que lhe eram dadas, o Sr. Wesley me chamou e disse: ‘Eu teria todas as coisas
prontas para meus Executores, Sr. Wolff, Sr. Horton e Sr. Marriott’ – aqui sua
voz novamente falhou; mas, tomando fôlego, acrescentou: "Deixe-me ser
enterrado em nada além do que é de lã, e que meu cadáver seja levado em meu
caixão para a Capela". Então, como se tivesse terminado com tudo abaixo,
ele novamente implorou que orássemos e louvássemos”. [53]
Wesley desejava que seu sermão sobre o amor de Deus
fosse espalhado
Uma cena marcante foi o grande esforço que Wesley
“fez para fazer o Sr. B. (que não havia saído da sala) entender que ele
desejava fervorosamente que um sermão que ele havia escrito sobre o amor de
Deus fosse espalhado no exterior e dado a todos. Outra coisa ele queria dizer,
mas, infelizmente! seu discurso falhou; e aqueles lábios que costumavam
alimentar muitos não eram mais capazes (exceto quando uma força particular era
dada) de transmitir seus sons acostumados”. [54]
As pessoas queriam entender o que Wesley desejava
falar. “o Sr. Horton entrando, esperávamos que, se ele tivesse algo de momento
em sua mente, que ele desejasse comunicar, ele tentaria novamente nos dizer o
que era, e que o Sr. Horton, ou alguns daqueles que estavam mais acostumados a
ouvir a voz moribunda de nosso querido Pai seriam capazes de interpretar seu
significado; mas, embora ele se esforçasse para falar, ainda não tínhamos
sucesso”. [55]
O melhor de tudo é que Deus está
conosco
“Descobrindo que não conseguíamos entender o que
ele dizia, ele parou um pouco e, com toda a força que tinha, gritou: "O
melhor de tudo é que Deus está conosco"; e então, como que para afirmar a
fidelidade de nosso Jeová cumpridor de promessas e consolar o coração de seus
amigos que choram, erguendo seu braço moribundo em sinal de vitória e elevando
sua voz fraca com um triunfo santo que não deve ser expresso, repetiu novamente
as palavras que reavivam o coração: "O melhor de tudo é que Deus está
conosco!" [56]
O Senhor está conosco, o Deus de Jacó é o nosso
refúgio!
Havia todo um cuidado com o bem-estar de Wesley,
especialmente de sua enfermeira Elizabeth Ritchie. “Algum tempo depois,
dando-lhe algo para molhar os lábios ressecados, ele disse: ‘Não vai adiantar,
devemos tomar a consequência; não importa a pobre carcaça’. Fazendo uma pequena
pausa, ele gritou: ‘As nuvens deixam cair gordura!’ e logo depois: ‘O Senhor
está conosco, o Deus de Jacó é o nosso refúgio!’ Ele então nos chamou para a
oração. O Sr. Broadbent foi novamente a boca de nossos corações cheios, e embora
o Sr. Wesley estivesse muito exausto por esses esforços, ele parecia ainda mais
fervoroso em espírito. A maior parte da noite seguinte, embora ele fosse
frequentemente ouvido tentando repetir o salmo mencionado anteriormente, ele só
conseguia sair”. [57]
Última palavra: Adeus
As pessoas que se encontravam na sala perceberam
que era hora de Wesley partir para os braços do Pai.
“Na manhã de quarta-feira, descobrimos que a cena
de encerramento se aproximava. O Sr. Bradford, seu amigo fiel e filho muito
afetuoso, orou com ele, e a última palavra que ele foi ouvido a articular foi:
‘Adeus!’ Poucos minutos antes das dez, enquanto a Srta. Wesley, o Sr. Horton, o
Sr. Brackenbury, o Sr. e a Sra. Rogers, o Dr. Whitehead, o Sr. Broadbent, o Sr.
Whitefield, o Sr. Bradford e E. R. estavam ajoelhados ao redor de sua cama; de
acordo com o seu desejo muitas vezes expresso, sem um gemido persistente, este
homem de Deus levantou os pés na presença dos seus irmãos!” [58]
Uma santa enfermeira ao lado de Wesley
Wesley
combinou com a metodista e enfermeira Elizabeth Ritchie (1754-1835), cerca de
dois meses antes de sua morte, que ela seria sua enfermeira e deveria vir para
ficar ao seu lado. Ela nunca mais deixou Wesley até que, com as próprias mãos,
fechou seus olhos quando ele faleceu.
Ela
foi enfermeira e atendente de Wesley. Elizabeth disse: “Eu tirei muito prazer
de sua conversa. Seu espírito parecia todo amor; ele respirava o ar
do paraíso”.
Quando
Wesley faleceu, dia 2 de março de 1791, um pequeno grupo que estava em volta do
leito cantou emotivo hinos suaves. Elizabeth pediu que todos se ajoelhassem e
“orassem pelo manto de nosso Elias” (Wesley) para que caísse sobre eles. [59]
Ela
escreveu sobre a última quinzena de vida de Wesley.
O
relato por escrito de Elizabeth Ritchie da cena do leito de morte de Wesley foi
aceito como oficial. Foi impresso e enviado aos pregadores itinerantes no
metodismo.
No
culto fúnebre de Wesley, seu relato da cena final de Wesley descrito por
Elizabeth foi lido perante todos.
A renovação da aliança com Deus
“Dedicação total da vida a
Deus", "a entrega completa a Deus de todo o ser".
“A Oração da Aliança de John Wesley na verdade começou com Richard Alleine,[60] um puritano que a publicou em 1663.
John Wesley o adaptou e o usou pela primeira vez em 1755. Ele incentivou as
pessoas a fazerem essa oração do convênio no início de cada novo ano para
lembrar e reafirmar os votos feitos em seu batismo”. [61]
O que é a Oração da Aliança?
“É simplesmente um momento no início do novo ano
para nos comprometermos novamente com Deus. É um pouco como uma resolução de
Ano Novo, só que mais profunda e pessoal, e é sobre nosso relacionamento com
Deus.[62]
"Aventurem-se com ele;
lançai-vos sobre a sua justiça, como aquilo que vos levará a Deus
“Ele usou a frase Aventurem-se em Cristo ao
escrever: Aventurem-se com ele; lançai-vos sobre a sua justiça, como aquilo que
vos levará a Deus: como um pobre exilado cativo que é lançado em uma terra
estranha, uma terra de ladrões e assassinos, onde está prestes a perecer, e não
tendo esperança, nem de permanecer lá, nem de fugir de casa com vida. Wesley
disse que nossos pecados nos colocaram no exílio, separados de Deus,
basicamente nos colocando em uma terra de brinquedos desajustados. Mas há
esperança, quando Deus vem a nós em Cristo, como um piloto de barco de resgate
que veio para nos salvar. Como Wesley escreve isso: "E encontrando-se por
um tempo com um piloto, que se oferece para transportá-lo em segurança para
casa, Jesus embarca em uma aventura com ele e tudo o que ele tem em seu navio:
você deve fazer o mesmo. Se você se aventurar com ele, Cristo oferece e depois
o leva para casa, e ele o levará a Deus”.[63]
Em 1775, John Wesley introduziu um serviço de aliança
como uma parte importante da vida espiritual nas Sociedades Metodistas
“Em 1775, John Wesley introduziu um serviço de aliança como
uma parte importante da vida espiritual nas Sociedades
Metodistas. Este serviço de renovação era um momento para os metodistas se
reunirem anualmente em um tempo de autoexame, reflexão e dedicação. O serviço
de renovação da aliança é uma prática que continua nas igrejas e comunidades
cristãs hoje, muitas vezes perto do início do novo ano”. [64]
Todos os anos, em ou perto de 1º de janeiro, os metodistas se
reuniam para renovar sua aliança com Deus
Foi para o culto (serviço) anual para uso pelas
sociedades metodistas que Wesley criou, em 1755, criou
a “renovação da aliança”.
“Todos os anos, em ou perto de 1º de janeiro, os metodistas se reuniam
para renovar sua aliança com Deus. O serviço é adaptado de um ritual puritano. É um
momento poderoso de autoexame e confissão que culmina na renovação do
compromisso com o discipulado.”[65]
“O Serviço
de Renovação da Aliança, ou simplesmente chamado de Serviço da
Aliança foi adaptado por John Wesley
“O Serviço de Renovação
da Aliança, ou simplesmente chamado de Serviço da Aliança, foi adaptado por John Wesley, o fundador do Metodismo, com o propósito de renovar
a aliança do crente cristão
com Deus”. [66]
As Instruções
para Renovar Nossa Aliança com Deus, de Wesley, publicadas pela primeira vez em
1780
As Instruções para
Renovar Nossa Aliança com Deus, de Wesley, publicadas pela primeira vez em
1780, contêm suas instruções para um serviço de aliança adaptado dos escritos
de Richard Alleine e destinado ao uso no
culto metodista como "um meio de aumentar a religião
séria". O primeiro serviço desse tipo foi realizado em 11 de
agosto de 1755, em Londres”. [67]
Na Igreja Metodista na Grã-Bretanha, o costume é que o serviço seja
realizado no primeiro domingo do Ano Novo
Quem participa do culto de renovação da aliança?
“Congregações de algumas
conexões metodistas (notadamente na Igreja Metodista Unida, Igreja Metodista Livre e Igreja Peregrina de Santidade nos Estados Unidos) costumam usar a liturgia
da Renovação da Aliança para o serviço noturno da véspera de Ano Novo e do Dia de Ano
Novo. Na Igreja Metodista na Grã-Bretanha, o costume é que o serviço seja realizado no
primeiro domingo do Ano Novo, quando um presbítero está disponível (uma vez
que a ordem de serviço da Aliança inclui a Sagrada Comunhão, que de acordo com a disciplina
metodista britânica normalmente não pode ser presidida por um pregador local). Em ambos os casos, o objetivo
é renovar o compromisso com Cristo e com
a Igreja no início do ano. [4] Inclui hinos,
orações, lições das Escrituras, um sermão e a Sagrada Comunhão”.[68]
destinado
ao uso no culto metodista como um meio de aumentar a religião séria
"Instruções para Renovar
Nossa Aliança com Deus", de John Wesley, publicado pela primeira vez em
1780, contém suas instruções para um Serviço de Aliança adaptado dos escritos
do puritano Richard Alleine e destinado ao uso no culto metodista como "um
meio de aumentar a religião séria". Central para o Serviço é o convite
para o compromisso total da vida com Deus, refletindo a espiritualidade
holística de Wesley. Frank Whaling, em sua introdução ao volume Classics of
Western Spirituality sobre John e Charles Wesley, cita o Serviço da Aliança em
uma lista de dez depósitos-chave de espiritualidade herdados dos Wesleys,
perdendo apenas para os hinos de Charles”. [69]
a entrega
completa a Deus de todo o ser
“O fato de a caça à baleia e
outros darem a ela tal prioridade nas discussões sobre a espiritualidade
wesleyana pode ser devido à maneira pela qual ela incorporou o coração ou o
núcleo da espiritualidade dos Wesleys - "dedicação
total da vida a Deus", "a entrega completa a Deus de todo o ser". Davies chega ao ponto de
afirmar que o Serviço da Aliança "expressa melhor, provavelmente, do que qualquer prática
metodista, o ethos metodista." O
Serviço evoluiu de exortações iniciais para a aliança expressas nos sermões de
John Wesley7, para o primeiro Serviço de Aliança formal realizado na Igreja
Francesa em Spitalfields em permanecer para sempre"9, levou-o a conduzir
Serviços de Aliança em toda a Grã-Bretanha enquanto viajava para visitar suas
várias Sociedades”. [70]
Em 1762,
surgiu um padrão de conduzir o Serviço do Convênio anualmente no dia de Ano
Novo e, em 1782, isso mudou para o primeiro domingo de janeiro
“Em 1762, surgiu um padrão de
conduzir o Serviço do Convênio anualmente no dia de Ano Novo e, em 1782, isso
mudou para o primeiro domingo de janeiro. As "Instruções para Renovar
Nosso Convênio com Deus" de Wesley de 1780 forneceram o primeiro conteúdo
impresso oficial para o Serviço, embora, como Baker aponta, eles
"permanecessem uma forma de orientação espiritual em vez de uma Ordem de
Serviço". As Instruções apareceram
em várias edições com pequenas modificações entre 1781 e a década de 1830 e,
posteriormente, passaram por uma revisão mais significativa à medida que o
Serviço se desenvolveu em um rito mais completo. Até e incluindo nosso próprio
tempo, ele foi adaptado para uso em vários contextos de adoração metodistas e
relacionados à metodista. De forma mais ampla, agora é concebido como uma
composição litúrgica genuína com relevância para toda a Igreja Cristã”. [71]
O serviço da aliança, muitas vezes celebrado no primeiro domingo do
ano, está no centro da devoção e discipulado dos metodistas e de sua dedicação
em trabalhar pela justiça social
“O serviço da aliança, muitas vezes celebrado
no primeiro domingo do ano, está no centro da devoção e discipulado dos
metodistas e de sua dedicação em trabalhar pela justiça social. No serviço,
a Igreja celebra com alegria a oferta graciosa de Deus de que "Eu serei o
seu Deus e eles serão o meu povo".
Esse relacionamento envolve principalmente a vida corporativa da comunidade do
povo de Deus. Está preocupado com indivíduos dentro desse grupo”. [72]
A Aliança não é um contrato no qual Deus e os seres humanos concordam em
fornecer bens e serviços específicos um para o outro!
“O que Deus oferece é um relacionamento amoroso. A Aliança não é um
contrato no qual Deus e os seres humanos concordam em fornecer bens e serviços
específicos um para o outro! Não é algo que temos que fazer para criar um
relacionamento com Deus. Deus livre e graciosamente já tornou isso possível.
Em vez disso, a Aliança é o meio de graça pelo qual aceitamos o
relacionamento e depois procuramos sustentá-lo. Portanto, não se trata tanto de
entrar em um relacionamento com Deus, mas de permanecer nele. Não se trata de
adquirir um relacionamento com Deus, mas de viver dentro do relacionamento
amoroso que Deus já nos ofereceu”.[73]
Em 25 de dezembro de 1747, John Wesley instou
fortemente os metodistas a renovarem sua Aliança com Deus
“Em 25 de dezembro de
1747, John Wesley instou fortemente os metodistas a renovarem sua Aliança com
Deus. Seu primeiro Serviço de Aliança foi realizado na Igreja Francesa em
Spitalfields em 11 de agosto de 1755, que ele publicou naquele ano na
‘Biblioteca Cristã’. Wesley publicou isso como um panfleto em 1780, e o
formulário foi usado sem alteração por quase um século. Várias modificações
foram feitas então, até que um formulário foi preparado que deu ao povo uma
participação maior nas devoções. Esse formulário foi agora revivido com
profundo senso da importância de um serviço que tem sido uma fonte frutífera de
bênçãos para o Metodismo desde 1755.” ~ The Book of
Offices, The Methodist Church of Great Britain and Ireland”.[74]
somos chamados, é uma vida em Cristo, redimida do pecado por ele, e
através dele consagrada a Deus. Pois para esta vida entramos, tendo sido
admitidos naquela nova aliança (novo acordo) da qual nosso Senhor Jesus Cristo
é mediador, e que ele selou com seu próprio sangue, para que permanecesse para
sempre
“Amados, a vida cristã,
para a qual somos chamados, é uma vida em Cristo, redimida do pecado por ele, e
através dele consagrada a Deus. Pois para esta vida entramos, tendo sido
admitidos naquela nova aliança (novo acordo) da qual nosso Senhor Jesus Cristo
é mediador, e que ele selou com seu próprio sangue, para que permanecesse para
sempre. [75]
De um lado da aliança
está a promessa de Deus de que ele cumprirá em e por meio de nós tudo o que ele
declarou em Jesus Cristo, que é o autor e consumador de nossa fé
“De um lado da aliança
está a promessa de Deus de que ele cumprirá em e por meio de nós tudo o que ele
declarou em Jesus Cristo, que é o autor e consumador de nossa fé. E temos
certeza de que suas promessas ainda permanecem, pois conhecemos sua bondade e
sua graça é provada em nossas vidas dia a dia. Do outro lado da aliança,
estamos comprometidos a não viver mais para nós mesmos, mas para aquele que nos
amou e se entregou por nós e nos chamou para servi-lo para que os propósitos de
sua vinda sejam cumpridos. De tempos em tempos, renovamos nossos votos de
consagração, especialmente quando nos reunimos à mesa do Senhor; mas neste dia
nos reunimos com um propósito, como gerações de nossos pais e mães se
encontraram, para que possamos renovar alegre e solenemente a aliança, que os
uniu e nos une a Deus. Lembremo-nos, pois, das misericórdias de Deus e da
esperança do seu chamado, examinando-nos a nós mesmos à luz do seu Espírito,
para que vejamos onde falhamos ou ficamos aquém na fé e na prática e,
considerando tudo o que esta aliança significa, possamos entregar-nos novamente
a Deus. [76]
Muitos choraram diante de Deus e muitos foram consolados" (abril de
1756)
“Wesley achou o serviço
rico e significativo, conforme expresso em seu Diário: "Muitos choraram
diante de Deus e muitos foram consolados" (abril de 1756); [77]
"Foi, como sempre,
uma época de bênçãos notáveis" (outubro de 1765).
"Foi,
como sempre, uma época de bênçãos notáveis" (outubro de 1765). "Foi uma ocasião
para uma variedade de experiências espirituais ... Não sei se alguma vez
tivemos uma bênção maior. Depois disso, muitos desejaram retribuir
agradecimentos, seja por um sentimento de perdão, pela salvação completa, ou
por uma nova manifestação de Suas graças, curando todas as suas
apostasias" (1º de janeiro de 1775). Em Londres, esses serviços eram
geralmente realizados no dia de Ano Novo. Em todo o país, o Serviço da Aliança
era conduzido sempre que John Wesley visitava as Sociedades Metodistas. [78]
Após o tempo de Wesley, várias versões do Serviço do Pacto foram
desenvolvidas, gradualmente dando ao material de Wesley menos lugar no serviço
total
“Após o tempo de
Wesley, várias versões do Serviço do Pacto foram desenvolvidas, gradualmente
dando ao material de Wesley menos lugar no serviço total. O presente culto
segue nosso Padrão Básico de adoração, permite que a congregação participe mais
plenamente e atualiza a linguagem. Mais significativo, a liturgia que começa
com o Convite é tirada diretamente do serviço de Wesley de 1780”. [79]
O coração do serviço, focado na Oração da Aliança, exige que as pessoas
se comprometam com Deus. Este pacto é sério e pressupõe uma preparação adequada
e uma resposta contínua ao pacto
“O coração do serviço,
focado na Oração da Aliança, exige que as pessoas se comprometam com Deus. Este
pacto é sério e pressupõe uma preparação adequada e uma resposta contínua ao
pacto. Os líderes de adoração devem levar a sério a necessidade de preparar a
congregação para este culto, possivelmente por meio de sessões de estudo e
oração. Os líderes também devem assumir a responsabilidade de ajudar as pessoas
a serem fiéis ao pacto, possivelmente por meio de reuniões para disciplina
espiritual. O Culto da Aliança é mais comumente realizado na véspera ou no dia
de Ano Novo e, portanto, às vezes é chamado de Culto da Noite de Vigília.
Historicamente, um culto noturno duraria três horas ou mais, incluindo leituras
das Escrituras e canto de hinos. Este Serviço de Aliança também seria
apropriado em um dos domingos após a Epifania, durante a Quaresma, em um
aniversário da igreja ou durante uma missão de reavivamento ou pregação.
Idealmente, o serviço deve ser usado apenas uma vez por ano no mesmo domingo. O
vermelho é uma cor apropriada para paramentos e vestimentas. Recomenda-se a
todos os adoradores cópias individuais do Serviço do Convênio para que possam
assiná-las e guardá-las como lembretes.[80]
[1]
Visão geral criada por IA do Google
[2] WESLEY, João. Trechos do Diário de João
Wesley. São Paulo: Imprensa Metodista, 1965, p. 21.
[3]
James Fowler coloca esse momento na vida de Wesley como a passagem de um
estágio da fé. Provavelmente, foi a passagem do estágio da fé sintético-convencional (Estágios da fé. Ibidem, p.130), para a
fé individuativo-reflexiva (Ibidem, p.154), isto é, o “adulto começa a assumir
seriamente o encargo da responsabilidade por seus próprios compromissos, estilo
de vida, crenças e atitudes” (Ibidem, p.154).
[4]
https://holyjoys.org/john-wesleys-salvation-testimony/
[5]
http://metodistavilaisabel.org.br/docs/Joao_Wesley_O_Evangelista.pdf
[6] STAPLES, Rob L. John
Wesley’s doctrine of the hole Spirit.
https://iliff.instructure.com/courses/1439137/files/.../download?.
[7] Ibidem,
p. 90. Esta experiência é citada por alguns carismáticos e pentecostais como a
experiência do Batismo com o Espírito
Santo ou unção do Espírito . No livro Heróis
da Fé está escrito sobre essa experiência: ”Essa unção do Espírito Santo
dilatou grandemente os horizontes espirituais de Wesley” (BOYER, Orlando. Heróis da Fé. Rio de Janeiro: CPAD,
1986, p.68).
[8] https://en.m.wikipedia.org/wiki/Fetter_Lane_Society; Telford, John (1947). A Vida de John Wesley . Londres : The Epworth Press. p. 394. ISBN 0-88019-320-4. pp117.
[9] BUYERS, Paul Eugene. Diário de João Wesley. São Paulo,
Imprensa Metodista, 1965, p.95.
[10] http://romans1015.com/tag/fetter-lane-revival/; John Gillies, Memoirs of
the Life of George Whitefield, p.34
[11] Idem.
[13] Idem.
[14]
https://quod.lib.umich.edu/e/evans/N22587.0001.001/1:18?rgn=div1;view=fulltext
[15]
https://quod.lib.umich.edu/e/evans/N22587.0001.001/1:18?rgn=div1;view=fulltext
[16]
https://quod.lib.umich.edu/e/evans/N22587.0001.001/1:18?rgn=div1;view=fulltext
[17] Idem.
[18]
https://quod.lib.umich.edu/e/evans/N22587.0001.001/1:18?rgn=div1;view=fulltext
[19] Idem.
[20]
https://quod.lib.umich.edu/e/evans/N22587.0001.001/1:18?rgn=div1;view=fulltext
[21]
https://quod.lib.umich.edu/e/evans/N22587.0001.001/1:18?rgn=div1;view=fulltext
[22] Idem.
[23] Idem.
[25]
https://quod.lib.umich.edu/e/evans/N22587.0001.001/1:18?rgn=div1;view=fulltext
[26] Idem.
[27]
https://quod.lib.umich.edu/e/evans/N22587.0001.001/1:18?rgn=div1;view=fulltext
[29]
https://quod.lib.umich.edu/e/evans/N22587.0001.001/1:18?rgn=div1;view=fulltext
[30] Idem.
[31]
https://quod.lib.umich.edu/e/evans/N22587.0001.001/1:18?rgn=div1;view=fulltext
[32]
https://quod.lib.umich.edu/e/evans/N22587.0001.001/1:18?rgn=div1;view=fulltext
[34] Idem.
[35] Idem.
[36]
https://quod.lib.umich.edu/e/evans/N22587.0001.001/1:18?rgn=div1;view=fulltext
[37]
https://quod.lib.umich.edu/e/evans/N22587.0001.001/1:18?rgn=div1;view=fulltext
[38] Idem.
[39]
https://quod.lib.umich.edu/e/evans/N22587.0001.001/1:18?rgn=div1;view=fulltext
[40]
https://quod.lib.umich.edu/e/evans/N22587.0001.001/1:18?rgn=div1;view=fulltext
[41]
https://www.visionofbritain.org.uk/travellers/J_Wesley/21
[42]
https://www.visionofbritain.org.uk/travellers/J_Wesley/21
[43]
https://www.visionofbritain.org.uk/travellers/J_Wesley/20
[44]
https://www.visionofbritain.org.uk/travellers/J_Wesley/20
[45]
https://www.visionofbritain.org.uk/travellers/J_Wesley/20
[46]
https://www.visionofbritain.org.uk/travellers/J_Wesley/21
[47]
https://www.visionofbritain.org.uk/travellers/J_Wesley/21
[48]
https://www.visionofbritain.org.uk/travellers/J_Wesley/21
[49]
https://www.visionofbritain.org.uk/travellers/J_Wesley/20
[50]
https://www.visionofbritain.org.uk/travellers/J_Wesley/20
[51]
https://www.visionofbritain.org.uk/travellers/J_Wesley/21
[52]
https://www.visionofbritain.org.uk/travellers/J_Wesley/21
[53]
https://www.visionofbritain.org.uk/travellers/J_Wesley/21
[54]
https://www.visionofbritain.org.uk/travellers/J_Wesley/21
[55]
https://www.visionofbritain.org.uk/travellers/J_Wesley/21
[56]
https://www.visionofbritain.org.uk/travellers/J_Wesley/21
[57]
https://www.visionofbritain.org.uk/travellers/J_Wesley/21
[58]
https://www.visionofbritain.org.uk/travellers/J_Wesley/21
[61]
https://dearbornfirstumc.org/stories/jwcovenant
[62]
https://dearbornfirstumc.org/stories/jwcovenant
[63]
https://winnemuccaunitedmethodistchurch.org/wwp-content/uploads/2024/01/Renewing-Our-Covenant-with-God.pdf
[64] https://www.bible.com/ events/146417
[65]https://www.umcdiscipleship.org/blog/covenant-renewal
[66]
https://en.wikipedia.org/wiki/Covenant_Renewal_Service
[67]
https://en.wikipedia.org/wiki/Covenant_Renewal_Service
[68]
https://en.wikipedia.org/wiki/Covenant_Renewal_Service
[69]https://didache.nazarene.org/ /index.php/volume-10-2/821-didache-v10n2-07-covenant-renewal-service-hahn-hardy-lewis/file
[70]https://didache.nazarene.org/
/index.php/volume-10-2/821-didache-v10n2-07-covenant-renewal-service-hahn-hardy-lewis/file
[71]https://didache.nazarene.org/
/index.php/volume-10-2/821-didache-v10n2-07-covenant-renewal-service-hahn-hardy-lewis/file
[72]https://www.methodist.org.uk/about/what-is-distinctive-about-methodism/the-covenant-service/
[73]https://www.methodist.org.uk/about/what-is-distinctive-about-methodism/the-covenant-service/
[74]
https://www.spvame.com/uploader/uploads/190106%20SPV%20Bulletin%20-%20Wesley%20Covenant%20Service%20and%20Communion%20Celebration.pdf
[75]
https://www.spvame.com/uploader/uploads/190106%20SPV%20Bulletin%20-%20Wesley%20Covenant%20Service%20and%20Communion%20Celebration.pdf
[76]
https://www.spvame.com/uploader/uploads/190106%20SPV%20Bulletin%20-%20Wesley%20Covenant%20Service%20and%20Communion%20Celebration.pdf
[77]
https://www.ngumc.org/files/fileslibrary/
ministerialservices/bom+documents/candidacy+summit/wesley+covenant+renewal+service.pdf
[78]
https://www.ngumc.org/files/fileslibrary/
ministerialservices/bom+documents/candidacy+summit/wesley+covenant+renewal+service.pdf
[79]
https://www.ngumc.org/files/fileslibrary/
ministerialservices/bom+documents/candidacy+summit/wesley+covenant+renewal+service.pdf
[80]
https://www.ngumc.org/files/fileslibrary/
ministerialservices/bom+documents/candidacy+summit/wesley+covenant+renewal+service.pdf
Comentários
Postar um comentário