Médicos que deixaram grande legado

 

 A história de 18 médicos e médicas metodistas de 12 países

 

Odilon Massolar Chaves

 

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Copyright © 2025, Odilon Massolar Chaves

É permitido ler, copiar e compartilhar gratuitamente

Art. 184 do Código Penal e Lei 96710 de 19 de fevereiro de 1998. 

Livros publicados na Biblioteca Digital Wesleyana: 626

Livros publicados pelo autor: 697

Capa: Na parte de cima: Walter Reed, Frederick Grant Banting e Daniel Inouye

Na parte de baixo: Ruth Nita Barrow e Clara A. Swain

Tradutor: Google

Toda gloria a Deus!

Odilon Massolar Chaves é pastor metodista aposentado, doutor em Teologia e História pela Universidade Metodista de São Paulo.

É casado com RoseMary. Tem duas filhas: Liliana e Luciana.

Sua tese tratou sobre o avivamento metodista na Inglaterra no século XVIII e a sua contribuição como paradigma para nossos dias.

Foi editor do jornal oficial metodista e coordenador de Curso de Teologia.

Declaração de direitos autorais: Esses arquivos são de domínio público e são derivados de uma edição eletrônica que está disponível no site da Biblioteca Etérea dos Clássicos Cristãos.

Rio de Janeiro – Brasil

 

Índice

 

 

·       Introdução

·       O médico de Wesley

·       Medalha de Honra e a Medalha Presidencial da Liberdade

·       Criador do vinho sem fermento

·       Médico, bispo e missionário

· Um homem incomum fundou um dos maiores conglomerados farmacêuticos

·       Filho de pastor metodista descobriu

·       a origem da febre amarela

·       Presidiu a Associação de Médicos de Fiji

·       A luz que brilhou para Serra Leoa

·       Escola metodista contribui na formação de ganhador do Prêmio Nobel

·       No caminho bem-sucedido da doação ganhou o Prêmio Nobel .

·       Prêmio Nobel pela descoberta da Insulina

·       Ministro da Saúde e pregador na Argentina

·       Médico e Bispo wesleyano no Paquistão

·       Líder revolucionário, médico e prefeito nas Filipinas

·       Um médico pioneiro e historiador da medicina do Texas

·       A cidadã do mundo de Barbados

·       Missionária médica pioneira na Índia

 ·     Primeiro presidente e herói de Angola

 

 

Introdução

 

“Médicos que deixaram grande legado” é um livro de 30 páginas que relata a história de 18 médicos e médicas metodistas de 12 países

João Wesley foi o primeiro metodista em se preocupar com a saúde física das pessoas. Ele escreveu sobre medicina popular e criou três clinicas para atender às pessoas pobres gratuitamente.

Ele era também fascinado pelo corpo humano e “conduziu muitos experimentos consigo mesmo, levando ao desenvolvimento de mais de 800 remédios para 300 doenças únicas, que ele registrou em seu livro Primitive Physick.”[1]

No Movimento metodista na Inglaterra houve um médico que era pregador e muito amigo de Wesley, que o considerava um grande médico.

Durante a história, médicos e médicas metodistas se destacaram sendo que três ganharam o Prêmio Nobel.

Alguns trouxeram uma contribuição enorme ao mundo. Um descobriu a origem da febre amarela e outro descobriu a insulina.

A preocupação com a saúde e pensando na Ceia do Senhor um pastor e médico wesleyano criou e popularizou o vinho sem fermento.

Um desses médicos se tornou herói e presidente da República.

Histórias que nos edificam.

 

O Autor

  

 

O médico de Wesley

 

John Whitehead (1740–1804) foi um médico e pregador metodista inglês.

Ele foi um “biógrafo de Wesley. Estudou medicina e tornou-se médico do antigo Hospital Bethlehem, em Moorfields, Londres. De 1764 a 1769 viajou como pregador metodista, retornando novamente aos seus deveres profissionais”. [2]

Wesley o considerava muito. Em 1788, “Wesley enviou uma carta para Samuel Bradburn, um dos pregadores leigos, que estava cuidando do irmão seu Charles, que estava com a saúde debilitada: Com relação ao meu irmão, aconselho-o: (1) Quer ele vá ou não, carregue o Dr. Whitehead para ele. (2) Se ele não pode sair, e ainda assim deve fazer exercício ou morrer, persuadi-lo a usar [o cavalo de madeira] duas ou três vezes por dia”. [3]

Wesley disse, certa vez, “espero que ele seja um dos médicos mais eminentes da Europa”.

Na segunda-feira, dia 28 de fevereiro de 1891, “sua fraqueza aumentou velozmente e com seus amigos em geral grandemente alarmados, o Dr. Whitehead lhes pediu que chamassem outro médico. Ao que o Sr. Bradford mencionou sua intenção a nosso honrado pai, que absolutamente se recusou dizendo: “Dr. Whitehead conhece minhas condições melhor do que ninguém, eu estou perfeitamente satisfeito e não terei nenhum outro médico”. [4]

Foi ele o convidado e pregador no funeral de Wesley, em 1791.

Ele, posteriormente, publicou o livro: “A Vida do Rev. John Wesley, A. M., Com Memórias da Família Wesley: Às Quais Estão Subordinadas, Sermão Fúnebre do Dr. Whitehead: E uma História Abrangente do Metodismo Americano”.

Escreveu diversos outros livros, dentre eles: “Vidas de John e Charles Wesley”.

“Em 1797, Whitehead restaurou os papéis para seus co-executores, e foi reintegrado em sua posição na Igreja. Tendo servido como médico para os metodistas por muitos anos, ele morreu em Londres, em 18 de março de 1804”.[5]

Cuidando de Wesley

O primeiro medicamento do Dr. Whitehead para Wesley, “me deixou bastante leve; e mais três ou quatro aperfeiçoaram a cura”, disse Wesley. “Se ele viver alguns anos, espero que ele seja um dos médicos mais eminentes da Europa”.[6]

 

Medalha de Honra e a Medalha Presidencial da Liberdade

 

 

Daniel Ken Inouye (1924-2012) nasceu em Honolulu, Havaí. Sua mãe, Kame Imanaga, veio do Japão. Daniel perdeu os pais e foi adotado pelo pastor metodista Daniel Klinefelter. Ela se casou com Hyotaro.

 

Seu filho Daniel Inouye cresceu na Igreja Metodista e se graduou em Honolulu.

 

Ele se matriculou em estudos pré-médicos na Universidade do Havaí. Quando os japoneses atacaram Pearl Harbor, Havaí, em 1941, Daniel serviu como voluntário médico e depois fez parte da equipe de combate do Regimento 442, composto de nisseis.

 

Foi condecorado com a Estrela de Bronze por seu serviço na França. Foi promovido a segundo-tenente por suas ações na Itália. Em Toscana, perdeu um braço. Mesmo ferido com um tiro no estômago e com o braço atingido por uma granada, levou seu pelotão para o combate e destruiu a última resistência alemã, no final da guerra.

 

Voltando ao Havaí, Daniel se formou em Direito e foi eleito deputado e depois senador. Ele se casou com Irene Hirano. Quando o Havaí se tornou um Estado em 1959, foi eleito o primeiro membro da Câmara dos Representantes, e em 1962 foi eleito para o Senado dos Estados Unidos. Ele foi o primeiro nipo-americano a servir na Câmara dos Deputados e o primeiro no Senado dos Estados Unidos. Ele nunca perdeu uma eleição em 58 anos.

 

Em 2010, tornou-se presidente temporário do Senado, sendo o terceiro na linha de sucessão presidencial.

 

Recebeu a Medalha de Honra e a Medalha Presidencial da Liberdade. Foi o mais alto escalão político americano asiático na história dos EUA. Foi presidente do Comitê do Senado dos EUA sobre Dotações. Foi presidente do Comitê do Senado sobre Assuntos Indígenas. Daniel tinha orgulho de ser metodista. Seu nome foi uma homenagem ao pastor metodista que havia adotado sua mãe órfã.

 

Ele foi um defensor dos que eram discriminados. Quebrou barreiras raciais. Levou a sério a sua fé como metodista e foi um herói anônimo, um homem verdadeiramente humilde.[7] 

 

 

Criador do vinho sem fermento


 

Thomas Bramwell Welch (1825-1903) nasceu em Glastonbury, na Inglaterra, e imigrou para os EUA. Aos 17 anos, Thomas Welch se uniu à Conexão Metodista Wesleyana, da qual se tornou pastor. A Conexão lutava fortemente contra as bebidas alcoólicas e contra a compra e venda de escravos.

 

Ele ajudou os escravos fugitivos a encontrarem seu caminho para a liberdade, indo do Sul dos EUA para o Canadá através da “ferrovia subterrânea”. Ele não era um homem comum. Casou-se com Victoria Sherbume Welch. Foi dentista, tendo melhorado muito a sua profissão. Foi também médico. Welch foi muito envolvido no movimento de temperança e se tornou um policial, na Filadélfia, prendendo os vendedores ilegais de bebidas alcoólicas.

 

Como defensor da temperança, inventou o processo de pasteurização para evitar a fermentação do suco de uva, evitando que se tornasse alcoólico. Ele convenceu as igrejas locais a usarem esse vinho na Ceia do Senhor.

 

Em 1869, Welch começou a tomar o seu vinho não fermentado. A comercialização foi feita, mas ele nunca recebeu um centavo em troca de seu investimento. Ele nem imaginava que o vinho seria usado como uma bebida para o público em geral. Em 1893, na Feira Mundial de Chicago, o negócio cresceu, e em 1897 foi constituída a Welch Grape Juice Company.

 

Em 1930, os netos de Welch distribuíram 10% das ações ordinárias da empresa entre seus 300 funcionários.[8] 

 

 

Médico, bispo e missionário

 

Walter Russell Lambuth (1854-1921), filho dos missionários metodistas James William Lambuth e Mary Isabella McClellan, nasceu em Shanghai, China. Foi enviado à casa de parentes nos EUA para estudar. Formou-se na Emory e Henry College em 1875.

Estudou Medicina na Universidade de Vanderbilt. Em 1877, foi ordenado presbítero e enviado à China, onde se casou com Margarida Kelley.

Retornou aos EUA em 1881 e recebeu um segundo grau de doutor em Medicina. Retornou à China em 1882 e organizou o serviço médico e hospitalar em Soochow e Pequim.

Em 1889, no Japão, estabeleceu a atual Universidade Kwansei Gakuin e a Escola das Meninas de Hiroshima. Em 1891, foi nomeado editor da Revisão Metodista de Missões, nos EUA. Foi secretário do Conselho de Missões (1892-1910), participou da Conferência Missionária Ecumênica de 1900 e da Conferência Missionária Mundial de Edimburgo de 1910.

Liderou as missões em Cuba e na Coreia. Em 1910, foi eleito bispo da Igreja no Brasil e na África. Em 1911, ele e John Wesley Gilbert viajaram 2.600 milhas de barco e ferrovia e 1.500 km a pé nas selvas até a aldeia de Wembo Nyama, no Congo Belga, onde organizaram uma missão. Fizeram uma viagem juntos como irmãos. Na 1a Guerra Mundial, estabeleceu o metodismo na Bélgica, Polônia e Tchecoslováquia. Em 1921, estabeleceu uma missão na Sibéria. Morreu no Japão, como seu pai. Suas cinzas foram enterradas ao lado de sua mãe, em Xangai.[9]

 

 

Um homem incomum fundou um dos maiores conglomerados farmacêuticos

 

Wallace Calvin Abbott (1857-1921) nasceu em Bridgewater, Vermont, EUA. Era médico e metodista. Abbott era um tipo incomum de homem: reunia qualidades como talento médico, espírito científico e veia empreendedora. Procurou produzir medicamentos para melhorar a saúde de seus pacientes.

Movido por essa ideia, em 1888 começou a fabricar pílulas à base de alcaloide extraído de plantas medicinais. Casou com Clara e tiveram uma filha, Eleanor. Ele fundou o Laboratório Abbott, uma das maiores empresas de cuidados de saúde do mundo em mais de 130 países.

Em 1916, o agente antisséptico Chlorazene, produzido pela empresa, foi utilizado nos campos de batalha da 1a Guerra Mundial para limpar os ferimentos de milhares de soldados. Em 1985, a empresa desenvolveu o primeiro teste HIV da triagem de sangue. 

Produziu medicamentos para artrite reumatoide, artrite psoriática e espondilite anquilosante. A Abbott Laboratories é um dos maiores conglomerados farmacêuticos do mundo.

A filha de Abbott, Eleanor Abbott Ford, doou um órgão musical à igreja. Ela se casou com Rollin Ford, que começou como motorista do Laboratório Abbott e era diretor de um centro de ginástica da Igreja Metodista Ravenswood.

Wallace Abbott viveu uma vida modesta, fundamentada na fé metodista. Ele foi coautor de vários livros e editor-chefe do The American Journal of Clinical Medicine. Era membro da Igreja Metodista Ravenswood, em Chicago.[10]

 

Filho de pastor metodista descobriu

a origem da febre amarela

 

Walter Reed (1851-1902) nasceu em Gloucester County, Virgínia. Filho de Lemuel Sutton Reed, pastor metodista, e de Pharaba White. Ele se casou com Emilie. Formou-se em Medicina pela Universidade de Virgínia e foi médico assistente do Hospital das Crianças de Nova York. Trabalhou como médico no exército dos EUA.

Reed era patologista e bacteriologista e viajou para Cuba para estudar as doenças em acampamentos do Exército dos EUA.

Em 1896, provou que a febre amarela não é transmitida por água contaminada ou por contato com roupas usadas ​​por um doente com febre amarela. Provou que a febre amarela é causada pela picada de um mosquito infectado, Stegomyia fasciata (mais tarde renomeado Aedes aegypti). Em 1900, confirmou que a febre amarela é transmitida por mosquitos, e não por contato direto. Acabou com o surto em Cuba em 90 dias.

Em 1901, após voltar de Cuba como major, Reed continuou a publicar sobre a febre amarela. Recebeu o título honoris causa pelas universidades de Harvard e de Michigan, em reconhecimento por sua obra.

Em sua homenagem, foi criado o Hospital Geral Walter Reed. Em 1938, o filme Yellow Jack retratou sua história em Cuba no combate à febre amarela.[11]

 

Presidiu a Associação de Médicos de Fiji

 

Jona Baravilala Senilagakali (1929-2011) nasceu em Lakeba, Fiji.

Foi educado na Escola Provincial Lau e, posteriormente, na Escola Rainha Vitória (1945-1950), onde se matriculou na Escola de Medicina de Fiji. Foi médico e diplomata. Foi o sétimo primeiro-ministro de Fiji e ministro da Saúde.

Serviu como conselheiro da Embaixada de Fiji para Tóquio (1981-1983) antes de se tornar cônsul-geral de Los Angeles. Foi pregador leigo na Igreja Metodista de Fiji e Rotuma. Em 1990, traduziu a Constituição da Igreja Metodista de Inglês para o fiji.

Jona foi mordomo-chefe da Igreja Metodista e serviu no Comitê Permanente da Conferência Metodista 1989-2002.

Foi o mais conhecido e respeitado médico do país. presidiu a Associação de Médicos de Fiji. Foi um dos poucos médicos pioneiros reconhecidos no mundo inteiro por sua contribuição para a saúde em escala global.

Jona foi homenageado pelo International Biographical Centre, em Cambridge, Inglaterra, com o Prêmio IBC, em reconhecimento por sua excepcional contribuição aos serviços de saúde em Fiji.[12]

 

 

A luz que brilhou para Serra Leoa

 

John Albert Musselman Karefa-Smart (1915-2010) nasceu em Rotifunk, Moyamba Distrito, Serra Leoa. Ele foi educado na Escola Primária EUB, em Moyamba Distrito, e na Academia Albet, em Freetown. Estudou no College em Westerville, Ohio, EUA; Universidade McGill, em Montreal, Canadá; e Universidade de Harvard, em Boston, EUA.

Karefa-Smart foi político, médico e professor universitário, e um dos fundadores do Partido Serra Leoa Popular (SLPP), em 1951. Foi fundador do Partido Reino Nacional Popular (UNPP), em 1996.

Ele serviu como capitão do Corpo Médico do Exército Real do Canadá, nas Bahamas, durante a 2ª Guerra Mundial. Foi ministro dos Solos, Minas, e do Trabalho, ministro de Defesa e ministro dos Negócios Estrangeiros (1961-1964). Karefa-Smart teve mais de 15 anos de experiência em saúde internacional, ensinando em universidades na Nigéria e nos Estados Unidos.

Durante cinco anos, foi assistente de diretor-geral da Organização Mundial de Saúde.

Foi um presbítero ordenado pela Igreja Metodista Unida. A vida de John Karefa-Smart foi vista como uma luz que brilha para todos os serra-leoneses e mostra as possibilidades que podem ser alcançadas.

Ele foi chamado de Rainbow Happenings, o arco-íris de novidades. Ele acreditava que Deus o usava para guiá-lo em seu trabalho como educador, ministro, médico de saúde pública, diplomata, político e estadista.[13]

 

Escola metodista contribui na formação de ganhador do Prêmio Nobel

 

A Escola Leys, em Cambridge, Inglaterra, para filhos de leigos metodistas, começou com 16 meninos, em 1875, e em dois anos já contava com cem alunos. O reverendo W. F. Moulton foi o primeiro diretor. 

A Escola Leys contribuiu para o sucesso de Henry Hallett Dale (1875-1978), ganhador do Prêmio Nobel de Medicina. Henry nasceu em Londres, filho de Charles James Dale, fabricante de cerâmica.

 

Foi educado em Tollington Park College e na Escola Leys. Seu pai era membro da Conferência Anual Metodista Wesleyana. Aos 16 anos, Henry ganhou uma bolsa de estudos em tempo integral na Escola Metodista Leys (1891-1894). 

O esquema de educação da Escola Leys era mais abrangente do que o da maioria das escolas públicas e foi incomum na promoção da ciência. Novos laboratórios foram concluídos em 1893. A Escola Leys teve uma profunda influência no rumo da educação superior de Dale, orientando-o para estudos médicos/científicos e equipando-o com o conhecimento e as habilidades para realizar esse trabalho. 

Dale foi prefeito em 1893; jogou futebol rúgbi e foi membro da Sociedade Missionária Metodista. Recebeu o Prêmio Nobel de Medicina em 1936, com seu amigo Otto Loewi, pelas descobertas relacionadas à transmissão de impulsos nervosos químicos. 

Henry se casou com Ellen e presidiu a Royal Society (1940-1945), a Associação Britânica (1947) e a Royal Society of Medicine (1948-1950). Recebeu honrarias, entre elas a de Cavaleiro da Grande Cruz, em 1948. Uma das casas da Escola Leys leva o nome de Henry Dale.[14]

 

No caminho bem-sucedido da doação

ganhou o Prêmio Nobel .

 

Rodney Robert Porter (1917-1985) foi um médico britânico. Ele nasceu em Newton-le-Willows, St Helens, Lancashire, Londres, Inglaterra. Seu pai foi Joseph L. Porter, um funcionário da estrada de ferro, e sua mãe foi Isobel Reese Porter.

Estudou na Escola de Gramática Ashton-in-Makerfield e na Universidade de Liverpool.

Obteve seu Ph.D. na Universidade de Cambridge em 1948. Na 2a Guerra Mundial, serviu seis anos no Exército inglês. Casou-se com Julia Frances New Porter. Trabalhou para o Instituto Nacional de Pesquisa Médica (1949-1960) antes de ir para o Hospital-Escola de Medicina de St. Mary, Universidade de Londres, como o primeiro professor de Imunologia.

Em 1972, Rodney ganhou, com Gerald M. Edelman, o Prêmio Nobel de Medicina ou Fisiologia. Rodney e Gerald trabalharam separadamente e descobriram que o anticorpo é feito de diferentes grupos ou “correntes” de aminoácidos que eram de luz (cerca de 210 aminoácidos) ou pesados ​​(cerca de 550 aminoácidos). Por volta de 1969, determinaram a estrutura completa do anticorpo, que mostra que ele é feito de mais de 1.300 aminoácidos. 

Rodney foi um humanitário e filantropo com forte consciência social e profundamente preocupado com o planeta. Ele afirmou que o caminho mais bem-sucedido e gratificante é dar, partilhar e sacrificar sem esperar nada em troca. O sacrifício é a chave para entender sua personalidade.[15]

 

Prêmio Nobel pela descoberta da Insulina

 

 

Frederick Grant Banting (1891-1941) nasceu em Alliston, Toronto, Ontário.  Seus pais, William e Margaret, eram agricultores e tinham uma forte fé metodista.  Banting “cresceu com a ética metodista e sua ênfase no trabalho árduo”. Em 1898, estudou na escola pública e, em 1906, no ensino médio. 

Ele lutou para terminar o ensino médio. Em 1910, entrou no Colégio Victoria da Universidade de Toronto para estudar para ser pastor metodista, mas saiu antes do final do primeiro ano e colocou o foco no curso de medicina. Em 1912, foi admitido na Faculdade de Medicina da Universidade de Toronto.  

Em 1916, ele se graduou na escola médica. Foi aceito no Corpo Médico do Exército Canadense e serviu na França. 

Ao voltar ao Canadá, completou sua formação como cirurgião ortopédico. Em 1920, começou a praticar medicina e cirurgia em Ontário. Passou por grandes lutas financeiras e começou a pintar aquarelas simples esperando vender alguns exibindo seus primeiros esboços de óleo no Hart House Sketch Club, em 1925. 

Uma das belas pinturas de Banting é o quadro Methodist Chrch Port Hope, Heffel. Pesquisou a idéia de isolar a secreção interna do pâncreas, mas foi desacreditado. Em 1921, a Universidade concedeu a Banting permissão para prosseguir com seu projeto. Em 1921, Banting e Charles Best tkiveram sucesso com o experimento com cães diabéticos. Em 1922, deu certo o experimento em um menino de 14 anos. 

Ele foi nomeado o primeiro professor de pesquisa médica do Canadá. Em 1923, ele era o homem mais famoso do Canadá. Ele se casou com Marion (1924) e depois com Henrietta (1937). Em 1923, ele e J.J.R. Macleod receberam o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina. Banting dividiu o prêmio com Charles Best. 

Em 1930, o Parlamento do Canadá o ajudou na instalação do Instituto Banting, para investigação. Em 1934, ele foi nomeado cavaleiro no Canadá pelo rei George V. Durante a Segunda Guerra Mundial, ele foi major do Corpo Médico e chefe da secção médica do Conselho Nacional de Investigação do Canadá.[16]

 

 

Ministro da Saúde e pregador na Argentina 

 

Héctor José Lombardo  nasceu em 1937, no bairro de La Boca, Argentina. Seu pai veio da Calabria, Itália, e se estabeleceu em um cortiço em La Boca onde Héctor cresceu e viveu sua juventude. Héctor é casado e pai de duas filhas. 

7Ele se formou em medicina na Universidade de Buenos Aires. Serviu na Prefeitura de Buenos Aires como diretor-geral dos hospitais. É especialista em Medicina, Reumatologia e Sanitarista. Ele é um pregador da Igreja Metodista. Quando ele tinha 7 anos de idade, seu pai, que era bandoneonista e socialista, o enviou para estudar música no bairro da Missão Evangélica. Ele se tornou um pregador na  Igreja Metodista Argentina. 

Héctor foi Vice-Presidente e Presidente da Comissão do antigo Conselho Legislativo da Cidade de Buenos Aires da Saúde. Foi Coordenador Geral das equipes de saúde da Aliança e serviu como secretário da Saúde. Em 1995 era chefe do Comitê do Deliberante Conselho de Saúde e foi eleito vereador. 

Em 1996, Buenos Aires se tornou cidade autônoma do Governo Nacional e Fernando de la Rua foi eleito como seu primeiro chefe de governo. Hector foi  nomeado Secretário de Saúde (1996-1999), e depois foi nomeado Ministro da Saúde e Ação Social da Argentina(1999-1991). 

Ele entrou para o Comitê Executivo da Associação de Médicos Municipais e foi membro do Conselho de Municipal Physicians Mutual. Ele é um dos membros fundadores da Associação Argentina de Administração Hospitalar e membro do Conselho de Administração da Faculdade de Administração de Hospital sul-americano. Ele também foi prefeito de Buenos Aires e vice-presidente e chefe do Comitê da Câmara Municipal da Saúde. É um pregador leigo da Igreja Metodista de La Boca e tem participação ativa sempre escrevendo no site da Igreja.[17] 

 

Médico e Bispo wesleyano no Paquistão 

 

Akbar Khokhar é o fundador e Presidente da Igreja Metodista Wesleyana no Paquistão. Ele é Presidente do Rotary Club, Vice-Presidente do Conselho Bispos no Paquistão e Diretor Nacional de Bible College no Paquistão. 

Ele é professor, pregador e médico. 

É casado e tem dois filhos, Déborah e Asghar Khokha, que é pastor na Igreja Metodista Wesleyana. Akbar Khokhar estudou no St.Joesph High School, Lahore Cantt, Pakstan. 

Em 1992, Akbar Khokhar organizou a Igreja Metodista Wesleyana do Paquistão. Ele é seguidor de Wesley de coração. Em seu facebook, ele cita sempre Wesley. Sua citação favorita é: “O mundo é a minha paróquia”. Akbar diz que é “pregador, mas, mais importante, um filho de Deus. Eu organizei igrejas, pastores, estou organizando cruzadas, pastores e líderes de seminários / Escola Dominical, a Bíblia Faculdades, Centro de órfãos Infantil,” etc. 

Os cristãos no Paquistão enfrentam discriminação da população e do governo. Cerca de 96% da população é mulçumana. 

Um dos textos de Wesley que ele destaca é: "Faça todo o bem que puder, por todos os meios que você puder, de todas as maneiras que você pode, em todos os lugares que você pode, em todas as vezes que você pode, a todas as pessoas que você pode”. 

Bispo Akbar Khokhar afirma que “somos um ministério autossustentado e não lucrativo no Paquistão desde 1992. Nós realmente acolhemos e estimamos suas orações, sua parceria de irmandade, e afiliação conosco aqui no Paquistão. Juntemo-nos no Amor de Jesus pela Salvação do Paquistão !!!”.[18] 

 

Líder revolucionário, médico e prefeito nas Filipinas

 

Justo Lukban (1863 -1927) foi um médico e político filipino. Lukban foi eleito para a Assembleia das Filipinas e foi prefeito da capital Manila de 1917 a 1920. [19]

Lukban, um metodista, serviu como. Mayor de Manila de 1917 a 1920.[20].

Uma pergunta foi feita em sua biografia: “VOCÊ SABIA que Justo Lukban posteriormente se converteu ao Metodismo? Ele se tornou um ferrenho defensor da moral como prefeito de Manila de 1917 a 1920”[21] 

“Após o início da Revolução Filipina, Lukban se juntou ao movimento revolucionário, assim como seu irmão Vicente. Ele serviu como oficial médico. 

Foi uma guerra de independência travada pela organização revolucionária Katipunan contra o Império Espanhol de 1896 a 1898.” [22]

Justo Lukban “serviu como general no cerco de Masbate em 19 de agosto de 1898.  Autorizado a arrecadar dinheiro para a causa revolucionária (...).

Quando o Exército Revolucionário das Filipinas foi derrotado no centro de Luzon pelos americanos, Lukban foi um dos negociadores para uma rendição pacífica aos EUA como membro da Asociación De Paz, liderada por Pedro Paterno e Felipe Buencamino.  Durante esse tempo, ele teve o posto de Major. Após sua rendição, os americanos o nomearam Inspetor de Saúde Sanitária Militar de Ambos Camarines[23]

Em 1917, Lukban foi nomeado o terceiro prefeito de Manila. Lukban é mais conhecido como prefeito por suas tentativas de livrar Manila de suas prostitutas. [24]

“Líder revolucionário, jornalista e prefeito de Manila, Lukban desempenhou um papel fundamental na luta pela independência das Filipinas. Seu legado de coragem e dedicação continua a nos inspirar hoje!” [25]

Justo é reconhecido como um “proeminente médico e político filipino que deixou um impacto duradouro na história das Filipinas”.[26]

 

Um médico pioneiro e historiador da medicina do Texas

 

  

Pat Ireland Nixon (1883-1965) nasceu em Old Nixon, Condado de Guadalupe, Texas, EUA. Era filho de Robert Thomas e Frances Amanda (Andrews) Nixon. [27]

Ele “se formou na Luling High School (1900), na Bingham School em Asheville, Carolina do Norte (1902) e na Universidade do Texas (1905). Ele se formou em medicina pela Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins em 1909”. [28]

Após fazer pós-graduação, ele trabalhou em hospitais de Baltimore, principalmente na área de ginecologia.

Em 1911, Nixon abriu um escritório em San Antonio e, como clínico geral, “atendeu pacientes por mais de cinquenta anos. Ele serviu nas equipes médicas dos hospitais Baptist Memorial, Nix Memorial e Santa Rosa. Ele também ajudou a fundar a Biblioteca Médica do Condado de Bexar durante os anos após o início de sua prática. Ele foi presidente da Associação Médica do Condado de Bexar (1926) e da Sociedade Cirúrgica do Texas (1956). Como membro do Conselho de Saúde de San Antonio (nomeado pela primeira vez em 1928), Nixon fez uma cruzada por melhorias no governo local e melhores programas de saúde pública na cidade de Alamo. Ele atuou em conselhos de saúde da cidade ou do condado por duas décadas”. [29]

Nixon se casou em 1912 com Olive Gray Read e tiveram quatro filhos.

Nixon foi o primeiro médico a escrever sobre a história da medicina no Texas.

“Ele também foi editor da Southwest Texas Medicine de 1934 a 1938 e editor médico do Handbook of Texas (1952). Nixon serviu como presidente da Associação Histórica de San Antonio (1941), da Associação Histórica do Estado do Texas (1946–49) e da Sociedade Filosófica do Texas (1946). Ele foi diretor permanente de história médica na Biblioteca Médica do Condado de Bexar de 1944 até sua morte e, nessa posição, adquiriu um grande número de livros raros para a biblioteca”.

Nixon era um metodista devoto e escreveu artigos e livros sobre a Igreja Metodista e família. [30]

Ele foi “um médico proeminente em San Antonio e um escritor e pesquisador habilidoso e é reconhecido como o historiador proeminente da medicina do Texas. Ele foi o único autor de três livros dedicados à medicina do Texas e foi co-autor de um quarto. Ele foi fundador da Associação Histórica de San Antonio e serviu como presidente da Associação de Bibliotecas Médicas do Condado de Bexar, da Sociedade Cirúrgica do Texas, da Sociedade de Ex-Estudantes de San Antonio do Texas, da Associação Histórica de San Antonio Antonio e da Sociedade Filosófica do Texas. Em 1957, Nixon recebeu duas honras literárias, os prêmios Summerfield G. Roberts e Clement E. Trout. Em 1963, a Trinity University concedeu-lhe um doutorado honorário”.[31]

Dentre seus livros, estão: Pat Nixon do Texas: Autobiografia de um Médico; Um século de medicina em San Antonio; A história médica do início do Texas, 1528-1853; Igreja Metodista Laurel Heights, 1909-1949 (por C. Stanley Banks e Pat Ireland Nixon).[32]

“Em 1957, ele recebeu duas honras literárias - os prêmios Summerfield G. Roberts e Clement E. Trout. Em 1963, ele recebeu um doutorado honorário da Trinity University. Nixon doou sua extensa coleção de Texana para a Trinity University em 1964.[33]

 

 

A cidadã do mundo de Barbados

 

 

Ruth Nita Barrow (1916-1995) nasceu em St. Lucy, Barbados. Seu pai, Reginald Barrow, era bispo anglicano. Frequentou as universidades de Toronto e Edimburgo. Foi vice-presidente da Conferência Metodista de Igrejas, em 1973, e tornou-se diretora da Comissão Médica Cristã do Conselho Mundial de Igrejas em 1976.

 

Era membro dedicado da Igreja Metodista. Dedicou sua vida à melhoria da educação de adultos, à redução da pobreza, à promoção da mulher e cuidados de saúde.

 

Em 1964, tornou-se conselheira da Organização Mundial de Saúde e depois da Organização Pan-Americana de Saúde. Foi eleita presidente da YWCA (1975-1983), um movimento de mulheres que trabalha para a mudança social e econômica mundial.

 

Em 1980, recebeu a maior honraria em Barbados: tornou-se Dame de St. Andrew da Ordem dos Barbados. Foi presidente do Comitê Executivo do Conselho Internacional para Educação de Adultos (1983-1989). Foi uma dos sete presidentes do Conselho Mundial de Igrejas (1983-1991). Presidiu a Associação Cristã de Mulheres Jovens e a Associação de Enfermeiros da Jamaica.

 

Em 1985, foi a convocadora da organização não governamental (ONG) Fórum para a Década da Mulher, em Nairóbi, Quênia. Foi a única mulher do Grupo Comunidade de Pessoas Eminentes Commonwealth a ir à África do Sul para negociar o fim do apartheid e a libertação de Nelson Mandela. Foi embaixadora na ONU (1986-1990) e a primeira e única mulher governadora geral de Barbados (1990-1995). Ela é descrita como uma “cidadã do mundo”. Visitou mais de 80 países.[34]

 

Missionária médica pioneira na Índia

 

Clara A. Swain (1834-1910) nasceu em Elmira, Nova York, EUA. Aos oito anos, entrou para a Igreja Metodista, uma decisão que influenciou sua vida cristã. Aos 21 anos, Swain começou a ensinar alunos particulares em Castela.

Depois, se mudou para Canandaigua, Nova York, para ensinar numa escola, desenvolvendo interesse pela Medicina, para cuidar dos doentes. Ela se formou no Woman’s Medical College of Pennsylvania.

Seu chamado para o serviço na Índia veio da necessidade de se ter uma médica de qualidade para a alta casta de mulheres na Índia. Swain chegou a Bareilly, Índia, em 1869, onde passou 27 anos tratando de mulheres e crianças e evangelizando.

No primeiro ano, ela treinou 17 estudantes de Medicina para ajudá-la com os pacientes e tratou, no mínimo, 1.300 pacientes. Em 1874, ela havia construído o Hospital da Mulher e a Escola de Medicina, o primeiro em toda a Ásia.

Apesar da resistência à medicina ocidental, a missão teve sucesso. Ela se tornou médica do palácio no Estado de Rajputana. Seu sucesso lhe deu uma posição na corte para atender a saúde das mulheres e, em seu tempo livre, trabalhar numa clínica e numa escola para meninas. Ela aproveitou a oportunidade para ensinar que Cristo viera para libertar as mulheres do pecado e elevar a sua posição. Ela tem sido chamada de “mulher médica pioneira na Índia”.

O trabalho começou em Bareilly com uma clínica para mulheres e crianças que evoluiu para se tornar o Hospital Sara Swain, o maior e mais antigo hospital metodista na Índia.[35]



Primeiro presidente e herói de Angola

 

 

Agostinho Neto (1922-1979) nasceu na aldeia de Kaxicane, região de Icolo e Bengo, Angola. Seu pai Agostinho era pastor e professor da Igreja Metodista, e sua mãe, Maria da Silva Neto, professora.

Foi poeta, nacionalista e estadista. Aos 13 anos de idade, matriculou-se no Liceu Salvador Correia. Foi membro ativo da Igreja Metodista. Cantou em coral.

Participou da criação do Centro Evangélico da Juventude Angolana. Em 1947, foi para Portugal, para a Faculdade de Medicina de Coimbra, com uma bolsa de estudos da Igreja Metodista dos EUA. 

“Agostinho Neto exerceu a medicina em Angola após o seu regresso em 1959, antes de assumir a liderança da luta armada contra o domínio colonial e se tornar o primeiro Presidente da Angola independente. 

Durante a sua juventude e após a universidade em Portugal, ele já tinha trabalhado nos serviços de saúde coloniais em Angola antes de partir para a Europa para estudar. 

Após concluir os estudos em medicina, casou-se e regressou a Angola, onde continuou a sua atuação na área de saúde. No entanto, o seu ativismo político levou à sua prisão em 1960, o que o forçou a escapar e assumir a liderança da luta armada, eventualmente culminando na independência de Angola em 1975”. [36]

Envolvido em atividades políticas, foi preso em 1951. Denunciou e lutou contra a opressão do povo angolano sob o jugo do colonialismo português. Preso pela polícia do regime salazarista, fugiu da prisão em Cabo Verde, foi para o exílio e assumiu a direção do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) durante a Guerra da Independência de Angola (1961-1974).

Como vencedor, pelo MPLA, assumiu as funções de presidente da República em 1975 e foi o primeiro presidente de Angola. No seu aniversário é comemorado o Dia Nacional dos Heróis.

“A Igreja Metodista participou ativamente na luta clandestina e armada de libertação nacional por ter despertado o espírito nacionalista dos angolanos”. Diversos pastores metodistas foram presos e mortos, como o reverendo Cristovão Miguel da Silva, e Guias de Classe, como Homes Mucagi. 

O bispo José Quipungo de Angola se refere a Agostinho Neto como “o metodista de sangue e de coração”.[37]

 



[1] https://sites.duke.edu/theconnection/2014/10/13/health-tips-from-john-wesley/

[2] https://www.biblicalcyclopedia.com/W/whitehead-john-md.html

[3] https://www.ministrymatters.com/all/entry/1349/john-wesley-on-health

[4] O Diário de John Wesley, o Pai do Metodismo (1735-1791). Angular Editora, 2017.

[5] Idem

[6] https://www.visionofbritain.org.uk/travellers/J_Wesley/19

[8] Pesquisa: http://mcclurgmuseum.org/blog/tag/thomas-bramwell-welch/

http://www.evi.com/q/thomas_bramwell_welch_biography

http://www.yatedo.com/p/Thomas+Bramwell+Welch/famous/2668f5a2e4437882edfecdd39aa4ae72

http://www.encyclo.co.uk/define/Thomas Welch

www.nndb.com/people/974/000165479/

[9] Pesquisa: BUYERS, Paul. Os fundadores do Metodismo. Imprena Metodista, 1929, p.XII.

www.en.wikipedia.org/wiki/Walter_Russell_

www.bu.edu/.../lambuth-walter-russell-1854-1921

[10] Pesquisa: http://www.abbott.co.in/about-us-comapny-history.html

http://www.findagrave.com/cgi-bin/fg.cgi?page=gr&GRid=12246023

http://www.nndb.com/lists/870/000071657/

http://www.ravenswoodhistorical.com/tours/a-walking-tour-of-old-ravenswood/ravenswood-united-methodist-church/

[11]

Pesquisa: http://en.wikipedia.org/wiki/Walter_Reed_Army_Medical_Center

http://en.wikipedia.org/wiki/Walter_Reed

www.nndb.com/people/697/000091424/

http://yellowfever.lib.virginia.edu/reed/reed.html

http://www.answers.com/topic/walter-reed

www.britannica.com/EBchecked/topic/.../Walter-Ree.

[13] Pesquisa: http://www.sierraherald.com/john-karefa-smart-passeson.htm

http://www.amazon.com/Rainbow-Happenings-Albert-Musselman-Karefa-Smart/dp/1441501681

http://www.albertacademy.org/awards/whos-who-award/2010/133-dr-john-albert-musselman-karefa-smart-

http://en.wikipedia.org/wiki/John_Karefa-Smart

[14] Pesquisa: http://www.nndb.com/people/470/000128086/ http://en.wikipedia.org/wiki/Henry_Hallett_Dalehttp://www.nobelprize.org/nobel_prizes/medicine/laureates/1936/dale-bio.html

https://www.theleys.net/about-us/history

https://www.theleys.net/oldleysians/a-methodist-education--the-leys-in-the-era-of-world-war

[15] Crédito foto: arquivo Science. Fonte foto: https://www.google.com.br/search?q=biografia+de+rodney+robert+porter&biw=1024&bih=667&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0CAcQ_AUoAmoVChMIlP2WhvDdxgIVx4WQCh3uTgny#tbm=isch&q=+rodney+robert+porter&imgrc=AhJwsxQBJLZDFM%3A

Pesquisa: http://en.wikipedia.org/wiki/Rodney_Robert_Porter

http://www.nobelprize.org/nobel_prizes/medicine/laureates/1972/porter-bio.html

http://www.asbmb.org/uploadedfiles/aboutus/asbmb_history/nobel_winners/70s80s/1972Porter.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Rodney_Porter

http://www.celebrities-galore.com/celebrities/rodney-robert-porter/life-path-number/

[19]https://www.famousfix.com/list/filipino-methodists

[20] https://resourcecenter.apnts.org/ mediator/Cunningham_Diversities(5.1).pdf

[21] https://www.facebook.com/UMChistoryQCPACE/posts/did-you-know-that-justo-lukban-later-converted-to-methodism-he-became-a-staunch-/814070992567061

[22] https://en.wikipedia.org/wiki/Philippine_Revolution

[23] https://en.wikipedia.org/wiki/Justo_Lukban

[24] Idem.

[25] https://en.wikipedia.org/wiki/Justo_Lukban

[26] https://kahimyang.com/may/page/7/

[27] https://library.uthscsa.edu/resources/pi-nixon-library/pat-ireland-nixon/

[28]https://www.tshaonline.org/handbook/entries/nixon-pat-ireland

[29] Idem.

[30]https://www.tshaonline.org/handbook/entries/nixon-pat-ireland

[31]https://libguides.uthscsa.edu/c.php?g=924869&p=6665912

[32] https://www.beckersbooks.com/ products/author/Nixon,%20Pat%20Ireland/~/product_id_asc

[33] https://www.tshaonline.org/handbook/entries/nixon-pat-ireland

[35] Pesquisa: http://xntdnn.azurewebsites.net/gcsrw3/Leadership/WomeninUMChistory.aspx

http://en.wikipedia.org/wiki/Clara_Swain

http://www.fofweb.com/History

http://www.christianity.com/church/church-history/timeline/1801-1900/no-rest-for-a-weary-clara-swain-11630553.html

[36] Visão geral criada por IA do Google

[37] Crédito foto: DR. Fonte foto: http://www.portaldeangola.com/2013/09/a-poesia-do-pensamento-de-agostinho-neto-na-arquitectura-da-nacao-literaria-angolana/

Pesquisa: http://www.portalangop.co.ao/angola/pt_pt/noticias/politica/2013/8/38/Realizada-primeira-Conferência-sobre-vida-obra-Agostinho-Neto,2eb34e7d-1cfb-4462-9ab9-13d92f6357ef.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Agostinho_Neto

www.opais.net/pt/opais/?det=28801&id=1805&utm_medium=referral&u

QUIPUNGO, Jose. Cristãos num Mundo Novo. Imprensa Metodista, SP, 1984.

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