Odilon Massolar Chaves
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gratuitamente
Art. 184 do Código Penal e Lei 96710 de 19 de
fevereiro de 1998.
Livros publicados na Biblioteca Digital
Wesleyana: 542
Livros publicados pelo autor: 622
Livretos: 3
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Tradutor: Google
Toda
gloria a Deus!
Odilon
Massolar Chaves é pastor metodista aposentado, doutor em Teologia e História
pela Universidade Metodista de São Paulo.
Sua tese
tratou sobre o avivamento metodista na Inglaterra no século XVIII e a sua
contribuição como paradigma para nossos dias.
Foi
editor do jornal oficial metodista e coordenador de Curso de Teologia.
Declaração
de direitos autorais: Esses arquivos são de domínio público e são
derivados de uma edição eletrônica que está disponível no site da Biblioteca
Etérea dos Clássicos Cristãos.[1]
Rio de
Janeiro – Brasil
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Índice
· Introdução
· Destaques
dos capítulos do livro
· Notas
Explicativas de João Wesley e as traduções de livro e hinos
· Traduziu os quatro Evangelhos
para o guaymi no Panamá
· Traduziu hinos e sermões de Wesley
· John Hunt traduziu o Novo Testamento para a língua em Fiji
· Primeiro missionário na Coréia ajudou na
tradução da Bíblia
· Annie Newman
traduziu a primeira literatura metodista para o português
· Pai da Conexão Metodista na África do Sul e o
hinário indígena
· O “Mestre da língua portuguesa” coordenou a
Comissão revisora da Bíblia
· Criou o jornal oficial da Igreja Metodista
· Long contribuiu muito para a tradução da
primeira edição da Bíblia na língua búlgara moderna
· Fez a tradução da Bíblia para a língua Dobu
· Pöll participou na publicação do novo hinário
na Áustria
· Criadora das revistas Bem-Te-Vi e Voz
Missionária
· Criador do No Cenáculo
· Criador da Bíblia Thompson
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Introdução
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“Grande legado de metodistas na tradução e produção de Bíblias e outras
literaturas” é um livro de 46 páginas que destaca a importância de metodistas em
diversos países que traduziram a Bíblia, hinos e outras literaturas para a língua
nativa.
Uma tradução, muitas vezes, difícil e longa, mas que contribuiu
grandemente para a edificação e expansão do Reino de Deus.
Alguns criaram ainda jornais e revistas.
Os capítulos estão divididos assim: Destaques dos capítulos do livro; Notas
Explicativas de João Wesley e as traduções de livro e hinos; Traduziu os quatro
Evangelhos para o guaymi no Panamá; Traduziu hinos e sermões de Wesley; John Hunt traduziu
o Novo Testamento para a língua em Fiji; Primeiro missionário na Coréia ajudou na tradução da Bíblia; Annie Newman traduziu a primeira literatura
metodista para o português; Pai da
Conexão Metodista na África do Sul e o hinário indígena; O “Mestre da língua
portuguesa” coordenou a Comissão revisora da Bíblia; Criou o jornal oficial da Igreja Metodista;
Long contribuiu muito para a tradução da primeira edição da Bíblia na língua búlgara moderna; Fez a tradução da Bíblia para a língua Dobu; Pöll
participou na publicação do novo hinário na Áustria; Criadora das revistas
Bem-Te-Vi e Voz Missionária; Criador do No Cenáculo; Criador da Bíblia Thompson.
Para escrever as Notas Explicativas da Bíblia, Wesley estabeleceu um método regular trabalhando das 5 da manhã até às 21 horas.
Um destaque para a criação do jornal Expositor Cristão e as revistas Voz Missionária e o No Cenáculo. E o que muitos não sabem, a história da criação da Bíblia Thompson por um pastor metodista.
Um livro para honrar esses metodistas que se dedicaram e deixaram um
grande legado.
O Autor
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Destaques dos capítulos do livro
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Notas Explicativas de João Wesley e as traduções de
livro e hinos
As Notas Explicativas de João
Wesley sobre a Bíblia ou os Comentários de João Wesley sobre a Bíblia foram
produzidos entre 1754 e 1765.
Wesley ainda fez diversas outras
traduções. Ele traduziu um livro de Martinho Lutero.
Wesley traduziu ainda 29 hinos do alemão para o
inglês.
Traduziu os quatro Evangelhos
para o guaymi no Panamá
Escreveu a primeira gramática em guaymi e
gramática e vocabulário em hindustani, espanhol e inglês. Mesmo doente,
traduziu os quatro Evangelhos para o guaymi
Traduziu hinos e sermões de Wesley
“Em uma das primeiras edições, ele imprimiu
itens que incitaram as autoridades católicas locais. Esses funcionários tinham
controle suficiente sobre o governo local para prendê-lo. Ele foi julgado e
condenado a quatro
John Hunt traduziu o Novo Testamento para a língua em Fiji
Ele trabalhou na tradução da Bíblia para a língua nativa, completando o Novo Testamento e iniciando a tradução do Antigo Testamento.
Primeiro missionário na Coréia ajudou na
tradução da Bíblia
Ele pregou viajando por todo o país. Estudou o
idioma coreano cinco horas por dia para poder pregar e ajudar na tradução da
Bíblia. Abriu uma livraria em 1894
Annie Newman traduziu a primeira literatura
metodista para o português
Foi Annie Newman quem começou a traduzir a literatura metodista para o
português no Brasil. Ela traduziu alguns dos primeiros hinos para o português.
Ela também traduziu o Catecismo do Bispo McTyeire sobre o Governo da Igreja e o
Catecismo Wesleyano, nº 3, para o português.
Pai da Conexão Metodista na África do Sul e o hinário indígena
Tinha dons naturais e era fluente em cinco línguas.
Contribuiu para um hinário indígena.
Quando o bispo metodista William Taylor visitou a
África do Sul, em 1866, e realizou cultos evangelísticos e de avivamento, Pamla
traduziu duas pregações por dia durante dois meses
O “Mestre
da língua portuguesa” coordenou a Comissão revisora da Bíblia
Foi eleita uma Junta Consultiva que decidiu que a nova versão se chamaria Versão de Almeida Revista e Atualizada no Brasil. Foi eleita uma Comissão Revisora composta por 17 pessoas especialistas em hebraico, grego e português.
Antonio de Campos foi o Secretario e passou a ser
também coordenador do projeto. Em 1953,
foi eleita uma Subcomissão de Redação e foram escolhidos Paul William Schelp e
Antonio de Campos Gonçalves para trabalharem em tempo integral. William Schelp
revisou o grego e hebraico. Antonio de Campos Gonçalves, o português.
Criou o jornal oficial da Igreja Metodista
Ele se dedicou a publicação dos periódicos da Escola Dominical "A Escola Dominical" e "Nossa Gente Pequena". Em 1884 foi aberto um trabalho em Juiz de Fora onde Ransom foi residir até 1886. No dia 1° de janeiro de 1886 ele criou o jornal "Methodista Catholico" que se tornou o órgão oficial da Igreja.
Long contribuiu muito para a tradução da primeira edição da Bíblia na língua búlgara moderna
“Long contribuiu muito para a tradução da primeira edição da Bíblia na língua búlgara moderna. Juntamente com o Dr. Elias Riggs, eles fizeram uma tradução usando a tradução anterior de Neofit Rilski. Por doze anos eles trabalharam com Petko Slaveikov, Konstantin Fotinov e Hristodul Kostovich. Em 1871, a primeira edição da Bíblia búlgara foi impressa em Constantinopla em língua búlgara semipadronizada.
Fez a
tradução da Bíblia para a língua Dobu
Um legado que deixou foi a tradução da Bíblia para a língua Dobu. Em 1908, publicou o Novo Testamento, que foi revisado em 1925 e publicado em 1927
Pöll participou na publicação do novo hinário na Áustria
Ele
participou da tradução e publicação dos "Sermões Standard" de John
Wesley e trabalhou na Comissão para a publicação de um novo hinário de língua
alemã traduzindo alguns hinos do Inglês de Charles Wesley para o alemão
Criadora
das revistas Bem-Te-Vi e Voz Missionária
Em 1930, junto com as federações de mulheres, criou a Voz Missionária, uma revista para as sociedades de mulheres. Foi a primeira editora
Criador do No
Cenáculo
Conseguiu publicá-la, com o título de Quarto superior (The upper room, No
Cenáculo, aposento alto). Ele escolheu esse nome ao ouvir um pregador falar
sobre o derramamento do Espírito aos discípulos reunidos no cenáculo no dia de
Pentecostes
Criador da Bíblia Thompson
A sua maior obra, a criação da “Bíblia Thompson”, surgiu quando ele ficou
desapontado com as Bíblias de referências que eram vendidas. Para ele, a Bíblia
deveria ser apresentada de forma simples, mas acadêmica. Ele viu a necessidade de uma Bíblia de
referência bem organizada de uso prático para o leigo e o pastor.
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Notas Explicativas de João Wesley e as traduções de
livro e hinos
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As Notas Explicativas de João Wesley sobre a Bíblia ou os Comentários de
João Wesley sobre a Bíblia foram produzidos entre 1754 e 1765.
Wesley ainda fez diversas outras traduções. Ele traduziu um livro de
Martinho Lutero.
Wesley traduziu ainda 29 hinos do alemão para o
inglês.
As Notas Explicativas de João Wesley sobre a Bíblia
ou os Comentários de João Wesley sobre a Bíblia foram produzidos entre 1754 e
1765.
Seu propósito foi ajudar às pessoas sérias: “Por
muitos anos, tive o desejo de estabelecer e colocar juntos o que me ocorreu na
leitura, no pensamento ou na conversação, o que poderia ajudar pessoas sérias,
que não têm a vantagem de aprender, a entender o Novo Testamento”.
Wesley não realizou durante um bom tempo esse seu
desejo.
Mas ele recebeu um forte chamado de Deus: “um forte
chamado de Deus para me levantar e partir, estou convencido de que, se tentar
algo desse tipo, não devo demorar mais. Meu dia já passou e (mesmo de maneira
natural) as sombras da noite vêm rapidamente. E sou bastante induzido a fazer o
pouco que posso dessa maneira, porque não posso fazer mais nada: ser impedido,
por minha fraqueza atual, de viajar ou pregar. Mas, bendito seja Deus, ainda
posso ler, escrever e pensar. Oh, que seja para sua glória!”[2]
Em seu prefácio, Wesley afirmou que suas notas eram
destinadas ao "leitor iletrado" e deveriam ser de natureza
anti-sectária.
Wesley só começou a realizar seu proposto quando
ficou gravemente doente, em 1753. Ele ficou, nesse tempo, sem viajar e pregar.
No dia
27/02/1754 – “quarta-feira, meu irmão veio de Londres e passou alguns dias
comigo, comparando a tradução dos Evangelhos com o original e lendo as
“Preleções” do Dr. Heylyn e, “Expositor Familiar”, do Dr. Doddridg”, disse
Wesley.
Em 1754,
disse Wesley, “comecei a escrever as “Notas do Novo Testamento”, um trabalho
que dificilmente teria feito se não tivesse tão doente e incapacitado para
viajar ou pregar, mas, contudo, tão bem para ler e escrever”. Foi publicado pela primeira vez em 1755.
Wesley disse sobre escrever as Notas e sobre os erros:
“Não foi apressadamente que escrevi duas vezes sobre as Notas do Novo
Testamento (para nada dizer daquelas sobre o Antigo Testamento), contendo mais
de 800 quartos de páginas”. “Mas, alguma vez foi suposto um erro de impressão
de dracma por grão, corrigido antes que o erro fosse detectado no Gazetteer?”
“Sua próxima questão responde isto”. “Ou isto se referiu apenas à Errata, de
dracma por grão?” “Eu acrescento uma palavra concernente à primeira objeção”, [3]disse
Wesley.
Wesley “começou a escrever em 4 de janeiro de 1754
e continuou sem pregar até março, quando já havia produzido um rascunho da
tradução. O ritmo de Wesley foi retardado por outras atividades, e ele
completou o comentário em 23 de setembro de 1755, publicando no mesmo ano.
Outras atualizações foram feitas em 1759 e 1787. [4]
Em 7 de
janeiro de 1754, segunda-feira, Wesley disse: “Estabeleci
um método regular: levantando-me na minha hora e escrevendo das cinco às nove
horas da noite, com exceção dos momentos em que estou cavalgando, meia hora
para cada refeição, e a hora entre cinco e seis da tarde”.
No domingo, 9 de dezembro de
1759, “eu tive, pela primeira vez, uma festa de amor para toda a sociedade.
Quarta-feira, 12. Comecei a ler o Testamento grego e as notas, com meu irmão e
vários outros; comparando cuidadosamente a tradução com o original e corrigindo
ou ampliando as notas como vimos a ocasião”,[5] disse Wesley.
“No mesmo dia” – disse Wesley –
“passei parte da tarde no Museu Britânico. Há uma grande biblioteca, um grande
número de manuscritos curiosos, muitos monumentos incomuns da antiguidade e
toda a coleção de conchas, borboletas, besouros, gafanhotos e assim por diante,
que o incansável Sir Hans Sloane, com tão vastas despesas e trabalho, adquiriu
em uma vida de quatro anos”.[6]
“Em 1790, a tradução foi publicada sem um
comentário de acompanhamento. Ele foi auxiliado em seu trabalho por
seu irmão Charles Wesley”. [7]
Wesley trabalhou a partir de manuscritos gregos do
Novo Testamento “(...) particularmente os de Johann Albrecht Bengel, mantendo sua tradução alinhada
com a versão King James (KJV). Ele fez cerca de
12.000 pequenas alterações na KJV, muitas das quais foram incorporadas em
traduções modernas, como a Versão Revisada. Wesley tentou modernizar a
linguagem datada da KJV. Ele também mudou muitas ocorrências da palavra
"deve" para "irá", minimizando assim a ênfase na predestinação dentro do texto e alinhando-o mais com a teologia metodista”.[8]
Wesley ainda fez diversas outras traduções. Ele
traduziu um livro de Martinho Lutero.
Em 19/07/1749, quarta-feira, Wesley disse:
“Terminei a tradução de “A Vida de Martinho Lutero”. Sem dúvida, este foi um
homem altamente favorecido por Deus e um abençoado instrumento em sua mão. Mas,
oh, que pena que não ter tido um amigo fiel! Ninguém que pudesse, com todo
risco, repreender-lhe clara e nitidamente por seu áspero e insondável espírito,
e o amargo zelo pelas opiniões, tão grandemente obstrutivo ao trabalho de
Deus!” [9]
Wesley traduziu
ainda 29 hinos do alemão para o inglês.
“As vinte e nove traduções de hinos alemães de João Wesley foram originalmente publicadas em cinco coleções diferentes”.[10]
Um hino traduzido por Wesley do
alemão foi “Agora encontrei o terreno”.
Hino de Johann Andreas Rothe
traduzido do alemão por João Wesley onde a ênfase é na exaltação de Jesus e na
imutabilidade de Deus, que nunca falha.
Podemos perder tudo, mas Deus é
fiel. O hino diz: “quando as fundações da Terra derreterem. O poder
total da Misericórdia, então provarei, amado com um amor eterno”. Agora, uma
vida sem culpa.
O Hino
1. Agora encontrei o terreno
onde
certamente a âncora da minha alma permanecerá
as chagas de Jesus, pois o meu pecado
antes da fundação do mundo foi morto;
cuja misericórdia permanecerá inabalável quando o céu e a terra tiverem fugido.
2. Pai, a tua graça
eterna o nosso escasso pensamento supera longe;
seu coração ainda se derrete de ternura, seus braços de amor ainda estão
abertos, pecadores
que retornam para receber
essa misericórdia que eles possam provar e viver.
3. Ó amor, o teu abismo
insondável afogou os meus pecados eternamente;
coberto está a minha injustiça, nenhum ponto de culpa permanece sobre mim,
enquanto o sangue de Jesus,
através da terra e dos céus,
"Misericórdia,
misericórdia livre e ilimitada!" clama.
4 Jesus, eu sei, morreu por mim;
Aqui está minha esperança, minha alegria, meu descanso;
Quando o inferno ataca, eu fujo,
olho para o peito do meu Salvador:
Longe, triste dúvida e medo ansioso!
Misericórdia é tudo o que está escrito lá.
5. Ainda que ondas e tempestades
caiam sobre minha cabeça,
embora a força, a saúde, e os amigos se foram;
Embora as alegrias sejam muradas a todos e mortos,
embora todo conforto seja retirado;
Nesta minha alma firme confia,
Pai, Tua misericórdia nunca morre.
6. Fixado neste chão eu
permanecerei,
embora meu coração falhe e força decadência;
Esta âncora deve sustentar minha alma,
quando as fundações da Terra derreterem.
O poder total da Misericórdia, então provarei,
amado com um amor eterno.[11]
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Traduziu os quatro Evangelhos para o guaymi no
Panamá
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Escreveu a
primeira gramática em guaymi e gramática e vocabulário em hindustani, espanhol
e inglês. Mesmo doente, traduziu os quatro Evangelhos para o guaymi
Efraim Simeon Alphonse (1896-1995) nasceu na ilha de Carenero, em Bocas del Toro Province, Panamá.
Seu pai, John Alphonse, era de Martinica e sua mãe, Carlotha Reid, era da Nicarágua. Alphonse foi educado numa escola de espanhol em Bocas del Toro, entre 1903 e 1920.
Depois, foi para Kingston, Jamaica, para estudar no Calabar Theological College (1924-1926). Ele havia começado sua vida profissional como engenheiro mecânico.
Enviado como missionário pela Igreja Metodista da Inglaterra, Efraim estabeleceu um campo de missão entre os índios Guaymi (1926-1927), vivendo, trabalhando e onde viria encontrar sua futura esposa entre os índios Valiente. Ele se casou com Filberta Ogilvie Alphonse, filha de uma nativa da Columbia.
Ela ajudou Efraim nas suas traduções, música e divulgação. Efraim foi um escritor produtivo e tradutor. Escreveu a primeira gramática em guaymi e gramática e vocabulário em hindustani, espanhol e inglês. Mesmo doente, traduziu os quatro Evangelhos para o guaymi, dirigiu cinco escolas e pastoreou muitas novas igrejas na área e em todo o Caribe.
Foi compositor e compilou um hinário e um catecismo. Era um dramaturgo. Escreveu e encenou na Jamaica: "Juventude em tempo e eternidade" e "O navio Evangélico". É autor de "Entre Corajosas" etc.
Em 1938, viajou a Costa Rica, França e Inglaterra.
Posteriormente, foi eleito bispo da Igreja Metodista (MCCA). Era linguista e criou o dicionário Guaymi-Inglês-Espanhol.
Recebeu do governo, em 1963, a Ordem de Vasco Nunez de Balboa, a mais alta honraria a cidadãos panamenhos.
Dentre seus livros, estão: “Guaymí gramática e dicionário: com algumas notas etnológicas” (1956) e “Autobiografia do Rev. Dr. Ephraim John Alphonse: minha dívida para com Deus é impagável”, publicado em 1994.
É citado como um panamenho
notável, um servo humilde de Deus que trabalhou incansavelmente entre as
pessoas carentes.[12]
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Traduziu hinos e sermões
de Wesley
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“Em uma das primeiras edições,
ele imprimiu itens que incitaram as autoridades católicas locais. Esses
funcionários tinham controle suficiente sobre o governo local para prendê-lo.
Ele foi julgado e condenado a quatro semanas, mas cumpriu quatro meses”
Nomeado pelo bispo William Taylor, em 1880, pela Igreja metodista
Episcopal do Norte, o missionário metodista no Pará Justus Henry Nelson foi
redator, escritor e tradutor de hinos. Escreveu muitos artigos apologéticos.
Traduziu muitos sermões de Wesley e escreveu artigos para “O Apologista Christão Brazileiro”.
O seu lema era: "Saibamos e pratiquemos a verdade custe o que
custar." [13]
A publicação no jornal incluía lições da Escola Dominical, artigos religiosos,
etc. Justus lutou contra a idolatria, jogos de azar, álcool, tabaco, etc.
O Apologista Christão Brazileiro” defendeu a democracia, republica e a
separação entre Igreja e Estado. Sua ousadia provocou perseguições.[14]
“Em uma das primeiras edições, ele imprimiu itens que incitaram as
autoridades católicas locais. Esses funcionários tinham controle suficiente
sobre o governo local para prendê-lo. Ele foi julgado e condenado a quatro
semanas, mas cumpriu quatro meses. Enquanto ele estava preso, sua esposa Fannie
fazia suas refeições com medo de que ele fosse envenenado”.[15]
O jornal era inicialmente semanal. Depois passou a ser quinzenal e, por
fim, mensal. “Por suas críticas à Igreja Católica e a seus dogmas, com artigos
que foram considerados ofensivos, Nelson foi preso durante quatro meses,
em 1893. O jornal foi editado até o ano de partido
da família Nelson”, em 1925. [16]
Eles tiveram cinco filhos, em Belém, um deles morreu de malária.
Um hino que Justus Henry Nelson traduziu para o português que é muito
cantado é o “Exilado”:
Da linda pátria
estou bem longe
Cansado estou
Eu tenho de
Jesus saudade
Oh, quando é
que eu vou?
Passarinhos,
belas flores
Querem me
encantar
São vãos
terrestres esplendores
Mas contemplo
o meu lar
Jesus me deu a
Sua promessa
Me vem buscar
Meu coração
está com pressa
Eu quero já
voar
Meus pecados
foram muitos
Mui culpado
sou
Porém, Seu
sangue põe-me limpo
Eu para pátria
vou
Qual filho de
seu lar saudoso
Eu quero ir
Qual
passarinho para o ninho
Pra os braços
Seus fugir
É fiel, Sua
vinda é certa
Quando? Eu não
sei
Mas Ele manda
estar alerta
Do exílio
voltarei
Sua vinda
aguardo eu cantando
Meu lar no céu
Seus passos
hei de ouvir soando
Além do escuro
véu
Passarinhos,
belas flores
Querem me
encantar
São vãos
terrestres esplendores
Mas contemplo
o meu lar..[17]
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John Hunt traduziu o Novo
Testamento para a língua em Fiji
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Ele
trabalhou na tradução da Bíblia para a língua nativa, completando o Novo
Testamento e iniciando a tradução do Antigo Testamento. Seu trabalho foi bem
sucedido e ele foi fundamental na conversão do guerreiro Varani, em 1845
Jonh Hunt (1812-1848) foi determinante no
estabelecimento definitivo do metodismo nas Ilhas Fiji.
Sua vida, porém, não foi sempre devotada ao Senhor,
apesar de acreditar no poder da oração.
“Quando John
Hunt era um rapaz, no início dos anos 1800, ele acreditava que Deus ouve as
orações.
Ele orava para se proteger de coisas que ele sentia medo: cães, ciganos e
trovões. Quando ele ficou mais velho, desviou-se da sua fé. Sua forma
desajeitada era escarnecida. Rapazes que trabalhavam na fazenda o
tratavam como um idiota. Ele se juntou a companheiros grosseiros. Às vezes, ele prometia ao Senhor que
iria mudar, mas não mantinha sua palavra”[18].
John ficou doente. A morte apareceu diante dos
seus olhos. Ele não estava mais fazendo promessas ao Senhor. Ele caiu de joelhos e fez os votos de servir a Deus em
qualquer lugar[19].
Depois disso, ele freqüentou a Igreja Metodista,
leu a Bíblia e livros religiosos no seu tempo livre.
Amigos o incentivaram para pregar, mas ele não estava certo disso. Ele orou, ardentemente, para
saber o que Deus esperava que ele fizesse, até sua última dúvida desaparecer.
Estudou no Wesleyan Theological Institution, em Hoxton, em1835. Embora sem nenhum treinamento, Deus o usou. Estudou à noite, de modo a não se descuidar de suas funções na fazenda.[20]
Um
reavivamento irrompeu em Londres. Ele começou a pensar no trabalho missionário.
A África do Sul era o seu objetivo.
Mas um apelo foi feito para a missão nas Ilhas
Fiji. Os fijians haviam sido evangelizados pelos metodistas de Tonga, em 1835,
e precisavam de apoio pastoral. Ainda havia muitos que precisavam ser
evangelizados. Solicitado diretamente para ir, John voltou para casa
muito incomodado, não por ele, mas por causa da garota que ele esperava para
casar.
Sua preocupação tinha sentido. Hanna Summers, em
más condições de saúde, teria de acompanhá-lo à África do Sul, onde uma medida
de civilização prevalecia.
Mas Fiji? Os Fijians eram canibais e completamente
selvagens. Ladrões e
mentirosos para o homem, eles matavam os seus doentes e velhos, as mulheres
eram tratadas como bestas de carga, roubavam sepulturas para se alimentarem, e
estrangulavam as esposas quando seus maridos morriam. Mas Hanna disse que iria.[21]
O casal partiu da Inglaterra em 1838. Eles
recusaram uma lucrativa oferta de permanecerem na Austrália e partiram para
Fiji, onde chegaram no dia 22 de dezembro de 1838. Embora John fosse dominar o
idioma em curto tempo, as conversões foram lentas. Um rei cruel os ameaçou com
a morte, se fechassem as suas janelas para não sentirem o cheiro de corpos
cozinhando, a uma curta distância da sua casa.[22]
John Hunt trabalhou em Rewa, Somosomo, Lakemba e Viwa (Vewa). Viajava sempre para visitar as Ilhas Fiji.
Ele trabalhou na tradução da Bíblia para a língua nativa, completando o Novo Testamento e iniciando a tradução do Antigo Testamento. Seu trabalho foi bem sucedido e ele foi fundamental na conversão do guerreiro Varani, em 1845.
“Em uma das menores ilhas, um reavivamento eclodiu. Muitas vidas foram transformadas em Fiji e rostos brilhavam com a nova esperança. Ele foi um dos homens que não descansavam muito, enquanto havia trabalho para fazer. Não se admira que ele tenha ficado doente. Os habitantes da ilha oraram por sua recuperação, oferecendo a Deus a vida de 10 deles, em troca da vida de John.”[23]
Mas John
Hunt morreu aos 33 anos de disenteria, em1848, e foi enterrado em Viwa. Sua
esposa e filhas sobreviveram, incluindo a sua filha mais velha, Eliza-Ann, bem
como a sua segunda filha, Hannah, que casou com Lewis Richings. Ele havia
trabalhado com zelo apostólico e, antes de morrer, fez fervorosamente a
seguinte oração: "Deus, no amor de Cristo, abençoe Fiji, salve Fiji.[24]"
E, quando lhe perguntaram, o que ele via, John disse: "Não vejo nada, mas Jesus.[25]”
A sua
oração já foi respondida. Venceu por Cristo. Todas as ilhas foram salvas. e são
troféus do trabalho missionário wesleyano. Hoje são 3100 pregadores nativos sob
os cuidados de nove missionários; são 1322 capelas e 43.339 membros e
catecúmenos e mais de 42 mil alunos nas Escolas. Fiji era uma nação de canibais
e tornou-se quase uma nação de metodistas.[26]
John Hunt impactou as Ilhas
Fiji. Em 50
anos, após o seu desembarque, não houve uma única pessoa nas ilhas que
abertamente professasse a religião dos antigos.[27]
Hoje a Igreja Metodista de Fiji e Vanuatu é a maior
denominação cristã nas Ilhas Fiji, com 36,2% do total da população (incluindo a
66,6% da etnia indígena), no censo de 1996. Das 280.628 pessoas,
identificando-se como metodistas, 261.972 são etnias indígenas, 5.432
Indo-fijianos (1,6% de todos os índios étnicos), e 13.224 são provenientes de
outras comunidades étnicas.[28]
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Primeiro missionário na Coréia ajudou na
tradução da Bíblia
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Ele pregou viajando por todo o país. Estudou o
idioma coreano cinco horas por dia para poder pregar e ajudar na tradução da Bíblia. Abriu
uma livraria em 1894
Henry Gerhard Appenzeller (1858-1902) nasceu em Souderton, Pensilvânia,
EUA. Converteu-se na Igreja Reformada Emmanuel e ingressou na Igreja Metodista
Episcopal três anos após a conversão. Foi pregador metodista e se formou no
Seminário Teológico de Drew.
No domingo de Páscoa, 5
de abril de 1885, rev. Henry Gerhard Appenzeller (1858-1902) com um missionário
Presbiteriano chamado H. G. Underwood, chegou a Coréia, a fim de "levar o
povo coreano à luz e da liberdade de Deus' Es crianças ".[29]
Foi o primeiro missionário metodista na Coreia, aonde chegou em 1885.
Desejava modernizar a Coréia, educar ambos os sexos e promover a independência
política do país. Havia perseguição aos cristãos e não era permitido abrir
igreja, nem pregar em público, o que aconteceu só em 1887, quando foi aberta
uma congregação.
Henry Gerhard
Appenzeller “é conhecido por suas três principais contribuições para a Coreia: o Paichai
College Hall, a Primeira Igreja Metodista Episcopal de Seul e o Novo Testamento traduzido”.[30]
“Primeira Igreja Metodista Chung Dong é a primeira Igreja protestante da
Coreia. Foi estabelecida em 1897 pelo missionário americano Henry Appenzeller”.[31]
Em 1885, foi aberta a primeira escola de estilo ocidental, chamada Pai
Chai Hak Dang (salão de criação de homens úteis). A escola se tornou um centro
do movimento progressista na Coréia. Henry incentivou a adoção de
novas tecnologias dos EUA, incluindo automóveis, energia elétrica, iluminação e
técnicas agrícolas.
Ele pregou viajando por todo o país. Estudou o
idioma coreano cinco horas por dia para poder pregar e ajudar na tradução da
Bíblia. Abriu
uma livraria em 1894.
Ele e seus colegas salvaram muitas vidas na
epidemia de cólera de 1895. Henry participou da fundação da primeira Igreja
Metodista coreana em Chong Dong, em Seul, servindo como seu pastor (1887-1902).
Fez parte do Conselho de tradução da Bíblia para o coreano.
Em 1902, viajava de navio para participar de
uma reunião para a tradução da Bíblia quando houve uma colisão de navios.
Morreu tentando salvar seu assistente e uma coreana que se afogavam.
Dentre suas contribuições estão: criação do
Colégio Pai Chai Hak Dang, a primeira escola ocidental de estilo moderno;
fundação da Igreja Metodista da Coreia; tradução do Novo Testamento para o
coreano. Foi um grande
viajante, explorador, professor, organizador e evangelista.[32]
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Annie Newman traduziu a primeira literatura
metodista para o português
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Foi Annie Newman quem começou a traduzir a literatura metodista para o
português no Brasil. Ela traduziu alguns dos primeiros hinos para o português.
Ela também traduziu o Catecismo do Bispo McTyeire sobre o Governo da Igreja e o
Catecismo Wesleyano, nº 3, para o português
Annie Newman (1856-1880),
filha de Junius Newman, foi a primeira professora de português do missionário
metodista J.J.Ransom. Posteriormente, resolveu estudar português em Campinas
onde lecionou inglês e grego no Collegio Internacional fundado pelos
presbiterianos.[33]
Na verdade, foi
Annie Newman quem começou a traduzir a literatura metodista para o português no
Brasil
Na verdade, foi Annie Newman quem começou a traduzir a literatura metodista para o português no Brasil. Ela traduziu alguns dos primeiros hinos para o português. Ela também traduziu o Catecismo do Bispo McTyeire sobre o Governo da Igreja e o Catecismo Wesleyano, nº 3, para o português”.[34]
Mais tarde,
Ransom escreveria com admiração sobre a capacidade de Annie de falar como os
brasileiros instruídos falavam.
Annie era uma pessoa maravilhosa. “Ransom descreveu a beleza do corpo e
da alma de Annie. Ele descreveu sua devoção espiritual, sua força e seu amor
pela Bíblia, escrevendo que ‘ela desejava ardentemente auxiliar no
aperfeiçoamento da tradução portuguesa das Sagradas Escrituras; seus estudos por
algum tempo antes de sua morte tinham sido direcionados para esse fim, embora
ninguém além de mim soubesse do fato, nem da incansável indústria que ela
exerceu sobre o domínio das línguas originais da Escritura. ‘Ela se esforçou:’
A variedade, a multidão e frequentemente a complexidade de seus compromissos
assustariam uma mente mais fraca ou menos ordeira; mas durante tudo isso ela se
portou não apenas com uma compostura feminina, mas com um espírito tão radiante
e tão equânime que só poderia ser encontrado em alguém cuja inspiração estava
no Trono da Graça.”[35]
Newman contou
para Ransom sobre a conversão de Annie
aos seis anos de idade e Ransom descreveu
como a inocência e a beleza de Annie haviam causado uma profunda impressão em seu coração anos
atrás. Ele disse: “tenho certeza de nunca ter visto igual em qualquer outro.
‘Depois de concordar que ‘a vida de Annie, desde a infância, foi a mais
adorável e a mais bela que jamais esperei ver neste mundo".[36]
Annie era tão talentosa que, após se formar, foi procurada por várias
escolas brasileiras. “Ela aceitou um cargo de professora no Colégio Rangel
Pestana, que era uma escola feminina de elite em São Paulo que atendia a
algumas das famílias mais destacadas da província. Uma das alunas dessa escola
era filha de Prudente de Moraes, e foi enquanto ela lecionava nessa escola que
os irmãos Barros procuraram Junius Newman para abrir uma escola em Piracicaba”.[37]
Newman desde
Niterói desejava abrir uma escola no Brasil e se mudou para Piracicaba em 1879
para levar o projeto adiante e incentivou Annie a assumir.
O missionário
J.J. Ransom apoiou o projeto e, mais do que isso, fez um apelo para a
Associação Executiva Geral da Sociedade Missionária da Mulher da Igreja
Metodista Episcopal do Sul, que se reuniria em Louisville em 16 de maio-17 de
1879, “que, em resposta, havia prometido US $ 500 para a "escola de Miss
Newman". No ano seguinte, a Woman's Missionary Society alocou US $ 1.000
para "fins escolares" no Brasil.[38]
Annie com
relutância aceitou abrir assumir a escola, pois seu desejo era se casar no
final de ano com o missionário Ransom e ela seria a esposa de um missionário.
Também ela sabia que depois os dois iriam se mudar para o Rio de Janeiro.
Em 1877,
faleceu Mary, a esposa do rev. Newman. Dois anos depois, ele decidiu se mudar
para Piracicaba.[39]
No dia do seu
aniversário, 25 dezembro de 1879, Annie se casou com o missionário Ransom.
Ranson foi com
Annie morar no Rio de Janeiro e no dia 17 de julho[40]
de 1880 ela faleceu.[41]
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Pai da Conexão Metodista na África do Sul e o hinário indígena
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Tinha dons naturais e era fluente em cinco
línguas. Contribuiu para um hinário indígena.
Quando o bispo metodista William Taylor visitou a
África do Sul, em 1866, e realizou cultos evangelísticos e de avivamento, Pamla
traduziu duas pregações por dia durante dois meses
Charles
Pamla (1834-1917) nasceu em Butteworth na Transkei, África do Sul. Seu
pai, Mdingazwe, era o filho de Zulu, chefe da tribo Amabambo, em Natal. Em
1833, sob a pregação de João Ayliffe, a família se converteu e todos foram
batizados.
Assim
Pamla nasceu em uma família cristã e foi batizado pelo pastor metodista W. H.
Garner. Teve uma breve educação escolar em uma escola holandesa, em Nyara.
Passou a ler a Bíblia enquanto cuidava das ovelhas. Depois sua família foi
para Keiskammahoek, onde ele se tornou um líder de classe e pregador local.
Em
1866, teve uma visão e concluiu que foi chamado para pregar o Evangelho. Vendeu
sua casa e fazenda para ser somente um evangelista. Estudou na Instituição
Teológica, em Annshawr, e foi ordenado em 1871.
Tinha
dons naturais e era fluente em cinco línguas. Contribuiu para um hinário
indígena e começou seu ministério em Tsitsana, depois em Butterworth e
Etembeni.
Em
1853, leu os sermões de Wesley e, em 1886, recebeu a inteira santificação, após
orar com esse propósito.
Quando
o bispo metodista William Taylor visitou a África do Sul, em 1866, e realizou
cultos evangelísticos e de avivamento, Pamla traduziu duas pregações por dia
durante dois meses.
“Em
Annshaw, houve um renascimento emocional. Aqui Taylor começou a pregar no que
Pamla chamou de "inglês baixo" para que Pamla pudesse interpretar
mais facilmente. Pamla foi capaz de traduzir os hinos”.[42]
O
bispo o descreveu como tendo voz sonora e poderosa. Quando eles se separaram,
William Taylor disse que assim como a capa de Elias foi para Eliseu, assim o
Espírito Santo estaria com Pamla para continuar a obra.
Pamla
foi um poderoso pregador com mais de 25.000 conversões. O impacto do
avivamento de 1866 mostrou a necessidade de estabelecer um “ministério nativo”.
Com
Pamla, grandes avivamentos e crescimento da Igreja ocorreram. Foi um dos
primeiros ministros metodistas africanos a serem ordenados e se tornou o
primeiro superintendente metodista negro na África do Sul.
Em
1909, foi nomeado como evangelista conexional com responsabilidades mais
amplas.
No
seu falecimento, Rev. T. Curnick disse aos parentes de Pamla: “Ele não é apenas
o seu pai, mas é o pai de toda Conexão da Igreja Metodista na África do Sul”.[43]
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O “Mestre da língua portuguesa” participou da Comissão revisora da
Bíblia
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Foi eleita uma Junta Consultiva que decidiu que a nova versão se
chamaria Versão de Almeida Revista e Atualizada no Brasil. Foi eleita uma
Comissão Revisora composta por 17 pessoas especialistas em hebraico, grego e
português.
Antonio de Campos foi o Secretario e passou a ser também coordenador do projeto. Em 1953, foi eleita uma Subcomissão de Redação e foram escolhidos Paul William Schelp e Antonio de Campos Gonçalves para trabalharem em tempo integral. William Schelp revisou o grego e hebraico. Antonio de Campos Gonçalves, o português. Eles foram assessorados e concluíram a revisão do AT em três anos (1953-1956).
Antônio de
Campos Gonçalves (1899-1980) nasceu em Araras, SP, Brasil. Estudou no Colégio
Piracicabano, no Instituto Grambery e no Seminário Metodista. Sua primeira
nomeação pastoral foi em 1920.
Em 1922 foi
pastorear Leopoldina, MG, e diversas outras igrejas. Foi descrito como “alto,
magro, sempre bem-arrumado, revelando ser um homem de fino gosto, andar firme e
olhar profundo, maneiras singelas e cativantes”. Era chamado de “Mestre da língua portuguesa”.
Em 1943
realizou-se no Rio e Janeiro uma reunião de líderes evangélicos, sob a
presidência do bispo César Dacorso Filho, para fazer uma revisão na tradução
de João Ferreira de Almeida.
Foi eleita uma
Junta Consultiva que decidiu que a nova versão se chamaria Versão de Almeida
Revista e Atualizada no Brasil. Foi eleita uma Comissão Revisora composta por
17 pessoas especialistas em hebraico, grego e português.
Antonio de
Campos foi o Secretario e passou a ser também coordenador do projeto. Em 1953, foi eleita uma Subcomissão de
Redação e foram escolhidos Paul William Schelp e Antonio de Campos Gonçalves
para trabalharem em tempo integral. William Schelp revisou o grego e hebraico.
Antonio de Campos Gonçalves, o português. Eles foram assessorados e concluíram
a revisão do AT em três anos (1953-1956).
A Bíblia
completa foi publicada em 1959.
Em 1935, a
Confederação Evangélica do Brasil organizou a Comissão de Hinário para o
preparo das letras dos hinos. Antônio participou dos trabalhos do início, em
dezembro de 1935, até o final, em outubro de 1961.
Dez hinos de
sua autoria estão no Hinário, dentre eles o número 92 - “Eu preciso de Ti, meu
Senhor”. Ele era capelão da Sociedade Bíblica no Rio de Janeiro. Ele se
aposentou aos 78 anos de idade após dedicar 33 anos na tradução da Bíblia.
Em 1976, a Assembleia
Geral das Sociedades Bíblicas do Brasil prestou-lhe uma homenagem na Igreja
Metodista do Catete.[44]
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Criou o jornal oficial da Igreja Metodista
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Ele
se dedicou a publicação dos periódicos da Escola Dominical "A Escola
Dominical" e "Nossa Gente Pequena". Em 1884 foi aberto um
trabalho em Juiz de Fora onde Ransom foi residir até 1886.
No dia 1° de janeiro de 1886 ele
criou o jornal "Methodista Catholico" que se tornou o órgão oficial
da Igreja
John James Ransom (1853-1934) nasceu em Rutherford
County, Tennessee, EUA. Era filho de Richard
Portice Ransom e Frances
T. Bass.
Ransom chegou
ao Brasil, em 1876, como Superintendente da Missão Brasileira enviado pela
Igreja Metodista Episcopal do Sul. Logo
foi ter contato com o missionário metodista Junius Newman, no Brasil desde
1867.
Procurou estudar o português em Campinas aprendendo com facilidade. Nesse período, lecionou inglês e grego no Colégio Internacional, em Campinas. Um ano depois procurou os melhores lugares para o estabelecimento da Igreja.
Em 1877,
Ransom visitou o Rio Grande do Sul, mas fixou residência no Rio de Janeiro
arrendando por dois anos uma casa, na rua do Catete. Nessa casa, aos 13 de
janeiro de 1878, começou a dirigir cultos na língua inglesa e, no dia 27, em
português.
A “Missão
Ransom” (1876-1886) compreendia três linhas de ação: Pregação, Obra educativa e
Literatura. Perseguido pelo jornal católico “Apóstolo”, Ransom convidou os
padres redatores a assistirem aos cultos para verificarem que os metodistas não
eram ateus, nem desprezadores das leis do Brasil.
No dia 9 de
março de 1879 recebeu os dois primeiros membros. No Natal desse ano de 1879
casou-se com Annie Newman, filha do Rev. Newman. No ano seguinte ela faleceu vitima de febre
amarela. Nesse mesmo ano, ele voltou aos Estados Unidos.
John Ransom
era o único metodista que poderia pregar em português. Ele inaugurou um culto
evangélico no bairro do Botafogo. Em 1881, passaram a se reunir numa casa no
morro de Santa Tereza, que servia de residência e casa de culto. Em 1884,
Ransom casou-se com Sarah, nos EUA, e voltou para continuar a obra no Brasil.
Ele se dedicou
a publicação dos periódicos da Escola Dominical "A Escola Dominical"
e "Nossa Gente Pequena". Em 1884 foi aberto um trabalho em Juiz de
Fora onde Ransom foi residir até 1886.
No dia 1° de
Janeiro de 1886 ele criou o jornal "Methodista Catholico" que se
tornou o órgão oficial da Igreja. No ano seguinte o nome foi mudado para
"Expositor Cristo", sendo o jornal evangélico mais antigo do Brasil.
Ransom é também autor do hino “Por meus delitos” (Hinário Evangélico 430).
Em 1886 ele se
desligou do trabalho no Brasil e voltou aos EUA.[45]
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Long contribuiu muito para a tradução da
primeira edição da Bíblia na língua búlgara moderna
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“Long contribuiu muito para a tradução da
primeira edição da Bíblia na língua búlgara moderna. Juntamente
com o Dr. Elias Riggs, eles
fizeram uma tradução usando a tradução anterior de Neofit Rilski.
Por doze anos eles trabalharam com Petko
Slaveikov, Konstantin Fotinov e Hristodul Kostovich. Em
1871, a primeira edição da Bíblia búlgara foi impressa em Constantinopla em
língua búlgara semipadronizada.
Albert Limerick Long (1832-1901) nasceu em Washington, Pensilvânia, EUA. Estudou na Universidade Ocidental da Pensilvânia, Pittsburgh e Alleghany College, Meadville, Pensilvânia, onde se graduou em 1852. Estudou no Instituto bíblico Concord e, em 1857, Albert se tornou pastor metodista episcopal e foi enviado como missionário para a Bulgária (1857-1863). Os turcos dominavam o país, neste período. A independência ocorreu em 1878.
As duas
principais denominações eram a metodista e a Congregacional, que se uniram com
outras formando a Sociedade Filantrópica Evangélica Búlgara (depois União de
Igrejas Evangélicas). Estabeleceram
igrejas, escolas, clínicas e clubes de jovens, etc Em 1871, a União de Igrejas
Evangélicas fez a tradução da Bíblia em búlgaro
e fundou o Colegio Robert, em
Constantinopla.
Após a
independência da Bulgária, em 1878, os protestantes ganharam mais respeito. A
tradução da Bíblia foi feita por Elias Riggs (da Comissão Interamericana de
Comissários para Missões Estrangeiras); Albert Long (metodista) e os búlgaros
Petko Slaveykov, Konstantin Fotinov e Hristodul Kostovich Sichan-Nikolov.
A tradução da
"Bíblia Protestante" (1859-1871) foi patrocinada pela Sociedade
Bíblica Britânica e Estrangeira. Pela primeira vez, a Bíblia se tornou
acessível à população. O dialeto leste-búlgaro escolhido para a tradução
influenciou a literatura búlgara cooperando para a criação de uma língua
nacional oficial.
“Long
contribuiu muito para a tradução da primeira edição da Bíblia na língua búlgara moderna. [2][1][8] Juntamente com o Dr. Elias
Riggs, eles fizeram uma
tradução usando a tradução anterior de Neofit Rilski. Por doze anos eles trabalharam com Petko Slaveikov, Konstantin Fotinov e Hristodul
Kostovich. Em 1871, a primeira edição da Bíblia búlgara
foi impressa em Constantinopla em língua búlgara semi-padronizada. De 1864 a
1872, Long editou e publicou a revista mensal Zornitsa, a primeira
revista cristã búlgara. Em 1870, Albert Long publicou uma breve história
dos búlgaros, sob o título "Os eslavos e os búlgaros". [46]
Em 1872, ele
se tornou professor de Ciências Naturais no Robert College. Escreveu diversos
hinos na língua búlgara e editou um jornal búlgaro. Em 1876, quando estava em
Constantinopla, ele soube da repressão selvagem dos Otomanos na Revolta de
Abril e, com outros, denunciou para o exterior. Suas ações criaram uma situação
para a Guerra Russo-Turca (1877-1878), que levou à independência búlgara, em
1878.
Em sua
homenagem, em Sofia, há a Igreja Metodista Unida "Dr. Albert Long",
mais conhecida como "Dr. Long Church", e a Rua Dr. Albert Long, Hadzhi Dimitar, em
Sofia.[47]
“Ele morreu em
Liverpool, Inglaterra, em sua viagem para a América em 28 de julho de 1901. Ele
foi enterrado no cemitério
de St James, Liverpool”[48]
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Fez a tradução da Bíblia para a língua Dobu
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Um legado
que deixou foi a tradução da Bíblia para a língua Dobu. Em 1908, publicou o
Novo Testamento, que foi revisado em 1925 e publicado em 1927
William Edward Bromilow (1857-1929) nasceu em Geelong, Victoria, Austrália. Estudou no Grenville College, Ballarat e ensinou na Queenscliff State School (1876-1877). Com 21 anos, em 1878, começou seu ministério experimental no distrito de Wimmera, em Victoria, na Igreja Metodista Wesleyana.
Em 1879, foi ordenado e se casou com Harriet. Foi como missionário para Fiji onde ficou por dez anos. Depois voltou a Victoria e serviu durante um ano no circuito de Box Hill. Foi Secretário de Missão Estrangeira. Quando a Igreja decidiu ir para o sudeste da Nova Guiné Britânica, ele se ofereceu como missionário.
Em 1891, eles chegaram a Samarai (uma ilha na Papua-Nova Guiné). Havia diversos missionários incluindo vinte e dois professores. Eles logo começaram a aprender a língua Dobuan. A sede ficou sendo na Ilha de Dobu. Bromilow foi o Presidente do Distrito e missionário pioneiro nas ilhas marítimas da Nova Guiné Britânica (Papua). Em 1908, Bromilow e sua esposa se aposentaram de Papua por razões de saúde.
Eles voltaram à Austrália e Bromilow esteve em
vários circuitos em Sydney; trabalhou no Conselho de Missão (1913-1920) e
recebeu um Doutorado.
Em 1910 e 1911, foi eleito Presidente da Conferência Metodista de New South Wales. Graduou-se em 1910 pela Universidade de Aberdeen para seu trabalho de tradução da língua da Nova Guiné.
Com a escassez de missionários, foi voluntário novamente em Papua (1920-1924). Um legado que deixou foi a tradução da Bíblia para a língua Dobu.
Em 1908, publicou o Novo Testamento, que foi
revisado em 1925 e publicado em 1927. Em 1929, publicou “Vinte anos entre
Papuásios primitivos”. [49]
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Pöll participou na publicação do novo hinário
na Áustria
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Ele
participou da tradução e publicação dos "Sermões Standard" de John
Wesley e trabalhou na Comissão para a publicação de um novo hinário de língua
alemã traduzindo alguns hinos do Inglês de Charles Wesley para o alemão
Lothar Pöll nasceu em 1951, em Viena, Áustria. Pöll se formou como engenheiro elétrico. Mais tarde, veio a vocação de pastor. Ele estudou no Colégio Teológico da Igreja Metodista Unida em Reutlingen, Alemanha. Em 1977, foi nomeado como pastor em Salzburg, Linz, Ried/I, St. Pölten e Viena. É casado com Helga, a quem doou um rim por causa de uma doença grave.
Em 1984, Pöll passou a ser um membro do Conselho de Igreja e desde 2001 foi Superintendente da Igreja Metodista Unida na Áustria. Depois de quinze anos, ele se aposentou dessa função em 2016. Desde 1º de Janeiro de 2014 é presidente do Conselho Mundial de Igrejas na Áustria. Ele é conselheiro da Comunidade de Igrejas protestantes na Europa (CPCE).
Em 2011, Pöll publicou seu livro "O homem não vive somente de pão". Ele sempre apoiou as pessoas marginalizadas, os refugiados e combateu a pobreza. Nas Conferencias, ele lembrava as preocupações fundamentais de John Wesley com o ministério com os pobres.
Pöll é atualmente presidente do Conselho Ecumênico das Igrejas na Áustria, que tomou uma posição sobre a política de refugiados na Áustria e na União Européia, etc.
Pöll sempre foi reconhecido com talentoso, versátil e de uma criatividade como um músico, pintor, desenhista e lingüista. Ele participou da tradução e publicação dos "Sermões Standard" de John Wesley e trabalhou na Comissão para a publicação de um novo hinário de língua alemã traduzindo alguns hinos do Inglês de Charles Wesley para o alemão.
Ele permanecerá como pastor e Presidente do
Conselho Mundial de Igrejas, na Áustria.[50]
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Criadora das revistas Bem-Te-Vi
e Voz Missionária
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Em 1930, junto com as federações de mulheres, criou a Voz Missionária,
uma revista para as sociedades de mulheres. Foi a primeira editora
Leila Flossie Epps
(1884-1962) nasceu em Kingstree, na Carolina do Sul, e estudou em Leesville, no
Meridian, Mississippi e na Escola de Formação em Kansas City, Missouri, em
1911.
Em 1911, chegou ao
Brasil, onde serviu por 37 anos, primeiro na área educativa. Ela criou a
revista Bem-Te-Vi para as crianças da
Escola Dominical da Igreja Metodista.
Em 1929, o Conselho Missionário da Mulher da
Igreja Metodista Episcopal (EUA) nomeou Leila Epps para o trabalho com as
mulheres. Ela resistiu, mas um sonho com as mulheres brasileiras mudou seu
pensamento e ela aceitou a nomeação. Foi pioneira no desenvolvimento e expansão
do trabalho das mulheres metodistas no Brasil.
Quando a Igreja Metodista no Brasil se tornou
autônoma, em 1930, Epps foi convidada a continuar esta tarefa. Em 1930, junto
com as federações de mulheres, criou a Voz
Missionária, uma revista para as
sociedades de mulheres. Foi a primeira editora. Ela era entusiasmada,
bem-humorada e a chamavam de Dona Mizépe.
Epps se preocupou com a situação dos índios
negligenciados no Brasil. Apoiou a criação de uma missão interdenominacional
que foi estabelecida entre os índios Cauiá de Mato Grosso, e as mulheres
ajudaram a apoiar um jovem médico brasileiro, Nelson de Araújo, um
médico-missionário.
Ela se arriscou a pegar doenças e enfrentou
perigos na selva. Também ajudou a educar um dos jovens índios dessa tribo.
Na imprensa, combateu a tragédia dos leprosos
no Brasil e apoiou o trabalho com os leprosos da metodista Eunice Weaver, que
se tornou mundialmente conhecida.
Leila se aposentou em 1950, na Carolina do
Sul, EUA.[51]
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Criador
do No cenáculo
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Conseguiu publicá-la, com o título de Quarto superior (The upper room, No
Cenáculo, aposento alto). Ele escolheu esse nome ao ouvir um pregador falar
sobre o derramamento do Espírito aos discípulos reunidos no cenáculo no dia de
Pentecostes
Grover Carlton Emmons (1885-1944) nasceu em Escambia, Flórida, EUA. A Faculdade Asbury conferiu-lhe o grau de doutor em Divindade, em 1929. Casado com Helen Keith Boulware, com quem teve três filhos. Foi pastor em diversas igrejas metodistas nos EUA. Serviu na França e no Extremo Oriente com o Bispo W. R. Lambuth.
Sonhava com um livro devocional disponível no mundo para “cultivar uma amizade com Deus”. No início de 1934, Emmons chegou a Nashville, Tennessee, para trabalhar como secretário do Departamento de Missões Nacionais e Hospitais.
Grover fez um relatório a esse Departamento sobre a necessidade de uma publicação para uso devocional no lar. Conseguiu publicá-la, com o título de Quarto superior (The upper room, No cenáculo, aposento alto). Ele escolheu esse nome ao ouvir um pregador falar sobre o derramamento do Espírito aos discípulos reunidos no cenáculo no dia de Pentecostes.
A editora foi a Junta de Missões da Igreja Metodista Episcopal, Sul, em Nashville, Tennessee.
Grover foi o primeiro editor do guia devocional, determinando o formato da meditação, que deveria ocupar uma página e ser escrita por vários cristãos de todo o mundo. A tiragem da primeira edição, em abril-maio-junho de 1935, de 100 mil exemplares, se esgotou rapidamente. Foram 160 mil cópias na segunda edição e 211 mil na terceira. Na sétima edição, a tiragem foi de meio milhão de cópias.
Hoje, é publicado em cerca de 40 línguas em
mais de cem países com mais de 3 milhões de cópias (o número de leitores é
estimado em mais de 8 milhões de pessoas).[52]
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Criador da Bíblia Thompson
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A sua maior obra, a
criação da “Bíblia Thompson”, surgiu quando ele ficou desapontado com as
Bíblias de referências que eram vendidas. Para ele, a Bíblia deveria ser
apresentada de forma simples, mas acadêmica.
Ele viu a necessidade de uma Bíblia de referência bem organizada de uso
prático para o leigo e o pastor
Frank Charles Thompson (1858-1940) em Elmira, Chemung County, Nova Iorque, EUA. Era filho do pastor da Igreja Metodista Episcopal*, Joshua e Sarah Jane. Foi educado em Rochester Free Academy, NY; Taylor University e Boston Theological Seminary.
Foi ordenado, em 1879 e, aos 22 anos, foi nomeado como pastor metodista episcopal para Leetonia, PA, e depois, nomeado para Rush. Foi para a Universidade de Boston e, depois, para Charlotte. Ele se casou com Edith em 1883, mas ela morreu em 1886. Em 1887, ele se casou com Laura Jane e tiveram três filhos. Depois de 1887, foi nomeado para Attica; Macedon e Perinton; Fairport; Walworth; Oakfield, etc. As pregações de Thompson foram marcadas pela fé e fervor.
Thompson se aposentou do ministério ativo em 1924 e se mudou para Los Angeles, California e depois para Santa Monica. Ele escreveu três obras literárias: “The Chain-Reference Bible"; "Caminhada de Bob à Cidade Santa" e "Barreiras para o Éden”.
A sua maior obra, a criação da “Bíblia Thompson”, surgiu quando ele ficou desapontado com as Bíblias de referências que eram vendidas. Para ele, a Bíblia deveria ser apresentada de forma simples, mas acadêmica. Ele viu a necessidade de uma Bíblia de referência bem organizada de uso prático para o leigo e o pastor.
Em 1890, começou a fazer as referências bíblicas e os membros de sua Igreja o incentivaram a ter sua Bíblia publicada para que todos pudessem desfrutar das ferramentas de estudo.
Em 1908, a primeira edição da Thompson Chain-Reference Bible foi impressa pela Methodists Book Concern. Ela se tornou conhecida como a Bíblia de estudo mais útil, confiável e imparcial.
É considerada a única verdadeira Bíblia de Estudo "Livre de Influência".
Em 1913, Thompson se uniu a B.B. Kirkbride
para formar a companhia da Bíblia de Kirkbride para garantir a melhoria
constante e uma maior distribuição. Foi traduzida para o espanhol, português,
alemão e francês.[53]
===============================
[1]
https://www.studylight.org/commentaries/eng/wen/ephesians-1.html
[2]
https://ccel.org/cel/wesley/notes/notes.i.i.html
[3] O Diário de John Wesley, o Pai do Metodismo (1735-1791). Angular
Editora, 2017.
[4] https://en.wikipedia.org/wiki/Explanatory_Notes_Upon_the_New_Testament
[5] https://www.visionofbritain.org.uk/traveller/J_Wesley/11
[6] https://www.visionofbritain.org.uk/traveller/J_Wesley/11
[7]
https://en.wikipedia.org/wiki/Explanatory_Notes_Upon_the_New_Testament
[8] https://en.wikipedia.org/wiki/Explanatory_Notes_Upon_the_New_Testament
[9] O Diário de John
Wesley, o Pai do Metodismo (1735-1791). Angular Editora, 2017.
[10]
https://www.jstor.org/stable/pdf/456258.pdf
[11] https://www.praise.org.uk/hymn/now-i-have-found-the-ground-wherein/
[12] http://stjonesenterprises.com/alphonse/?page_id=2; http://trove.nla.gov.au/work/16889463?selectedversion=NBD6571681; http://stjonesenterprises.com/panamacybernews/2014/11/07/rev-dr-ephraim-s-alphonse/; https://thesilverpeopleheritage.wordpress.com/2012/03/04/bishop-ephraim-s-alphonse-a-giant-of-love/; https://library.soas.ac.uk/Search/Results?lookfor=%22Alphonse%2C+Ephraim+S.%22&type=Subject; http://stjonesenterprises.com/panamacybernews/panamanians/
[13] http://www.hinologia.org/justus-henry-nelson/
[14] http://www.hinologia.org/justus-henry-nelson/
[15] https://wikimili.com/en/Justus_Henry_Nelson
[16] Idem.
[17]https://www.letras.mus.br/ /harpa-crista/450190/
[18]
www.chi.gospelcom.net/DAILYF/2001/12/daily-12-22-2001.shtml
[19] Idem.
[20]
www.chi.gospelcom.net/DAILYF/2001/12/daily-12-22-2001.shtml
[21] Idem.
[22] Idem.
[23] Idem.
[24]
www.crate.gotdns.com/.../d20/d21/d22/d23/d24/d25/d26/d27/d28/d29/d30/d31/d32/d33/d34/d35/d36/d37/d38/d39/78.html
[25] Christian History Institute.
www.chi.gospelcom.net/DAILYF/2001/12/daily-12-22-2001.shtml
[26]
www.crate.gotdns.com/.../d20/d21/d22/d23/d24/d25/d26/d27/d28/d29/d30/d31/d32/d33/d34/d35/d36/d37/d38/d39/78.html
[27]
www.chi.gospelcom.net/DAILYF/2001/12/daily-12-22-2001.shtml
[29]
https://worldmethodistcouncil.org/asia/name/korea-methodist-church
[30]
https://en.wikipedia.org/wiki/Henry_Appenzeller
[31]
https://www.youtube.com/watch?v=f-h9VIGhnt0
[32] Pesquisa: http://www.newworldencyclopedia.org/entry/Henry_G._Appenzeller
http://www.thefreelibrary.com/The+legacy+of+Henry+G.+Appenzeller.-a016408626
http://library.columbia.edu/content/dam/libraryweb/locations/burke/fa/mrl/ldpd_6257734.pdf
http://www.drewmagazine.com/2012/09/the-korean-wesley/
[33] KENNEDY, James L. Cincoenta anos de methodismo no Brasil,
São Paulo, Imprensa Metodista, 1928, p.20.
[35]
DAWSEY, James Marshal. Annie Ayres Newman Ransom (1856-1880) and Methodism in
Brazil. Publicado no METHODIST HISTORY pela General Commission on Archives and
History of The United Methodist Church, U.S.A., 1995, p.162-172.
[36] Idem.
[37] Idem.
[38] Idem.
[40] Alguns outros colocam sua morte
em março de 1880. Salvador. José
Gonçalves.
História do metodismo no Brasil. Imprensa Metodista, SP, 1982, p.79.
[41] Op.cit., p.61.
[42]https://dacb.org/stories/southafrica/pamla-charles/
[43]http://www.dacb.org/stories/southafrica/pamla2_charles.html ; http://archives.gcah.org/xmlui/bitstream/handle/10516/5765/MH-1992-January-Balia.pdf?sequence=1; http://www.news24.com/Archives/Witness/100-years-of-giving-courage-20150430;http://www.patheos.com/blogs/anxiousbench/2014/01/an-appalachian-revivalist-in-queen-victorias-south-africa/; http://www.patheos.com/blogs/anxiousbench/2014/01/an-appalachian-revivalist-in-queen-victorias-south-africa/
[44] https://books.google.com.br/books?isbn=8531115140; www2.pucpr.br/reol/index.php/pistis?dd99=pdf&dd1=16085;
https://ligadonavideira.wordpress.com/2015/06/14/historia-do-texto-biblico-capitulo-28/
https://books.google.com.br/books?isbn=8531112133; BR&sa=X&ved=0ahUKEwin8dXIr_3OAhVCx5AKHQy0AdEQ6AEISTAJ#v=onepage&q=igrejas%20Antonio%20de%20Campos%20Gon%C3%A7alves&f=false
[45] https://www.geni.com/people/Rev-John-James-Ransom/6000000024074524892
http://www.metodistavilaisabel.org.br/artigosepublicacoes/descricaobiografias.asp?Numero=614; www.metodistavilaisabel.org.br/.../descricaobiografias.asp?Numero=614
http://wc.rootsweb.ancestry.com/cgi-bin/igm.cgi?op=GET&db=gerrha&id=I02445
[46] https://en.wikipedia.org/wiki/Albert_Long
[47] http://www.umc-europe.org/bulgaria_e.php;
https://en.wikipedia.org/wiki/Protestantism_in_Bulgaria;
http://www.vagabond-bg.com/high-beam/item/1714-walking-on-darvin-karnegi-and-vashington.html; http://worldmethodistcouncil.org/about/member-churches/name/bulgaria-united-methodist-church/; http://www.iglesiapueblonuevo.es/index.php?codigo=bio_long
[48] https://en.wikipedia.org/wiki/Albert_Long
[49] ; http://adb.anu.edu.au/biography/bromilow-william-edward-536;
https://www.amazon.com/Twenty-years-among-primitive-Papuans/dp/B0008667JE
http://webjournals.ac.edu.au/ojs/index.php/ADEB/article/view/1368/1365
http://www.worldcat.org/title/twenty-years-among-primitive-papuans-with-plates/oclc/753007199/editions?referer=di&editionsView=true; http://adb.anu.edu.au/biography/bromilow-william-edward-5369; https://www.amazon.com/Twenty-years-among-primitive-Papuans/dp/B0008667JE
[50] http://www.umc-europe.org/artikel_3160.php; http://www.umc.org/who-we-are/2015-austria-provisional-annual-conference; http://www.oekumene.at/oerkoenews/1710/ein-fest-der-kumene-fuer-pastor-poell; https://evang.at/oerkoe-vorsitzender-lothar-poell-feierte-65-geburtstag/amp/; http://www.katholisch.at/aktuelles/2016/10/14/neuer-vorsitzender-des-kumenischen-rates-der-kirchen; http://www.emk.at/blog/froehliches-fest-fuer-sup-lothar-poell
[52]
Crédito
foto: Desconhecido.
Fonte foto: http://www.upperroom.org/about/history
Pesquisa: http://devotional.upperroom.org/blog/2015/03/pierce032815
https://groups.yahoo.com/neo/groups/aahistorylovers/conversations/messages/6432
http://www.biblereadingnotes.org.uk/history-of-the-upper-room/
http://records.ancestry.com/grover_carlton_emmons_records.ashx?pid=40140253
http://day1.org/2497-the_upper_room
http://content.time.com/time/magazine/article/0,9171,760409,00.html
http://www.mocavo.com/The-Encyclopedia-of-World-Methodism-Vol-1-a-K-Volume-1
[53] *A
Igreja Metodista Episcopal foi a primeira denominação metodista fundada nos
Estados Unidos (1784 até 1939). Em 1939 se uniu com a Igreja Episcopal
Metodista Sul e a Igreja Metodista Protestante para formar a Igreja Metodista.
Em 1968, a Igreja Metodista fundiu-se com a Igreja dos Irmãos Unidos para
formar a atual Igreja Metodista Unida (https://en.wikipedia.org/wiki/Methodist_Episcopal_Church).;
https://en.wikipedia.org/wiki/Thompson_Chain-Reference_Bible; https://www.findagrave.com/cgi-bin/fg.cgi?page=gr&GRid=33694741; http://aptministries.org/thompson-bible/; http://mike-blogging.blogspot.com.br/2009/09/thompson-chain-reference-bible.html
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